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EU, DANIEL BLAKE [COMENTANDO]

Diagnosticado com um grave problema de coração, Daniel Blake (Dave Johns), um viúvo de 59 anos, tem indicação médica para deixar de trabalhar. Mas quando tenta receber os benefícios do Estado que lhe concedam uma forma de subsistência, vê-se enredado numa burocracia injusta e constrangedora. Apesar do esforço em encontrar um modo de provar a sua incapacidade, parece que ninguém está interessado em admiti-la. Durante uma espera numa repartição da Segurança Social conhece Katie (Hayley Squires), uma mãe solteira de duas crianças a precisar de ajuda urgente, que se mudou recentemente para Newcastle (Inglaterra). Daniel e Katie, dois estranhos cujas voltas da vida os deixaram sem forma de sustento, vêem-se assim obrigados a aceitar ajuda do banco alimentar. E é no meio do desespero que se tornam a única esperança um do outro… Veja no vídeo abaixo meus comentários sobre possibilidades pedagógicas deste filme.




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Diário de Classe

IMPORTÂNCIA DO PREENCHIMENTO CORRETO DO DIÁRIO DE CLASSE
O Diário de Classe é um documento oficial da Unidade Escolar e um instrumento de responsabilidade do PROFESSOR com a finalidade de registrar e documentar a frequência e o aproveitamento individual do aluno regularmente matriculado. É também, o documento de controle e confirmação do trabalho do professor e dos alunos. Devido à sua importância, deverá ser preenchido somente pelo professor de forma cuidadosa, sem rasuras e à caneta. ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR REFERENTES AO DIÁRIO DE CLASSE - Preencher o diário de classe de acordo com as aulas ministradas, conforme as orientações estabelecidas no Regimento Interno da U.E.; - Garantir a clareza e a sequência lógica nos registros dos conteúdos de forma que seja possível identificar a relação entre o diário de classe e o planejamento pedagógico; - Lançar os registros diariamente; - Preencher o diário com letra legível, sem erros ou rasuras; - Não fazer registros a lápis no diário…

Sorriso e Silêncio

A mensagem acima, eu li em um perfil de uma rede social. Fiquei pensando sobre os problemas da simplificação da mensagem que aponta para a ideia de que o silêncio é uma maneira de se evitar os problemas.
Penso que estamos onde estamos por enfrentar os problemas e não evitá-los. As doenças sempre foram um problema para a humanidade e as enfrentamos, a gravidade foi, num passado próximo, um problema e hoje temos satélites em órbita porque ela foi enfrentada e não evitada. 
Na verdade o problema não é, em última análise, o problema. Ademais, quando da existência de um problema, o sorriso não me ajuda muito a resolvê-lo. 
Bons livros, horas de pesquisa e muita dedicação sim, pode me ajudar a resolver um problema.
Sobre o silêncio, outro equívoco, o silêncio não é a maneira de evitar os problemas, pelo contrário, o silêncio pode causar muitos problemas. Vocês lembram do Holocausto? Fruto da loucura de uns e do silêncio de outros.
Uma possível correção da legenda na mensagem acima seria, não fiq…