17 de jan de 2012

Livro: Santa Catarina - Estudos de Geografia Econômica e Social

CAPA LIVRO SANTA CATARINA

Livro: Santa Catarina - Estudos de Geografia Econômica e Social, organizado pelo Professor Armen Mamigonian.

Segundo email que recebi, O livro pode ser enviar pelo correio por apenas R$30,00 incluindo custo da postagem (penso que para o Brasil). O contato para aquisição poderá ser feito pelo e-mail jbastos57@gmail.com

Tarifa Bancária

Este texto eu escrevi em 2006 pelo fato de ainda ser bem atual o reescrevo neste blog.

Olha só que fato interessante.

Esta semana fui a uma agência bancária ver meu extrato, semana de pagamento é sempre assim, mesmo sabendo quanto a gente ganha, sempre vamos confirmar o depósito feito no banco.

Observei uma tarifa de R$ 3,00 e outra de R$ 13,00 presente no extrato, então mais que depressa fui ao atendimento do banco para saber o motivo daquela cobrança. E vejam só, a tarifa de R$3,00 é devido a manutenção de cadastro que, no ano que vem, deve ser cobrada novamente, uma tarifa que o banco se acha no direito de cobrar para fazer a “manutenção” de meu cadastro. Talvez eles (do banco) acreditem que, se não cobrarem essa tarifa, meu cadastro possa misteriosamente desaparecer, então é melhor ficar olhando de vez em quando para ver se ele está lá, e para isso, eles cobram.

A Segunda tarifa R$ 13,00 equivale a cobrança feita para justificar a “manutenção” de minha conta que será cobrado mensalmente, já que o “convênio”, entre banco e fonte pagadora, terminou.

Vamos a uma conta simples: R$ 13,00 por mês equivale a R$ 156,00 mais os R$ 3,00 da manutenção totalizaria uma cobrança de R$ 159,00 por ano, é o que tenho que pagar para dizer que sou “cliente” de um banco.

A inversão de valores neste nosso mundo capitalista é uma coisa assombrosa. É o banco que necessita de meu dinheiro para poder sobreviver como instituição bancária que vive da exploração do dinheiro alheio.

É o banco que precisa do meu salário (e do seu) para sustentar sua máquina exploratória de enriquecimento através da exploração dos juros.

É o banco que precisa de mim, não como um “cliente” mas como cidadão para continuar existindo e explorando meu salário, esse sim merecidamente conquistado através de um trabalho digno e construtivo.

E pasmem, os R$ 13,00 só me permitem usar umas tantas folhas de cheque por mês, fazer alguns saques por mês e utilizar o extrato (para ver o que eles estão ganhando em cima de meu salário) algumas vezes por mês, tudo o que exceder a certas quantias é cobrado à parte e se eu der um cheque que o banco considere “baixo valor” ele me cobra uma outra tarifa.

Quem é essa instituição chamada banco para dizer se o cheque que eu estou passando é de baixo valor ou não, incompetente, você não pode ter autoridade sobre meus gastos. Você não tem o direito de classificar meus gastos como pequeno ou grande isso é uma decisão exclusiva, pessoal, e que não abro mão de tê-la.

Não podemos deixar que as instituições financeiras nos façam reféns do serviço bancário.

Foi o sistema capitalista quem criou a necessidade dos bancos, então nada mais justo que sejam os capitalistas que paguem pelos serviços deles e não nós os assalariados.

Parem com essa ignorância. Fazer com que o trabalhador, para usar o seu dinheiro, fruto de seu trabalho, tenha que pagar.

Estamos pagando para usar nosso salário!

E vamos continuar pagando enquanto não colocarmos nos eixos os valores aqui expostos.

São os bancos que precisam de nós e não o contrário.

Santiago Siqueira
Professor

Publicado inicialmente em: Segunda-feira, 5 de junho de 2006.

15 de jan de 2012

Dados mundiais

sdf24sdf4dd21Este link aponta para um site bem interessante sobre dados da População mundial, Governo e Economia, Sociedade e Mídia, Meio Ambiente, Alimentação, Água, Energia e Saúde. Os números podem até não ser verdadeiros mas certamente vão te impressionar.

O site traz algumas curiosidades como por exemplo o número de carros produzidos neste ano e também o número de bicicletas produzidas no ano. Traz ainda a quantidade de dias que faltam para o fim do petróleo no mundo.

Vale a pena dar uma conferida nos números que são atualizados on line.

Infográfico: pesquisa do Disque-Câmara sobre educação

k907kl978lk944Infográfico mostra pesquisa feita com 1.010 pessoas que ligaram para o Disque-Câmara entre 10 e 25 de outubro de 2011.  o resultado mostra que mais de 64% dos que utilizaram o serviço desconhecem a LDB (lei de Diretrizes e Bases da Educação) e que mais de 70% não acompanha o debate sobre o PNE (Plano Nacional de Educação) 2011-2020. Para quase 25% dos entrevistados garantir bons salários e formação continuada para os professores é o mais importante para melhorar a qualidade da educação brasileira. O que você acha disso? Deixe a sua opinião em nosso blog.

10 de jan de 2012

Quem ganha quando se fura fila no supermercado?

A conta é a seguinte: supermercado + verão + turistas + poucos caixas = muita fila. O resultado disso são lucros maiores para os supermercados e aumento da carga de estresse para os clientes.

Ontem em um supermercado de um shopping nas proximidades da UFSC, em Florianópolis, estava na fila do caixa rápido que por baixo deveria ter umas cinquenta pessoas a cada passo que eu dava para frente aumentava três pessoas atrás de mim. Hoje eu entendo para que servem aquelas câmeras que filmam o interior dos supermercados e as filas dos caixas é para o dono ficar olhando e contabilizando o seu lucro enquanto observa que com poucos caixas e a benevolência de seus clientes tudo fica melhor.

Voltando para a fila do caixa rápido (nem te falo como estava a fila dos caixas normais para carrinhos de compras) carregando minha cestinha de compras com (para os mais curiosos eram ingredientes para o almoço da família) quando uma mulher que não estava na fila se aproximou de uma outra que estava um pouco à minha frente e começou a conversar, riam uma para outra, comentava sobre o calor, falava de como a cidade estava cheia de turistas etc… a fila deu um passo à frente e a mulher continuou do lado da outra, deu outro passo e a mulher que não estava na fila entrou na fila logo atrás de sua amiga e como que para disfarçar (o indisfarçável) continuavam a conversar até que o silêncio veio e o terceiro passo foi dado já com a mulher na fila como se normal aquilo fosse.

Apesar de ter uma pessoa à minha frente entre a mulher (fura fila) e eu, não me contive e questionei a mulher se ela tinha a intenção de continuar na fila, emendando que para isso ela deveria ir para o final da mesma.

A senhora que estava na fila saiu e disse que estava guardando o lugar dela para a amiga. Ora, quem disse que lugar em fila de supermercado (ou qualquer outro local) virou propriedade particular que podemos vender, alugar ou transferir para outros? Lugar em fila agora é propriedade o que me dá o direito de repassar para quem do meu interesse? Esses questionamentos eu fiz para as duas senhoras que é claro não gostaram da abordagem, apesar de muito esforço de minha parte em manter a educação que o momento exigia. Em resumo, a senhora recuou em seus argumentos e acabou indo para o final da fila.

Claro que não houve discussão e que o respeito acabou prevalecendo na fila para o caixa. A lição que fica é que o respeito ganha das tentativas de furar fila e ganha muito mais o dono do supermercado que economizando em funcionários e explorando a mão-de-obra dos poucos que contrata juntamente com a exploração da paciência de seus clientes ganha muito mais.

9 de jan de 2012

Começam inscrições para a segunda edição do Congresso de Educação Básica COEB

Os educadores da Rede Municipal de Ensino da Capital já podem realizar as inscrições para o Congresso de Educação Básica – COEB. Até 22 de janeiro o endereço eletrônico portal.pmf.sc.gov.br/sites/coeb/ estará disponível para cadastramento das 1850 vagas. Para profissionais da Educação de outras Redes Públicas de Ensino as inscrições para vagas remanescentes estarão abertas a partir de 23 de janeiro.

O COEB acontece de seis a oito de fevereiro no Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina. Haverá palestras, apresentação de trabalhos, workshops e conferências. Nomes como Bernard Charlot, livre-docente em Educação pela Universidade de Paris e António Nóvoa, doutor em educação e reitor da Universidade de Lisboa fazem parte da lista de conferencistas. Seis trabalhos científicos de profissionais vinculados à Secretaria Municipal de Educação serão apresentados no evento também.

O encontro é realizado com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), órgão ligado ao Ministério da Educação, e por outras entidades.

Fonte: PMF

8 de jan de 2012

Coisas que só as redes sociais podem (re)produzir “Estou no Celular”

Coisas que só as redes sociais podem (re)produzir. Uma menina escreve no seu perfil de uma rede social (e não foi no Orkut) “To indo pra casa da minha mãe passar um tempo lá, quem quiser me achar estou no celular...bjs”.

Parece uma mensagem auto-explicativa (com ou sem hífen? Vou pecar pelo excesso) mas esconde um grande enigma. Como pode uma pessoa ficar dentro do celular?

7 de jan de 2012

Dois preços para uma mesma medida

DSCF3064 copyEu só não entendo porque tenho que pagar R$ 5,00 para ir de barco do centrinho da Lagoa da Conceição até a Costa da Lagoa (em Florianópolis-SC), sendo que a passagem cobrada dos moradores daquela região é de R$ 2,10 (valores informados pelo barqueiro).

Se aquela travessia que é explorada pela associação de pescadores ou de moradores não sei bem, mas isso também pouco importa, pois o que de fato interessa é que se trata de uma concessão dada pela prefeitura ou seja uma concessão pública e minha ignorância me diz que em concessão pública não pode haver cobrança diferenciada pois isso fere um princípio constitucional ou a Constituição Federal neste caso não se aplica? Bem, como eu disse, sou ignorante no assunto.

Foi dada uma justificativa pelos que exploram o serviço de que o morador da Costa da Lagoa usa o barco todos os dias e outros não. Na verdade é um argumento para cobrar mais caro de turista, só que quem não é turista em Florianópolis também paga o ágio.

Meu questionamento sai em defesa dos próprios moradores da Costa da Lagoa. Imagine só se a moda pega e eles, os moradores da Costa da Lagoa, tiverem que pagar mais caro para ir para o Ribeirão da Ilha, por exemplo, sob o argumento de que não são moradores da região e não usam o ônibus coletivo todos os dias para ir lá. Já imaginou os moradores da Costa pagando mais caro que os moradores do Ribeirão pelo argumento de que não são moradores da área?

Esse é o argumento que me foi dado para fazer essa cobrança diferenciada (mais de 100% acima do valor da tarifa). Essa justificativa não me convenceu, mas deve ter convencido muita gente “importante” nessa ilha da magia, que está se especializando na magia ou mágica de fazer desaparecer nosso dinheiro.

Se eu não fosse tão ruim nadador eu ia a nado do centro da Lagoa até a Barra da Lagoa em protesto à essa malvadeza com as pessoas e com a própria cidade. Mas fico pensando que se nadando fosse lá chegaria cansado e teria que voltar de barco. Eles continuariam cobrando mais caro de mim. Então duas saídas: 1. É melhor não ir mais à Costa da Lagoa ou 2. Continuar lutando contra monopólios e exploração.

4 de jan de 2012

Valor mínimo para o ensino básico tem reajuste de 21%

O valor mínimo a ser investido por aluno este ano pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) terá reajuste de 21,2% em relação a 2011. Passará, assim, de R$ 1.729,28 para R$ 2.096,68.

O fundo deve investir, em 2012, R$ 114,3 bilhões na educação básica pública. Isso significa aumento de 19,12% em comparação com os R$ 95,9 bilhões de 2011.

O valor mínimo nacional é definido a cada ano em função da estimativa de arrecadação dos impostos e contribuições que formam o Fundeb. Os estados que não conseguem atingir esse valor com a própria arrecadação recebem complementação da União. Este ano, terão apoio financeiro do governo federal os estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí.
Formado por vários impostos e transferências constitucionais, o Fundeb financia a educação básica pública. Pelo menos 60% dos recursos de cada estado, município e Distrito Federal devem ser usados no pagamento da remuneração de profissionais do magistério em efetivo exercício — professores, diretores e orientadores educacionais. O restante é destinado a despesas de manutenção e desenvolvimento do ensino, como pagamento auxiliares administrativos, secretários e merendeiras, à formação continuada de professores, à aquisição de equipamentos, à construção de escolas e à manutenção de instalações.
O reajuste foi estabelecido pela Portaria Interministerial nº 1.809/2011, publicada no Diário Oficial da União de 29 de dezembro último, seção 1, página 20.

Fonte: Site MEC - Assessoria de Imprensa do FNDE

3 de jan de 2012

Estantes do projeto Floripa Letrada continuam sendo abastecidas durante recesso escolar

Foto Divulgação                                                                                                                                   As aulas para os alunos da Secretaria Municipal de Educação de Florianópolis voltam no dia 14 de fevereiro, mas quem gosta de leitura pode aproveitar o projeto “Floripa Letrada – A palavra em movimento” que continua recebendo livros.

A iniciativa mantém quatro pontos de distribuição de exemplares gratuitamente nos terminais de integração do Centro, Trindade, Rio Tavares e Canasvieiras. Os usuários têm à disposição materiais para serem lidos na espera do transporte coletivo, dentro do ônibus ou durante o trajeto da viagem.

Só em 2011, no Terminal Integrado do Centro foram disponibilizadas 400 obras por dia. O objetivo para 2012, quando a iniciativa completa dois anos, é ampliar o projeto para o Terminal Cidade de Florianópolis, que atende os moradores da região metropolitana da Capital.

Como funciona

1. Os leitores podem pegar a obra nos expositores (estantes) de um dos terminais do projeto.

2. Se desejar, o livro ou a revista pode ser levado para ler durante o trajeto da viagem.

3. Outra opção é levar a obra para ler em casa.

4. Após a leitura, é importante devolver o material. A entrega pode ser feita em um dos expositores para que outras pessoas também possam ler.

6. Para aumentar o número de obras, a comunidade pode fazer doações. É só ligar: (48) 3251-6100. Se necessário, o projeto disponibiliza um veículo para pegar o material.

Identificação

Além do carimbo “Floripa Letrada”, as obras do projeto são identificadas pelo selo de Venda Proibida. Essas marcas têm o objetivo de impedir que livros e revistas sejam negociados em sebos. Grande parte de proprietários desses locais também fazem sua parte, comunicando à Secretaria de Educação do município quando alguém tenta comercializar as obras nos estabelecimentos.

Fonte: Site da PMF