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Mostrando postagens de Outubro, 2019

Já pensou em ficar sem jornal diário?

"Já pensou em ficar sem jornal diário? Então, nem pense nisso". Foi desta forma que um grupo de comunicação (TV , rádio e jornal) aqui de Santa Catarina se apresentou hoje aqui no pátio de casa. Recebi um jornal impresso que foi, agressivamente, jogado no quintal de casa. Não pedi e nem procurei pelo tal periódico.
Acho agressivo essa forma de impor uma leitura, sei que posso simplesmente pegar o papel e jogar na lixeira ou fazer outros usos, sem que a leitura se imponha, mas para quem tem no pensar uma prática cotidiana a leitura é imprescindível e quase que uma obrigação de ofício e, deste modo, a leitura veio.
O referido jornal traz a seguinte mensagem "Nosso compromisso é com você leitor, que merece notícias de fato e jornal de verdade." O grifo é meu, para destacar que o jornal deve acreditar que exista jornal de mentira, já que se apresenta como sendo um "de verdade".
Aa virar a primeira página já nos deparamos com a foto e o nome de alguns de seus…

Fortnite, o fim

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Comecei a jogar esse tal de Fortnite e nem sabia direito onde eu estava entrando. Inicialmente eu não podia nem ver o jogo que meu estômago "embrulhava", sentia náuseas por causa dos movimentos rápidos do jogo e não conseguia acompanhar uma partida sem sentir uma tremenda tontura. Mas a insistência de minha filha para que eu jogasse o tal do Fortnite chegou ao seu ápice quando eu resolvi encarar o jogo pela primeira vez.
Nas primeiras puladas do ônibus flutuante eu não sabia quais teclas apertar e nem que tecla fazia o quê. Construir era um problema (aliás continua sendo até hoje) e minha mira seria melhor se usasse um estilingue ao invés de armas. Minha filha insistia em ensinar os movimentos, o como ser ágil nas construções (e confesso que não sei como eles conseguem construir tão rápido) o que é um verdadeiro problema para quem ainda sente um pouco de labirintite com os movimentos do jogo e não sabe onde está depois da segunda rampa construída.
O que não dá para consider…

Anarriê! Será esse nosso Brasil agrário?

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Anarriê, sala de aula. Recebi um convite que me causou estranhamento. O recado da imagem acima me causou espanto não pelo fato da "festa junina" estar acontecendo em julho. Nem mesmo pelo fato de que a escola (espaço público) venderá comidas (ação capitalista) para os pais. Certo, eu sei que isso é "praxe" e que várias justificativas poderiam ser dadas em defesa do comércio em escola pública, mesmo assim, respeitando as opiniões em contrário, prefiro neste momento, continuar defendendo uma outra escola.
Voltando ao convite o que salta aos olhos é o fato dos alunos terem que comparecer a caráter, vestidos de "jeca". Minha dúvida: qual é a representação, para uma criança em formação, se "transformar" de forma estereotipada em jeca? O quê ou quem é o jeca? O que ele representa ou o que querem que ele represente?
Será esse nosso Brasil agrário? É importante refletir sobre as representações desse Brasil rural inclusive, as influências francesas desta…

Sala Valmir Albino Martins

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Participava de um grupo de discussão no WhatsApp, esse grupo teve seu início nos idos de 1996 quando o professor/apresentador/jornalista Mario Motta criou um ambiente para que os ouvintes da rádio CBN pudessem interagir com seu programa Notícia na Manhã. Pelo uso da internet esses foram pelo apresentador "batizados" de "ouvinternautas".  Atualmente as pessoas que participam desse grupo de discussão frequentam a chamada Sala Valmir Albino Martins, homenagem feita ao ilustre e saudoso participante da antiga Sala CBN (do programa Notícia na Manhã).
O clima político atual estava (e continua) presente nas discussões da sala V.A.M. e, como era de se esperar, as manifestações pró e contra o atual governo pipocaram ao ponto do estranhamento entre alguns de seus membros. 
Que saída tomar quando nos deparamos com um grupo de pessoas e estas se manifestam com ideias diferentes das nossas?
No caso do WhatsApp, sair do grupo e ir para a praia pode ser uma opção, mas o problema da …