Eu, Tchaikovski e o lado de cá do rio

E o ano laboral começa mais uma vez no dia anterior ao décimo dia do segundo mês do ano de 2020 eu dou as boas vindas a mais um ano letivo. A expectativa para este ano é muito boa, apesar de você, amanhã será outro dia, já dizia o poeta Chico e o outro dia chegou.

Entre o fim de 2019 e o início de 2020 pude romper com algumas amarras que impediam que eu pudesse tomar algumas decisões necessárias, eu sabia, mas que iriam me custar caro. Felizmente o fogo queimou o tronco e a fumaça seguiu seu destino, sem questionar para onde o vento  a conduziria.

A fumaça se foi e a chuva chegou como quem nada tinha a ver com aquela realidade e, com a delicadeza de uma deusa romana ela lavou as últimas marcas das cinzas que marcavam as estruturas externas e internas do templo. O templo está limpo, é tempo de renovação.

O que vou fazer com essa possibilidade? Estou mais forte do que nunca. Invencível eu diria, só espero que o medo que se foi tenha deixado sabedoria para enfrentar os novos desafios. 

Sugiro que ouçam Piotr Ilitch Tchaikovski, pode não ser a solução para os problemas que virão, mas certamente vai proporcionar uma bela trilha sonora para as emoções do cotidiano vivido. 

Ah! Os povos que estão na outra margem desse grande rio chamado vida, o que devo fazer com eles? E se eles tentarem nadar até o meu lado do rio? O que devo fazer? Eu ainda não sei, mas se me conheço bem...

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