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Trabalhadores do mundo, uni-vos!



O texto acima (extraído de uma rede social) Expressa as angústias de um trabalhador na rede hoteleira de Pirenópolis-GO, uma cidade do interior de Goiás.

O texto me leva a pensar em como os trabalhadores, de todos os setores econômicos, estão sendo massacrados por um sistema injusto, perverso e que sobrevive pela exploração da força de trabalho do Homem.


Responderia às angústias desse trabalhador expresso nas empíricas observações aliadas às suas práticas e vivências que tem um velho barbudo que já falava dessa relação de classes.

Minha dúvida em relação ao seu relato, muito perspicaz por sinal, é o fato de que ele aponta que o turismo nesta cidade remunera o trabalhador com um "salário gordo" (eu entendi deste modo), o que seria um "salário gordo"?

Há alguns elementos para análise de seu texto como mais valia, lucro, direitos trabalhistas, entre outros. É difícil realizar uma discussão desta envergadura nesta rede social (tem muito cabeça dura, que verborreia e sai correndo e, outros tantos, que para justificar sua própria condição de explorador (seja por realidade ou por desejo reprimido) defende o indefensável, ou seja, a exploração humana, a concentração de riqueza e a crença de que as coisas são como são e é por isso que assim são.

Enfim, penso que um começo para combater essa exploração é a organização entre os trabalhadores (pensando alto - um sindicato dos trabalhadores da atividade turística da cidade), mas lembre-se que não é somente nesta área que a exploração acontece.

O outro lado desta mesma (enferrujada) moeda são os ataques aos direitos que os trabalhadores foram conquistando ao longo da história. Muitas dessas conquistas ainda não são respeitadas, ou será que todos os trabalhadores que atuam no turismo, Brasil adentro, possuem carteira de trabalho devidamente assinada e com todos os direitos previstos sendo pagos? Se isso ocorresse será que o trabalhador faria uma jornada de 16 horas de trabalho ininterruptos, como dito no relato?

Estamos caminhando para um cenário onde o trabalhador, como bem colocado no texto acima, está vivendo uma espécie de "escravidão moderna". E como os ataques não param seremos trabalhadores sem direito, inclusive, ao descanso da aposentadoria.

Não há outra saída: "Trabalhadores do mundo, uni-vos!"

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