31 de mai de 2012

Aula cartográfica

Amanhã (1º de junho) continuaremos o estudo dos mapas com os 6º anos. Faremos nossas primeiras leituras utilizando o mapa de parte do Ribeirão da Ilha ( Alto Ribeirão e Tapera).

A turma 65 continuará suas entrevistas sobre o descarte do óleo de cozinha. Entrevistaremos alunos e pais.

Se vocês possuem sugestões para nossas aulas, deixem um comentário aqui em nosso blog.

E não deixem de visita o nosso site www.santiago.pro.br

30 de mai de 2012

Ensino de geografia para deficientes visuais



20120530-132622.jpgApesar de já estar muito desenvolvida em termos mundiais, a cartografia tátil – área da cartografia voltada à criação de mapas, globos terrestres e maquetes para o ensino de geografia para deficientes visuais – ainda é pouco difundida em países como o Brasil.

Isso porque as tecnologias existentes no mundo para produzir esses materiais cartográficos, que podem ser lidos por meio do toque por pessoas cegas ou com baixa acuidade visual, ainda são muito sofisticadas e caras, o que impossibilita sua utilização em salas de aula de escolas públicas no país.

Mas, nos últimos anos, pesquisadores de algumas universidades no Brasil e de outros países têm se dedicado ao desenvolvimento de materiais didáticos simples, adaptados para a linguagem cartográfica tátil, que podem ser facilmente utilizados por professores e alunos do ensino fundamental e médio.

As experiências dos principais grupos de pesquisadores do Brasil e do Chile que realizam estudos na área de cartografia tátil são narradas no livro Cartografia tátil: orientação e mobilidade às pessoas com deficiência visual.

A publicação reúne artigos de pesquisadores da Universidade Tecnológica Metropolitana de Santiago do Chile (UTME), Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e de outras instituições.

“Apesar de materiais cartográficos táteis serem produzidos desde o início do século 19 em nível mundial por professores, pais e voluntários, essa área ainda é pouco conhecida no Brasil e na América Latina, mesmo no meio acadêmico”, disse Maria Isabel Castreghini de Freitas, professora do Instituto de Geociências e Ciências Exatas da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Rio Claro, e uma das organizadoras do livro, à Agência FAPESP.

Por meio de um projeto de pesquisa, realizado com apoio da FAPESP, os pesquisadores da Unesp de Rio Claro desenvolveram nos últimos anos maquetes, mapas e jogos didáticos, adaptados para a linguagem cartográfica tátil.

Os materiais possuem relevo e diferentes texturas, além de sinalizações em braile e recursos sonoros, para facilitar o aprendizado de alunos com deficiência visual.

Já os materiais didáticos para os estudantes com baixa acuidade visual possuem cores fortes e tamanho de letras aumentadas e podem ser utilizados tanto por deficientes visuais como por alunos que não possuem problemas de visão, visando a integração dos estudantes em sala de aula.

“O objetivo é que esses materiais táteis sejam utilizados em atividades e aulas integradas, reunindo estudantes cegos ou com baixa visão com os que enxergam, conforme as diretrizes das atuais políticas de inclusão de alunos com necessidades especiais na educação infantil e no ensino fundamental”, explicou Freitas.

Inicialmente, os materiais são desenvolvidos em laboratório, com base no conteúdo dos cursos de geografia nos diferentes níveis do ensino. Depois são levados para escolas com alunos cegos ou com deficiência visual, para serem testados e aprimorados com ajuda dos próprios estudantes e dos professores.

Noção de espaço

Aos professores são oferecidos cursos de formação, em que eles aprendem a utilizar o programa de computador Mapavox, que possibilita incluir dispositivos sonoros em maquetes e mapas.

O software foi desenvolvido pelos pesquisadores da Unesp em parceria com José Antonio dos Santos Borges – pesquisador do Núcleo de Computação Eletrônica (NEC) da UFRJ, que criou o primeiro sistema para auxiliar pessoas cegas a usarem computador, o Dosvox.

“Quando desenvolvemos os materiais, percebemos que eles eram um pouco limitados em termos de possibilidade de exploração pelos alunos cegos ou com baixa acuidade visual e que, se além das diferentes texturas eles possuíssem som, seria possível aumentar a interação dos estudantes com os materiais. Por isso, procuramos o professor Borges e propusemos que ele desenvolvesse um sistema de materiais didáticos com recursos sonoros”, contou Freitas.

Por meio de comandos específicos, o sistema computacional permite acionar sons em uma maquete, mapa ou um jogo didático conectado a um computador, facilitando a orientação de um estudante cego na exploração do material didático que, até então, só ocorria pelo tato, ampliando suas possibilidades de percepção e sua compreensão do espaço.

Ao percorrer uma maquete de uma praça central de uma cidade, por exemplo, o estudante pode tocar botões que emitem sons do sino de uma igreja, do barulho de uma fonte de água e da música tocada pela banda de um coreto.

“São mensagens e sons curtos que têm algum significado para estudantes cegos. Nosso maior desafio neste trabalho é entender como eles adquirem a noção de espaço, que é fundamental no ensino de geografia”, disse Freitas.

“Para isso, começamos utilizando maquetes da sala de aula, da casa e do caminho que percorrem para vir à escola de modo a entender como concebem o espaço e o ambiente ao seu redor”, disse.

Cartografia tátil: orientação e mobilidade às pessoas com deficiência visual
Organizadores: Maria Isabel Castreghini de Freitas e Silvia Elena Ventorini
Lançamento: 2011
Mais informações: http://loja.livrariadapaco.com.br/cartografia.html

Originalmente publicado em: Agência FAPESP http://agencia.fapesp.br/15659

27 de mai de 2012

Um pouco mais sobre Regiões

Caros alunos, para entender um pouco mais sobre o conceito de região deixo um link http://www.santiago.pro.br/alunos/7ano/brasil_gerais/brasil_regioes/brasil_regioes.htm com informações sobre as regiões (macrorregiões) do Brasil, definidas pelo IBGE.

Aproveitem o fim de semana.

26 de mai de 2012

16 milhões na fila de espera

Agora que o IPI reduziu ficou fácil comprar carro. Vá já comprar o seu antes que acabe o estoque pois, com o fim do IPI, quem sabe os 16 milhões de pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza vão agora mudar o rumo de suas vidas (sic).

Eles só não têm Facebook, então alguém tem que avisá-los dessa "boa nova".

Brasil tem 16,2 milhões em situação de pobreza extrema, aponta IBGE. Em tempo, uma sugestão de mudança de slogan:"País rico é país com carro financiado para a classe média abobada" (sic).

17 de mai de 2012

Produção dos Alunos– Paralelos

linhasAtividade solicitada: Representar, em uma esfera, as principais linhas imaginárias da Terra (Paralelos) com seus respectivos nomes e graus.

Nome da Aluna: Maria Rita Lopes da Silva
Turma: 64
Data 10/05/2012.

Fonte: http://www.santiago.pro.br/alunos/6ano/producao_6ano.htm

16 de mai de 2012

Constituição


Nos Estados Unidos, o documento original da constituição do país é um dos tesouros guardados no Arquivo Nacional, em Washington, capital do país.
© Steve Bronstein—The Image Bank/Getty Images

Constituição
Uma constituição é um conjunto de regras que serve de guia para um país, um estado ou outras organizações políticas funcionarem. A constituição deve estabelecer quais são as divisões do governo, que poderes têm e como funcionam. Ela também deve estabelecer os direitos dos cidadãos. As outras leis de um governo não podem estar em desacordo com a constituição. A constituição pode ser emendada ou mudada, mas geralmente há mecanismos rígidos para impedir que isso seja feito a toda hora.

15 de mai de 2012

Senadores discutem critérios para escolha de livros escolares

A Comissão de Educação promoverá uma audiência pública para avaliar os critérios utilizados pelo Ministério da Educação (MEC) na escolha das obras que serão incluídas no Programa Nacional do Livro Didático.
A iniciativa do debate é de Kátia Abreu, que cobra mais transparência na escolha das obras.
Para a senadora, é direito do cidadão conhecer o nome do profissional que avaliou cada livro didático e entender por que cada obra foi aprovada ou reprovada.
Segundo ela, existem livros que são reprovados pelo Ministério da Educação para uso nas escolas públicas, mas que fazem parte da bibliografia das escolas privadas — o que seria uma contradição.
Além disso, de acordo com a senadora, o custo de avaliação dos livros está acima dos valores praticados pelo mercado. Do debate, participarão representantes da Associação Brasileira dos Autores de Livros Educativos, da Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares e do Ministério da Educação.

Fonte: http://www12.senado.gov.br/noticias/jornal/edicoes/2012/05/15/jornal.pdf Acesso em 15/05/2012. Editado.

E os professores do Ensino Básico, quando serão ouvidos?

Abolição da escravatura ainda não foi concluída no Brasil

20120515-213414.jpg
Fonte: http://www12.senado.gov.br/noticias/jornal/edicoes/2012/05/15/jornal.pdf Acesso em 15/05/2012.

13 de mai de 2012

RPEGeo

20120513-163003.jpgJá está no ar o a página do RPGeo, um projeto de Estudos e Pesquisas Geográficas que envolve alunos dos 6º anos da EBM Batista Pereira.
As atividades serão on line e qualquer pessoa poderá acompanhar toda construção e todo o processo de aprendizagem pelo link RPGeo.
Quer saber mais? Faça sua pergunta utilizando o comentário desse blog.

12 de mai de 2012

T65, Projeto Óleo de Cozinha

Nesta sexta feira (11/05) alguns dos alunos da T65 fizeram entrevistas com pais, alunos e funcionários da escola Batista Pereira, o objetivo principal era colher informações sobre como ocorre o descarte do óleo de cozinha após seu uso. As entrevistas foram filmadas e ao final do projeto será apresentado um mini-documentário. Acompanhem!!!

E em sua casa? Como é feito o descarte do óleo de cozinha em sua casa? Deixe, nos comentários do nosso Blog, a sua resposta.

11 de mai de 2012

Escalas

Escala gráfica

É a representação gráfica de várias distâncias do terreno sobre uma linha reta graduada. É constituída de um segmento à direita da referência zero, conhecida como escala primária. Consiste também de um segmento à esquerda da origem denominada de Talão ou escala de fracionamento, que é dividido em submúltiplos da unidade escolhida graduadas da direita para a esquerda.
A Escala Gráfica nos permite realizar as transformações de dimensões gráficas em dimensões reais sem efetuarmos cálculos. Para sua construção, entretanto, torna-se necessário o emprego da escala numérica.
O seu emprego consiste nas seguintes operações:
1º) Tomamos na carta a distância que pretendemos medir (pode-se usar um compasso).
2º) Transportamos essa distância para a Escala Gráfica.
3º) Lemos o resultado obtido.

esc_graf_ibge[4]

Fonte: IBGE

Escalas grandes e pequenas

A escala grande não é aquela que possui um número enorme. A escala 1:5.000 é grande pois a representação da realidade foi diminuída apenas 5.000 vezes, enquanto na escala 1:30.000.000 a representação da realidade foi diminuída 30 milhões de vezes, portanto a Escala 1:5.000 é maior que a 1:30.000.000.

Você pode usar o seguinte raciocínio, 1 dividido por 5 mil é maior que 1 dividido por 30 milhões.

Quanto maior a escala, maior o número de detalhes representados.

Outra regra a seguir é a seguinte:escala

F A L A N D O     N I S S O . . .

Vídeo que conceitua escala e mostra um Zoom a partir de Ratones - Florianópolis – SC

 

Zoom a partir da Ilha do Campeche - Florianópolis – SC

10 de mai de 2012

Linhas Imaginárias

Atividade solicitada: Representar, em uma esfera, as principais linhas imaginárias da Terra (Paralelos) com seus respectivos nomes e graus.

linhas

Nome da Aluna: Maria Rita Lopes da Silva
Turma: 64
Data 10/05/2012.

Linhas imaginárias da Terra – Paralelos.

linhasimaginarias

Gráfico de notas dos alunos do 6º ano

imageGráfico de notas da T61 do 1º bimestre de 2012.

imageGráfico de notas da T62 do 1º bimestre de 2012.

imageGráfico de notas da T63 do 1º bimestre de 2012.

imageGráfico de notas da T64 do 1º bimestre de 2012.

Para que servem os mapas e os gráficos?

Mapas e gráficos são essenciais no estudo da Geografia pela quantidade de informações que podem nos fornecer; são verdadeiras ferramentas de trabalho do geógrafo.
Por meio dos mapas podemos localizar pontos, determinar distâncias, estabelecer relações entre diversos fatos geográficos. Os mapas proporcionam informações tais como fluxo de transportes, migrações, fronteiras, localização de cidades, rios e montanhas.
Já os gráficos nos permitem representar, de forma visível, dados estatísticos sobre fenômenos naturais, questões demográficas e econômicas, e estabelecer comparações e relações entre eles. Também por meio da leitura e interpretação de gráficos, podemos conhecer muito sobre as características do clima, da população e do nível de vida dos países.

Os mapas estilizados prestam-se
mais à ilustração jornalística

1. Tipos de mapas
Existem diversos tipos de mapas, como os topográficos, os temáticos, os gerais, os especiais e os estilizados. Conheça cada um deles:
1a. Mapas topográficos
Os mapas topográficos procuram representar o mais fielmente possível os elementos físicos que compõem o espaço, como o relevo, a vegetação, os rios, os meios de comunicação e de transporte. São os mapas de base sobre os quais são realizados estudos específicos, os chamados mapas temáticos.
1b. Mapas temáticos
São os mais utilizados em Geografia e, diferentemente dos mapas topográficos, servem para realizar o estudo espacial de um determinado tema (clima, distribuição da população, localização industrial, crescimento industrial etc.). Sua função é variada: a localização dos fenômenos, sua distribuição no espaço, a visualização das relações entre diversos fatos geográficos e as hierarquias que se estabelecem entre eles, por exemplo.
1c. Mapas gerais, especiais e estilizados
Os mapas gerais apresentam assuntos de interesse geral, como os de regiões, os de continentes e os planisférios.
Os mapas especiais destinam-se a determinados assuntos técnicos ou profissionais. Por exemplo, os mapas econômicos, as cartas náuticas e as aéreas.
Os mapas estilizados não têm preocupação com a forma ou o tamanho dos países, distorcendo as imagens de acordo com os elementos que se quer representar. São muito usados por jornais e revistas.


Pirâmide de idades

2. Gráficos
Apresentar as informações de forma imediata e facilmente identificáveis é a principal função do gráfico. Para cada tipo de informação, há o gráfico mais adequado.
2a. Pirâmide de idades
Seu objetivo é representar a composição por sexo e idade de uma população em cada momento. Na base da pirâmide está representada a população jovem; no meio, a população adulta e, no topo, a população idosa.
2b. Gráfico de barras e setogramas
Muitas séries estatísticas podem ser interpretadas mais facilmente com a construção de gráficos. Graças a eles, a representação de dados é melhor compreendida.
Os gráficos de barras podem ser horizontais ou verticais, e a altura de cada barra é proporcional à quantidade representada. Os setogramas são gráficos circulares, em que cada setor representa uma informação.

Gráfico de barras

 

 

 

 

 

 


Setograma da população residente no Brasil por região

 

2c. Climograma
É um tipo de gráfico, também chamado pluviotérmico, que permite estabelecer a relação existente entre a evolução mensal das temperaturas e das chuvas de um lugar concreto do planeta. Com isso, é possível caracterizar o tipo de clima desse lugar, encontrar a temperatura média e estabelecer o período de estiagem.


Campo Grande – Temperatura e precipitação pluviométrica, 1984

Fonte: publicado originalmente no site klickeducacao.ig.com.br (acessado em 01/06/2008)

AULA COMPLEMENTAR SOBRE USO DA RÉGUA

AULA COMPLEMENTAR SOBRE USO DA RÉGUA

TRABALHO COM ESCALA
PARA ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Para se fazer um trabalho correto de medida de distâncias em mapas é necessário saber utilizar adequadamente a régua.

Geralmente, as réguas escolares são divididas em milímetros (mm) e possuem um tamanho de 30 centímetros (cm).

Quando vamos fazer o uso da régua, para medir a distância entre duas cidades em um mapa, por exemplo, devemos iniciar a medida posicionando a régua no primeiro ponto, observando a marcação zero. Observe a figura abaixo:

Como surgiu o nosso planeta?

Usando a curiosidade e convidados a criação de histórias, os alunos do 6° ano da turma 62 falaram como o planeta Terra surgiu. As "teorias" (ou seriam lendas e mitos?) aqui apresentadas são fruto da mais livre expressão da imaginação...

Como surgiu o nosso planeta?

Há milhões de anos atrás existiu uma guerra entre o bem e o mal, de pessoas de outros planetas. Nessa guerra o bem acabou jogando uma bola de luz, sendo assim a bola de luz caiu no espaço e se explodiu antes da hora. Então um novo planeta [a Terra] surgiu, com vida e felicidade. Então dois participantes sobreviveram à explosão, entretanto começaram a se reproduzir, essas duas pessoas eram um homem e uma linda mulher.

Autores:
AMANDA SPRENGER TELES DE MOURA
EDLA LUZIA MARQUES
KEROLYN CRISTINA BELO

Florianópolis abril de 2012

Como surgiu o nosso planeta?

Nós achamos que o planeta Terra surgiu com várias partículas do Sol que se soltaram e começaram a rodar em volta do Sol e em sua primeira volta encontrou partículas de água em vapor, e apedrejou o planeta. Começou a se formar bactérias e micro-organismos e eles começaram a se juntar, e fizeram animais répteis enormes chamados dinossauros, que habitavam a Terra há bilhões de anos. Eles morreram com o gás tóxico e lava de vulcão.

Começaram a surgir outros animais e vegetais, os seres humanos só apareceram com a evolução dos macacos para os homens das cavernas, que surgiram os Australopithecus e que se transformou na raça humana.

Autores:

BIANCA MARIA COSTA
AMANDA CRISTIANE DIAS
CARLOS EDUARDO SPEROTTO
JOÃO VITOR MORAES DE SOUZA

Florianópolis abril de 2012

O que é o Geóide?

geoide

Em 1828, C.F. Gauss introduziu um modelo aperfeiçoado da figura da Terra, mas o termo geoide foi criado em 1873 por J.F. Listing. O geoide é limitado por uma superfície equipotencial do campo de gravidade da Terra que coincide com o nível médio não perturbado dos mares. Em cada ponto o vetor gravidade será perpendicular à superfície. Pode-se imaginar a superfície geoidal prolongada através dos continentes. Ela tem um formato ondulatório levemente irregular que acompanha as variações da estrutura de distribuição de massa da Terra. Essa ondulação é suave e fica em torno ±30 m, sendo o valor máximo de ±100m, em relação ao elipsóide de referência.

Porque os modelos de ondulações geoidais são necessários?

A altitude determinada utilizando um receptor GNSS não está relacionada ao nível médio do mar, mas a um elipsóide de referência com dimensões específicas. Portanto, torna-se necessário conhecer a ondulação geoidal (diferença entre as superfícies do geóide e elipsóide) para que a altitude acima do nível médio do mar possa ser obtida.

(Fonte: IBGE)

Veja outras imagens. (clique para ampliar)

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Desenho do Sistema Solar

Os alunos do 6º ano fizeram uma representação, por meio de desenho, do Sistema Solar. As representações, cada uma ao seu jeito, ilustraram como os alunos compreenderam parte do conteúdo abordado. Com a finalidade de identificar quais corpos celestes podemos encontrar no Sistema Solar e sua localização em relação ao Sol, a atividade cumpriu com o seu objetivo.

Aqui apresentamos dois dos resultados alcançados.

sistema solar ana paula t64 2012Sistema Solar desenhado pela aluna do 6º ano - T64 - ANA PAULA WANDRESEN

sistemasolar_lucasmiguelchagasSistema Solar desenhado pelo aluno do 6º ano - T63 - LUCAS MIGUEL CHAGAS

Nosso lugar no Universo

Nosso lugar no Universo. Uma maneria interessante de saber um pouco mais sobre o Universo as Galáxias, e os astros que formam o nosso Sistema Solar. Ficou curioso? Então clique aqui

O Universo

O Universo é tudo o que existe, como os corpos, os objetos e a energia presentes no tempo e no espaço. A Terra, o Sol e o resto do Sistema Solar são apenas uma pequenina parte do Universo. O tamanho do Universo é algo muito difícil de imaginar. Ele é tão grande que a luz de astros distantes precisa viajar bilhões de anos até chegar à Terra.

O Universo também é conhecido como cosmos. A cosmologia é um ramo da astronomia que estuda o Universo como um todo.

A Via Láctea e outras galáxias O Sol faz parte de um conjunto de estrelas que forma uma galáxia chamada Via Láctea. Uma galáxia é um grande sistema de estrelas, gás e poeira. Até o início do século XX, não se sabia ao certo da existência de outras galáxias além da Via Láctea. Com o uso de potentes telescópios, os cientistas hoje calculam que o Universo tenha bilhões de galáxias.

Só a Via Láctea contém 100 bilhões de estrelas. Algumas galáxias são maiores, outras bem menores. Mas mesmo as pequenas possuem centenas de milhões de estrelas. As galáxias têm formatos diversos. Há aquelas, por exemplo, que têm forma de espiral, lembrando um rodamoinho.

Fonte: Universo. In Britannica Escola Online. Enciclopédia Escolar Britannica, 2012. Web, 2012. Disponível em: <http://escola.britannica.com.br/article-482753>. Acesso em: 17 de abril de 2012.

Linhas Imaginárias

Atividade solicitada: Representar, em uma esfera, as principais linhas imaginárias da Terra (Paralelos) com seus respectivos nomes e graus.

linhas

Nome da Aluna: Maria Rita Lopes da Silva
Turma: 64
Data 10/05/2012.

1 de mai de 2012

Jogos Geográficos

Um banco de jogos geográficos muito legal! acesse o site pelo link http://edumed.no.sapo.pt/Jogos.htm e bom jogo!!!

Minicurso: O novo acordo ortográfico

Com o objetivo de diminuir as dificuldades que muitos alunos apresentam em se expressar na norma culta padrão, a bolsista do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) da UFSC, Denise Dias Martins, oferece o minicurso O novo acordo ortográfico.

Destinado a estudantes de graduação, o minicurso é gratuito e acontece a partir da próxima semana, sempre às terças, das 12h30 às 14h, na sala 250 A do Centro de Comunicação e Expressão (CCE). Interessados podem ingressar a qualquer momento.

Mais informações e inscrições: Esta imagem contém um endereço de e-mail. É uma imagem de modo que spam não pode colher.

Fonte: UFSC

Taxa de desemprego na União Européia

Um gráfico que mostra a Taxa de desemprego na União Européia, muito interessante como fonte de informação. Acesse clicando aqui.