31 de jul de 2016

Febre nos EUA, Pokémon Go preocupa pais e entidades de proteção à infância

Pokémon-Go, jogo virtual da empresa japonesa Nintendo para smartphones
No Pokémon Go, os jogadores usam os celulares para “procurar” os personagens pokémonsLeandra Felipe/Agência Brasil

Assaltos, furtos, atropelamentos, tiroteio e até um caso de tentativa de estupro são alguns dos crimes reportados nos Estados Unidos contra jogadores do Pokémon Go – jogo virtual da empresa japonesa Nintendo para smartphones que deve ser lançado hoje (31) no Brasil. Desde que foi disponibilizado no mercado norte-americano, o jogo virou uma febre para jovens e adolescentes, e passou a ser um motivo de preocupação para pais e autoridades.

A polícia de vários estados do país tem alertado a população sobre os cuidados que se deve ter ao utilizar o aplicativo. No Pokémon Go, os jogadores usam os celulares para “procurar” os personagens pokémons, os mesmos da série animada dos anos de 1990.

O objetivo do jogo é capturar todos os animais. O aplicativo mistura o mundo virtual com o real. Isso porque o jogador tem perfil dentro do jogo e caminha no mundo real como se estivesse dentro do aplicativo.

Nos Estados Unidos, é comum ver nos parques das grandes cidades e shopping centers grupos de jovens andando no meio da rua enquanto olham para o celular, jogando com conhecidos e também com desconhecidos.
O Pokémon Go se tornou uma febre entre crianças e adolescentes nos Estados Unidos
O Pokémon Go se tornou uma febre entre crianças e adolescentes nos Estados UnidosLeandra Felipe/Agência Brasil

A Agência Brasil visitou um shopping no norte de Atlanta, Geórgia, e encontrou vários adolescentes jogando em grupo. Peter Thompson, 16 anos, aproveitou o dia para jogar com os amigos, enquanto os pais faziam compras.

“Eu adoro jogar com meus amigos e é mesmo viciante, porque a gente sai andando e nem se dá conta. Parece que a gente entra no jogo”, contou.

Aproveitando a febre, estabelecimentos comerciais oferecem ofertas para jogadores. O cartaz em uma lanchonete convida os usuários para jogar no local, receber dicas de treinamento e ganhar 15% desconto no menu do dia.

Segurança

Quanto mais se joga, mais exposto ao perigo. Isso porque os dados do usuário são compartilhados. Enquanto está de olho no celular, o jogador caminha pelas ruas de verdade e as informações são compartilhadas por meio de geolocalizadores (Google Maps).

Qualquer jogador pode localizar outra pessoa que esteja jogando nas proximidades. Por causa disso, foram registrados casos em que desconhecidos atraíram jogadores com pistas falsas de pokémons para que pudessem roubá-los.

O Departamento de Polícia de Irving, no Texas, criou um vídeo para tentar conscientizar os jogadores sobre o perigo de dirigir enquanto usa o aplicativo, assim como andar na rua desatento, sob o risco de atropelamentos e assaltos, além de outras situações de risco.

Além de alertas policiais, entidades que defendem direitos das crianças e adolescentes trabalham para orientar os pais e educadores nos países em que o jogo já está disponível: Austrália, Japão, Nova Zelândia e Reino Unido, além dos Estados Unidos.

A NSCC – organização não governamental (ONG) do Reino Unido que trabalha com prevenção de crimes, de violência e abuso contra a infância – lançou na internet um guia (disponível em inglês) com dicas para que pais possam ajudar os filhos e protegê-los quando usarem o aplicativo.

No guia, a ONG recomenda que os usuários do Pokémon Go joguem somente em locais conhecidos e com amigos em grupo, nunca em lugares desconhecidos e tarde da noite, por exemplo.

No caso de filhos pequenos, a orientação é que os pais permaneçam ao lado deles. A ONG também recomenda que o aplicativo seja usado em parques e não em ruas movimentadas, por exemplo, para evitar exposição aos riscos de acidentes de trânsito.

Lucro da Nintendo

Desde o lançamento do jogo, as ações da Nintendo aumentaram mais de 25%. O valor de mercado da companhia subiu de US$ 7 milhões para US$ 500 milhões.

Nos Estados Unidos, alguns escritórios de advocacia já começam a estudar como podem demandar a empresa em casos de problemas causados aos jogadores.

Um ponto polêmico por exemplo é o fato de o aplicativo ter acesso a todos os dados de localização dos jogadores. A Nintendo já se pronunciou e disse que vai estudar medidas de segurança. Entretanto, o aplicativo usa as informações do usuário disponíveis em outras bases de dados como o Google.

Fonte: EBC

28 de jul de 2016

Lula recorre à ONU e diz ser perseguido pelo juiz Sérgio Moro

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou hoje (28) uma petição ao Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) afirmando ser vítima de violação de direitos humanos em razão das ações da Operação Lava Jato.

Segundo a petição, Lula se diz perseguido pelo juiz Sergio Moro, responsável pela operação na primeira instância, a quem acusa de abuso de poder.


Rio de Janeiro - Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa do lançamento da campanha Se é público é para todos, organizada pelo Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas (Fernando Frazão/Agência Brasil)
Para a defesa de Lula, a petição é uma resposta aos atos do juiz Sérgio MoroArquivo/Fernando Frazão/Agência Brasil

A defesa de Lula reclamou o que considera “atos ilegais” praticados por Moro, entre eles a gravação e divulgação de conversas privadas dele com advogados e também com a presidenta afastada Dilma Rouseff, além da condução coercitiva para um depoimento no dia 4 de março.

A peça foi protocolada na sede do Comitê, em Genebra, na Suíça. Segundo a defesa, o documento é uma resposta aos atos de Moro, que “não podem ser satisfatoriamente corrigidos na legislação brasileira".

Conforme a petição, Lula pode sofrer violações de direitos humanos e abuso de poder por parte de Moro e dos procuradores da força-tarefa da Lava Jato. Entre as possíveis violações, o documento lista “invasão de privacidade, prisão arbitrária, detenção antes do julgamento, presunção de culpa e incapacidade de afastar um juiz tendencioso”.

No documento, a defesa informou que Lula sempre se submeteu voluntariamente a pedidos de interrogatórios da polícia ou do Ministério Público e que não procura o Comitê Internacional com a pretensão de estar acima da Lei.

"Como um ex-presidente, ele não exerce qualquer função ou detém qualquer privilégio, e sempre auxiliou a polícia e os procuradores quando chamado a prestar esclarecimentos em inquéritos policiais ou outros procedimentos investigatórios", acrescentou o documento.

Parcialidade

Além da declaração de que os atos de Moro foram ilegais, os advogados também pedem a declaração de parcialidade do magistrado e que investigação seja conduzida por um “juiz imparcial”.

“Lula busca uma decisão nesse sentido pelo comitê, na esperança e expectativa de que seus pontos de vista sobre essas queixas não só irão fornecer alguma compensação pela violação de seus direitos, mas vão ajudar os futuros governos na elaboração de leis e procedimentos que possam aprimorar o combate à corrupção, enquanto protegem os direitos básicos dos suspeitos”, destacou a peça.

Na petição, a defesa informou que, em razão da conduta adotada por Moro, Lula teve violado seu direito de presunção de inocência, estando ainda suscetível a ser detido e preso a qualquer momento.


Juiz federal Sérgio Moro
Na petição, a defesa informou que, em razão da conduta de Moro, Lula teve violado o direito da presunção de inocênciaArquivo/Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

“Esse juiz é conhecido por manter suspeitos da Operação Lava Jato presos por tempo indeterminado, em detenção, até que eles façam delação premiada. Eles não têm direito a habeas corpus ou acesso a um tribunal que decida pela sua soltura, a não ser um ‘tribunal’ composto pelo próprio juiz Moro. Embora o reclamante ainda não tenha sido preso, na qualidade de suspeito declarado ele está vulnerável.”

O documento citou as investigações em torno da suposta propriedade de Lula de um sítio em Atibaia, no interior de São Paulo, e de um apartamento em Guarujá, no litoral paulista.

O ex-presidente nega as acusações e disse que apoia as investigações desde que sejam feitas de “maneira justa e transparente”.

“Ele [Lula] tem, repetida e enfaticamente, negado que tenha conhecimento, tampouco que tenha aprovado tais crimes ou recebido qualquer dinheiro ou favores como "propina" por ações ou decisões que ele tenha tomado quando presidente do Brasil, ou em qualquer outro momento”, concluiu a petição.

Fonte: EBC - Creative Commons Atribuição 3.0

26 de jul de 2016

Mais valia Digital


Os riscos de um negócio em expansão

Um vídeo recente de uma batida de carros publicado na página do Facebook do site The Lad Bible termina com um pedido aos espectadores para enviarem vídeos mediante pagamento. Seria esta uma prática perigosa ou normal?

O conteúdo gerado pelo usuário é um grande negócio. A abundância de smartphones e câmeras pequenas, portáteis, deu às organizações de mídia e aos publishers online um lucro inesperado com material barato – e até gratuito – para para adicionar às matérias jornalísticas e atrair audiência.

No entanto, o uso de vídeos enviados por membros do público sem treino e inexperientes trouxe sérias considerações, de ordem ética, sobre a segurança desses colaboradores. Atualmente, muitos publishers estão determinados em garantir que qualquer pessoa que envie um vídeo não corra riscos desnecessários. Mas quando se tem certeza que determinados momentos emocionantes captados pela câmera irão gerar milhares de vídeos e compartilhamentos, as consequências de incentivar vídeos de natureza semelhante devem ser seriamente levadas em consideração.

Num vídeo publicado na página do Facebook do site The Lad Bible na segunda-feira (11/07), abaixo da legenda “Você alguma vez já viu alguém tão tranquilo depois de uma batida de carro?”, um homem capota seu carro evitando por pouco outra batida numa estrada do interior da Grã-Bretanha. O vídeo, que já foi visitado mais de 10 milhões de vezes, termina com um gráfico incitando os espectadores: “Filme. Envie o vídeo. Use-o. Qualquer vídeo aproveitado recebe 100 libras [R$ 430,00]!”

Códigos de ética

A BBC tem diretrizes para conteúdo gerado pelo usuário (user-generated content – UGC) instaladas desde 2006 e a primeira delas refere-se diretamente à segurança do colaborador, dizendo: “É fundamental que não incentivemos nossas audiências a porem em risco a segurança de duas equipes ou de outros, para coletar material para enviar à BBC.”

De forma semelhante, sua diretriz para colaboradores estimula: “Se você tirar uma fotografia de um evento, você deveria evitar situações de perigo, para você para outros, correndo riscos desnecessários ou violando qualquer lei.”

As organizações jornalísticas estabeleceram códigos de ética em torno do envio de conteúdo gerado pelo usuário – UGC porque já morreram colaboradores – e continuam morrendo – no processo de divulgar as informações. É um peso que nenhum publisher responsável quer em sua consciência. Esperemos que os colaboradores do site The Lad Bible não corram riscos semelhantes.

Fonte: Observatório da Imprensa - Título Meu.

25 de jul de 2016

Escola e o preparar para o trabalho, de quem?

Não posso aceitar um sociedade na qual uma em cada cinco crianças nasce na pobreza, condição que piora a cada dia. Também não posso aceitar como legítima uma definição de educação na qual nossa tarefa e´preparar os alunos para "funcionarem" facilmente nos "negócios" de tal sociedade. Um país não é uma empresa A escola não é  parte dessa empresa, e sua função não é buscar produzir incessantemente o "capital humano" necessário para administrá-la. Realmente acabamos com nosso próprio conceitos de bem-comum se pensarmos na situação dramática da educação sob esses termos. É algo que diminui o papel dos professores e cria um processo educacional que permanece desconectado das vidas de muitas crianças.
Michael Apple



Quando a escola limita-se a querer preparar para o trabalho, significa que ela está disposta a contribuir com a estrutura de poder imposta e que, para tanto, ajudará fornecendo mão de obra especializada, ordeira e dependente.

Não é isso que meus alunos esperam da escola, se a eles lhes fossem dado o direito de escolha, qual seria a escolha deles? Lembrando que só podemos escolher o que conhecemos. Como posso escolher verde se só me apresentam o azul?

24 de jul de 2016

PT confirma candidatura de Fernando Haddad à reeleição em São Paulo

O ex-presidente Lula e o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, candidato à reeleição pelo PT Instituto Lula

O atual prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, concorrerá à reeleição, pelo PT. O ex-deputado federal e ex-secretário municipal da Educação Gabriel Chalita, do PDT, completa a chapa como candidato a vice-prefeito. A candidatura foi confirmada neste domingo (24), em convenção municipal do partido, no Sindicato dos Bancários. Na eleição de outubro, o PT terá apoio do PDT, PR, PCdoB e Pros.

“Precisamos de mais quatro anos para consolidar tudo o que começamos na cidade de São Paulo. E não foi pouco o que começamos”, afirmou Haddad. Ele citou como conquistas de seu governo as faixas exclusivas de ônibus, as ciclofaixas, a queda no número de atropelamentos e também de mortes de ciclistas, o fim da aprovação automática nas escolas e o fim da inspeção veicular pela Controlar.

De acordo com o candidato, o que está em jogo nessa eleição é muito mais do que um partido, é muito mais que um candidato. "O que está acontecendo no país é um retrocesso, do ponto de vista civil, do ponto de vista político, do ponto de vista trabalhista e do ponto de vista social. Se não tivermos consciência disso, não vamos para a rua com a energia necessária para ganhar a eleição. Mas, se tivermos consciência histórica do que nos cabe neste momento, vamos oferecer à sociedade de São Paulo o que ela nunca vislumbrou, que é um projeto de cidade consolidada”, acrescentou o prefeito.

Participaram da convenção o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva; o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT); o presidente nacional do PT, Rui Falcão; o ex-senador Eduardo Suplicy, o presidente estadual do PT, Emídio de Souza; a vice-prefeita Nádia Campeão; além de dirigentes do PCdoB, PR, PDT e Pros.

Educação estadunidense em campanha

"Una buena educación pública es la clave para preparar a nuestros niños para el futuro"


Site em espanhol de Hillary Clinton


La educación debería ser el gran factor que abra las puertas, y aun así sabemos que con frecuencia no resulta ser de esa manera. Pienso que todos los niños en este país merece un buen maestro en una buena escuela sin importar el lugar en el que vivan

Hillary, 10 de marzo de 2016.

Fonte: https://www.hillaryclinton.com/es/issues/educacion-k-12-desde-el-jardin-infantil-hasta-la-secundaria

22 de jul de 2016

Emenda ao PL 1560/2016 passa com oito assinaturas!

Reprodução: Sintrasem
A última quinta-feira (21/7) foi uma tarde de fortes emoções na Câmara Municipal de Florianópolis. Os trabalhadores, mesmo os da educação em período de férias, lotaram a frente e o interior da câmara fazendo jus à “casa do povo”, como esse espaço deveria ser. A categoria expulsou das galerias os comissionados convocados pelo prefeito César Souza Júnior (PSD) para acompanhar a sessão. Os vereadores ligados ao executivo tentaram inúmeras manobras! No fim, sob pressão dos servidores públicos munidos de cartazes e palavras de ordem, a emenda ao Projeto de Lei 1560/2016, apresentada pelo vereador Afrânio Boppré (PSOL), passou com oito votos.

Agora o texto da emenda deve ser analisado pela Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) antes de voltar à pauta para ser votado. 
A emenda que altera o entendimento sobre o processo de funcionamento do cálculo atuarial no PL 1560 dá mais tempo para a organização da categoria.

Fonte: Sintrasem

21 de jul de 2016

Vote CONTRA!



ESTA ACONTECENDO UMA  CONSULTA ON-LINE SOBRE O PROJETO DE LEI ESCOLA SEM PARTIDO. POR FAVOR VOTEM E AJUDEM A DIVULGAR. ENTRE NO SITE E SE CADASTRE

https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=125666

17 de jul de 2016

Fim de tarde


Imagem didática, mas não na escola sem partido

Foto: Reprodução Facebook

TODOS IGUAIS... Por mim Rasgaria meu título

"Estamos cansados destes políticos de carreira...Estamos cansados de apostar... vestir a camisa... acreditar... e depois É TUDO IGUAL... TODOS IGUAIS... Por mim Rasgaria meu título,,,não pretendo colocar mais ninguém lá... pra me roubar e mentir... Demorei mas cansei..."

Esse desabafo (feito em uma rede social) me inspirou na seguinte reflexão: 

Caríssima peço licença para fazer um comentário sobre sua fala. Não creio que todos os políticos sejam igual, não é possível que isso seja verdade. Assim como nem todos os médicos são iguais, nem todos os professores são iguais, nem todos os filhos são iguais, não seria na política que encontraríamos a homogeneidade de caráter e ações. Tenho procurado valorizar meu direito de escolha pelo voto, que diga-se de passagem, foi conquistado com muito sacrifício pelos brasileiros que me antecederam na história desse nosso país. Acerto sempre? Não. Mas não assumo o erro sozinho pois, infelizmente a democracia representativa não é, ao meu ver, a melhor forma de democracia, possibilitando muitas situações anti-democráticas de interesses de grupos privados e não do interesse do coletivo popular, contudo essa é a democracia que temos e, certamente, é melhor que não tê-la. Muitos dos políticos que eu escolho, desde os meus 16 anos, para representar o povo (em nível municipal, estadual ou federal), no executivo ou no parlamento sequer são eleitos, mas em hipótese alguma deixarei de continuar votando. Rasgar o título (simbólico) é rasgar um direito e a luta pela cidadania me ensinou que ser cidadão é lutar pelos direito, inclusive o direito a ter direitos e jamis abrir mão deles. Somos seres políticos, esse nosso diálogo mostra isso, e somos diferentes. Ser diferente é ser humano, errar é humano! O que não podemos deixar é que outros errem em nosso nome e, por isso, jamais deixe de votar e depois do voto dado, jamais deixe de acompanhar seu representante, mesmo aquele que não recebeu seu voto, ele é sim seu representante. Alguns políticos nem sabem disso, pois ignoram deliberadamente os eleitores/cidadãos quando seus interesses são expostos por quaisquer perguntas que fazemos sobre seu comportamento parlamentar (que deveria ser público por princípio). Eu sei que por trás de cada opinião há uma história de vida (alegrias e decepções) e que todas elas devem ser, de certo modo, ouvidas e respeitadas, mas não podemos deixar que nossa opinião se feche em si mesma, possibilitando assim a manutenção de um poder político que não queremos mais, um poder político que se alimenta da decepção do povo e que se sustenta com a aversão à política. Para banir os maus políticos da política é necessário apenas um voto, o seu. E lembre-se há muitos honestos e bons políticos esperando seu voto e todos eles são humanos.

16 de jul de 2016

Por que voto secreto?

O que você acha disso?

Sempre professorAs

Por qual motivo toda vez que há esses "contos" de professores "destruídos", sempre se reproduz com uma figura feminina? Olha aí as possibilidades de discussão em Sala de Aula.

Imagem: Reprodução da Internet

PL 1560/2016: mais um ataque à previdência dos trabalhadores

O Projeto de Lei 1560/2016 é o mais novo ataque contra os trabalhadores! Prepararmos um especial com artigos sobre o PL e a importância da luta pela previdência social pública e solidária para todos! Fique com o primeiro artigo da série:
O Projeto de Lei Complementar 1.560/2016 que tramita na Câmara Municipal de Vereadores desde a segunda quinzena de junho deste ano, propõe alterar a Lei n.349 de 2009 que dispõe sobre a organização do regime próprio de previdência dos servidores municipais de Florianópolis. Seu ponto central está na passagem do fundo financeiro para o fundo previdênciário dos segurados com idade igual ou superior a 65 anos até 31 de maio de 2016.   
Ao propor no PL 1.560 o Prefeito César Souza Júnior se desobriga em contribuir com uma parte que deveria ser repassada para manutenção do fundo financeiro, além de que essa segregação de massas no fundo previdênciário irá acelerar o equilíbio atuarial. Com isso deixa claro a estratégia de calote aos trabalhadores e aposentados: quer fazer dinheiro às custas do nosso suor, aplicando medidas que objetivam salvar sua própria pele tentando baixar o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal com vistas ao prosseguimento de sua carreira política.
Não nos enganemos! A gestão César Souza Júnior não está preocupada  em reduzir gastos para atender nossos direitos, pagar o PCCV do Civil, autorizar as licênças-prêmios, dar condições de segurança, materiais e equipamentos à saúde, educação, assistência, obras... Ao contrário! Nesses quase quatro anos de gestão a resposta aos trabalhadores e população foram cortes brutais nos serviços públicos, enquanto os principais empresários da cidade encheram os bolsos com o dinheiro que deveria ser nosso.
Outro problema grave que o PL 1.560 apresenta é que não apresenta estudo atuarial prévio. O PL estabelece que este seja feito apenas após 180 dias da aprovação da Lei, o que demonstra além do descaso e irresponsabilidade do prefeito com a previdência seguindo o estilo “vamos ver o que acontece”, seu desespero em colocar a mão em nosso dinheiro para dar conta das promessas de campanha.
Cabe destacar o que não tá explicito nesse projeto, mas que caso seja aprovado, será a porta de entrada para outros ataques como o aumento da alíquota por parte dos trabalhadores e a instituição da previdência complementar, ou seja, para os servidores que receberem acima de um determinado teto, terão que pagar a mais para sua aposentadoria.
Não restam dúvidas de que o PL 1.560 é um ataque frontal a nossa previdência e temos que continuar nos organizando e mobilizando para que juntos possamos varrê-lo da Câmara para nunca mais voltar!
GLOSSÁRIO DA PREVIDÊNCIA
Fundo Financeiro: destinado aos servidores ingressados no serviço público antes de 2009 e funciona por regime de repartição simples
Fundo Previdenciário: destinado aos servidores ingressados no serviço público depois de 2009 e funciona por regime de capitalização
Segregação de Massas: separação dos membros do regime próprio em dois grupos
Cálculo Atuarial: uso de conhecimentos específicos de matemática e estatística para análise de riscos e expectativas.
Fonte: Sintrasem

15 de jul de 2016

Dica para as férias: cinco técnicas para ajudar a criança a meditar

Não consegue nem imaginar aquela criança que parece ligada na tomada sentadinha de olhos fechados, completamente imóvel por mais de cinco segundos? Pois saiba que isso é possível. Claro que não é de um dia para o outro. A meditação se aprende. E, principalmente, com o exemplo. 
Os benefícios valem a pena: redução da hiperatividade, melhoria no desempenho escolar, mais concentração e foco, menos estresse, nervosismo e ansiedade. 
Deborah Rozman, autora do livro Meditação para Crianças, dá três regras básicas para conseguir isso:
"A primeira delas é que a criança não deve se sentir obrigada a praticá-la. A segunda é que o baixinho deve meditar por pouco tempo, alguns minutos apenas. As crianças se distraem muito. A terceira dica é que toda meditação deve seguir uma orientação de adultos, pelo menos no início"

Comece com um minuto apenas. Vendo que a criança consegue se concentrar, vá aumentando o tempo de prática gradativamente.
Algumas técnicas podem ajudar a criança a entrar no estado meditativo:

1) Concentrar na respiração

A técnica baseada no "mindfulness", é bem simples. Peça para a criança se sentar confortavelmente e se concentrar no ar que entra e no ar que sai. Pode ser algo como: "feche seus olhos e se concentre na sensação: o ar que entra friozinho pelo seu nariz e enche o seu peito. Depois sai, esvaziando o peito e passa quentinho, saindo do nariz. Ar entra. Um, dois, três. Ar sai. Um, dois, três".
Outra técnica interessante é usar uma pedrinha, um cristal ou qualquer objeto pequeno e não chamativo em cima da barriguinha da criança deitada. Peça pra ela olhar para a pedrinha que sobe quando o ar entra e desce quando o ar sai.

2) Focar o olhar em um ponto

Pode ser a chama de uma vela, um catavento que gira, um pêndulo, a fumacinha de um incenso. A intenção é que a criança consiga ficar só olhando a imagem por um tempo determinado.

3) Ouvir o sino

Um som que se extende e silencia lentamente é também um jeito bem fácil de fazer as crianças se concentrarem, principalmente as pequenas. Pode ser um sino, a corda de um violão, a nota de um violino, um bowl, até um tambor. Peça para que fechem os olhinhos e escutem o som até ele acabar e o silêncio aparecer. Faça um número de repetições que não canse a criança.

4) Repetir palavras ou frases

 A simples repetição, desde que não seja entediante para a criança, já conduz a um estado meditativo. Podem ser palavras simples como amor, saúde, paz, alegria. Ou frases com um sentido bonito: "Quero tornar-me aquilo que sou: uma criança feita de luz" ou "Do meu coração brotam o amor e a luz que enchem o mundo de paz".

5) Imagens mentais

O adulto pode conduzir uma meditação guiada e relaxante com uma historinha de fácil entendimento. Por exemplo: "Deite-se e feche os olhos. Imagine que agora é uma bonequinha de pano, bem molinha, que se esparrama pelo chão. Sinta os pés molinhos, as pernas, a barriga, as mãos, os braços, os ombros, o pescoço e a cabeça. Tudo está molinho e esparramado". Pode ser a água de uma praia que molha os pés, pernas e braços. Pode ser uma rede que balança para lá e para cá. O tom de voz tem que ser suave. Você pode usar um fundo musical e um incenso calmante também.
Fonte: EBC

14 de jul de 2016

Senadora questiona renegociação das dívidas estaduais

Para Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), a renegociação da dívida dos estados com a União prejudica o Norte e o Nordeste e favorece apenas as unidades mais ricas da Federação.

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Ela defendeu alterações na renegociação da dívida e citou carta encaminhada a Temer na qual 14 governadores do Norte e Nordeste cobram tratamento igualitário e o ressarcimento de perdas de repasses. Pela proposta apresentada pelo governo, disse, a União abdicará da arrecadação de R$ 50 bilhões, o que indica redução futura no repasse de recursos aos estados mais pobres.

Fonte: Jornal do Sendo

Presidência da Câmara dos Deputados

13 de jul de 2016

Em entrevista, Dilma diz que governo interino “é a cara” de Eduardo Cunha

A presidenta afastada Dilma Rousseff disse hoje (13) em entrevista à Rádio Itatiaia de Belo Horizonte que as políticas implementadas pelo governo interino são influenciadas pelo deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Segundo ela, a dependência do presidente interino, Michel Temer, ao ex-presidente da Câmara dos Deputados é tão clara que ninguém se surpreendeu com a notícia de que ambos se reuniram reservadamente numa noite de domingo há algumas semanas. O encontro aconteceu no dia 26 de junho, no Palácio do Jaburu.
“Ninguém pode duvidar que este governo é a cara do Eduardo Cunha. Pode ter três ou quatro pessoas indicadas pelo presidente interino e ilegítimo, mas o conjunto da obra é do Eduardo Cunha”, disse.

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Sucessão
Sobre a sucessão na presidência da Câmara, em votação que ocorrerá esta noite, Dilma disse que o processo é uma oportunidade para a Casa se reerguer. A petista espera que o resultado reduza a influência de Eduardo Cunha no Congresso.
“Tenho certeza que a maioria da Câmara é integrada por deputados que têm compromisso com o país. Espero que eles façam valer essa posição. Porque nós teremos segundo turno. E eu torço para que vença aquele que tiver mais idoneidade e mais independência. E que não seja alguém que tenha votado a favor do impeachment.”
Perguntada se está arrependida da aliança com o PMDB, Dilma disse que não. Segunda ela, a legenda tem sua importância na história da democracia brasileira e tem em sua trajetória nomes que precisam ser respeitados como Ulysses Guimarães. No entanto, a presidenta afastada lamentou o que considera uma mudança no perfil do PMDB. “O signo maior da mudança é o deslocamento para a Câmara da força que controlava o PMDB. E dentro dessa força surgiu um elemento muito grave que é a política de Eduardo Cunha”, criticou.
Programas
Dilma também não poupou críticas às políticas adotadas pelo governo interino. Segundo ela, Michel Temer não foi eleito para cumprir o programa que está querendo cumprir. “Não foi eleito para extinguir o Ministério da Cultura e depois voltar atrás. Não tiveram votos para isso, não passaram pelo crivo das urnas para defender que no Brasil tenha um programa de saúde com exigências menores do que aqueles que a Agência Nacional de Saúde estipula. Não foi eleito para interromper o Minha Casa, Minha Vida ou o Pronatec”, citou.
Segundo Dilma, as pessoas estão perplexas diante das medidas tomadas pelo presidente interino. “Algumas delas são mera continuidade daquilo que nós vínhamos fazendo. Mas outras medidas representam uma grande ruptura com os direitos coletivos e individuais das pessoas.”
Defesa
Na entrevista, Dilma disse que irá ao plenário do Senado fazer sua defesa no processo deimpeachment. Na comissão que analisa as denúncias contra ela, a defesa de Dilma foi feita por seu advogado, o ex-ministro José Eduardo Cardozo, que leu um texto da petista.
“Não fui à comissão porque ali não estão todos os senadores. E eu preciso do voto do conjunto dos senadores”, justificou. Dilma disse que considera o momento duro. “Ao mesmo tempo, acredito muito na minha volta. Estou lutando para persuadir o Senado das razões que estão do meu lado”, disse a presidente afastada.
Dilma voltou a classificar de golpe o processo de impeachment, mas fez uma diferenciação em relação aos acontecimentos políticos de 1964, quando os militares tomaram o poder no país. “Se a democracia fosse uma árvore, no caso da ditadura militar se corta o tronco com um machado. Acaba a democracia, a liberdade de imprensa, o direito de organização, os direitos políticos das pessoas, o habeas corpus, etc”, comparou.
“Agora os estudiosos chamam de golpe branco ou golpe frio, que é um golpe que se dá no confronto entre os dois poderes, o Legislativo e o Executivo. É como se essa árvore fosse atacada por parasitas e esses parasitas contaminam as instituições. Daí a importância de se respeitar as instituições. Você pode não concordar com as instituições, mas elas estão lá”, acrescentou.
Fonte: EBC

Dilma sobre a educação

Coração valente!

5 de jul de 2016

Senadora defende propostas que baixam preço do livro

Após ter participado de um debate sobre políticas para o fortalecimento do livro na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), Fátima Bezerra (PT-RN) defendeu projetos que ela apresentou. 

A senadora citou o que institui a Política Nacional do Livro e da Escrita e o que fixa o preço do livro. O objetivo, disse ela, é reduzir o preço para o consumidor. Fátima também condenou a alteração da biografia de Paulo Freire no site Wikipedia. 

No texto, consta que o educador participou “de um projeto de educação atrasado, de caráter doutrinário marxista e manipulador”.

Fone: Jornal do Senado

4 de jul de 2016

Reflexos de um velho Brasil

http://m.agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2016-06/cai-numero-de-pretos-e-pardos-aceitos-pelo-vestibular-da-usp-em-2016

3 de jul de 2016

Homens invisíveis

Quase duas mil pessoas vivem nas ruas de belo horizonte

Ataques em Bagdá matam ao menos 125 pessoas

Ao menos 125 pessoas morreram e 150 ficaram feridas neste domingo (3) em dois atentados terroristas em Bagdá, informaram autoridades iraquianas. Entre os mortos, estão 25 crianças.
Segundo informações oficiais, um carro-bomba explodiu no bairro de Karada, no centro da capital, em um local repleto de jovens e de famílias que celebravam o fim do Ramadã, o mês sagrado dos islâmicos. Poucas horas antes, na parte oriental da cidade, outro carro-bomba explodiu. Ambos os ataques foram reivindicados pelo grupo terrorista Estado Islâmico.
O governo do Iraque retomou recentemente a cidade de Fallujah das mãos do Estado Islâmico. De acordo com fontes iraquianas, os ataques de hoje foram uma espécie de vingança pela ação militar na cidade.