Quando estou errado


Foto: Pixabay
O que devo fazer quando estou errado? Vejo que as pessoas possuem, pelo menos, duas principais opções a primeira é insistir no erro até conseguir convencer todos (inclusive ela mesma) de que está certa, mesmo que para isso ela tenha que continuar errando e muito. A segunda opção, que eu considero mais sensata é ir pelo caminho, digamos, mais coerente que é assumir o erro pedir as desculpas se necessário e seguir seu caminho procurando não mais cometer o mesmo erro.

As pessoas fazem isso? É claro que não!



Não entendo, mas as pessoas, geralmente, sempre optam pelo caminho mais complicado. É difícil encontrar alguém que, após flagrante erro, assume seu erro e pede desculpas. O que é  mais comum, pelo menos o que é mais comum eu encontrar, são pessoas que insistem no erro e se tornam, inclusive, agressivas para que assim possam convencer o outro, na ausência de argumentos, pela intimidação.

Poderia citar inúmeros exemplo, no trânsito, na fila do banco, durante um voo… exemplos não vão faltar, mas vou citar o mais recente, ocorreu está semana numa biblioteca onde eu estava estudando.


Nesta biblioteca há inúmeros avisos solicitando silêncio dentro das salas de leitura, mas quando são os próprios funcionários que quebram o silêncio conversando, dando risadas altas e atrapalhando o espaço de leitura, algo não está nada bem.

Foi isso que aconteceu hoje numa biblioteca da cidade. Uma sala de leitura, eu em uma mesa e apenas outra mesa ocupada por um outro leitor, na recepção da sala de leitura dois funcionários, um homem e uma mulher, ambos ignorando por completo as normas que a própria instituição a que pertencem instituiu.

E o pior de tudo é que quando fui reclamar dizendo que para aquele ambiente o silêncio era algo necessário e que a conversa estava atrapalhando minha concentração o funcionário ao invés de simplesmente dizer "isso não vai acontecer novamente" ou quem sabe, em nome da urbanidade ele poderia dizer um "me desculpe", mas que nada, o que ele fez foi tentar justificar que estava falando baixo, ou que eu estava numa mesa distante da dela e por isso sua conversa não poderia estar me atrapalhando, ou seja, ele escolheu o caminho mais difícil.

Seria mais fácil dizer que isso (que as conversas) iriam parar e pronto, eu dispenso até os pedidos de desculpa, mas essa foi sua atitude? Não!

É difícil reconhecer o próprio erro. Se ele parou de conversar não sei dizer, saí da sala e fui me refugiar em outro lugar, afinal, preciso continuar com minhas leituras e com meus estudos.

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