SILÊNCIO OU CENSURA?




Completado um mês de greve (dia 16) dos servidores públicos do município de Florianópolis e o silêncio (ou seria censura?) da Grobo nacional (sim eu escrevi com “r”) me faz pensar nos interesses da não divulgação de que praticamente 100% do funcionalismo público da cidade manifestou no último dia 16 o interesse na manutenção da greve que já entra no início de seu segundo mês com nenhum acordo entre as partes interessadas e longe de uma luz de aproximação.


Com o apoio de várias entidades estaduais e nacionais ao movimento grevista dos trabalhadores a emissora que possui uma concessão pública e que, em tese, deveria informar a população brasileira sobre os fatos que ocorrem no território nacional prefere noticiar por longos 3 minutos e 25 segundos os supostos ataques do presidente dos Estados Unidos à imprensa de lá, que dedicar ao menos 30 segundos para dizer que Florianópolis encontra-se num grande impasse político.
Não há esquecimento nas mesas dos editores da mídia tradicional, pelo menos não há esquecimento que não seja intencional.
Esquecer de falar sobre Florianópolis (por mais de um mês) me desperta o interesse em compreender e divulgar o poder do silêncio que pode estar escamoteando o poder da censura.




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