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Na Paulista, Lula defende a democracia e diz que é preciso restabelecer a paz

Foto/Reprodução Portal EBC
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje (18), no manifesto que a Frente Brasil Popular promove na Avenida Paulista contra o impeachment e a favor da democracia, que os brasileiros precisam aprender a conviver com a diversidade. Em discurso, no carro de som posicionado em frente ao Museu de Arte de São Paulo, sob aplausos, ele defendeu a democracia e disse que o tempo que resta ao final do governo Dilma é “suficiente para virar a história do país”.

Além de pedir respeito à democracia e às eleições, Lula criticou os partidos que concorreram contra o PT nas últimas eleições presidenciais. Segundo ele, os adversários não aceitaram a derrota nas urnas e agora se prestam a "atrapalhar" o governo da presidenta da República Dilma Rousseff.

“Quero dizer para aqueles que não gostam de nós, talvez falte informação, mas temos que convencê-los que democracia é acatar o voto da maioria do povo brasileiro”, destacou. Durante o discurso, Lula juntou-se ao coro dos manifestantes gritando a frase: “Não vai ter golpe”. “Não vamos aceitar o fim da democracia e nenhum golpe no país”.

O ex-presidente destacou a importância de se restabelecer a paz no país e lembrou que perdeu as eleições muitas vezes, mas nunca protestou contra quem ganhou. “Tem gente nesse país que falava em democracia da boca para fora. Eu perdi eleições em 89, eu perdi eleições em 94, em 98, e já havia perdido em 82 para o governo de São Paulo e, em nenhum momento, vocês viram eu ir para a rua protestar contra quem ganhou”, disse Lula a uma multidão na Avenida Paulista reunida para o ato batizado pelos organizadores de Pela Democracia, Contra o Golpe.

“Quando a presidenta Dilma ganha, eles que se dizem sociais-democratas, eles que se dizem pessoas evoluídas, pessoas estudadas, eles não aceitaram o resultado. E faz um ano e três meses que eles estão atrapalhando a presidenta Dilma a governar esse país”, disse.

Lula defendeu um país sem ódio, mas criticou as pessoas que participaram das manifestações em favor do impeachment da presidenta Dilma Rousseff. “Eles são o tipo de brasileiro que gostariam de ir para Miami fazer compra todos os dias, e a gente compra na 25 de Março”, referindo-se à rua de comércio popular que fica no centro de São Paulo.

“Este país precisa voltar a crescer. Tem que ter uma sociedade harmônica. Voltar a entender que democracia é a convivência da diversidade. Eu não quero que quem votou no Aécio goste de mim, ou quem votou na Dilma goste dele. O que eu quero é que a gente aprenda a conviver de forma civilizada com as nossas diferenças”, disse.

Para Lula, a democracia é a única possibilidade de fazer um governo com a participação do povo. “Eles têm que saber que essas pessoas que estão aqui de vermelho são parte daqueles que produzem o pão de cada dia do povo brasileiro”.

Casa Civil

Sobre o cargo de ministro-chefe da Casa Civil, que assumiu nesta quinta (17), Lula disse que relutou muito em aceitar ir para o governo, desde agosto do ano passado. “E, ao aceitar, veja o que aconteceu comigo, virei outra vez 'Lulinha paz e amor'”. Ele garantiu que vai integrar o governo para ajudar a fazer o país voltar a crescer. “Não vou lá para brigar, vou lá para ajudar a fazer as coisas que tem que fazer nesse país. Não vou achando que os que não gostam de nós são menos brasileiros que nós".

Ele relembrou os momentos desta semana, principalmente depois que foi anunciada sua ida para o governo, em que alguns setores, segundo ele, pregaram que os simpatizantes do PT seriam violentos. "Acho muito engraçado que essa semana inteira, alguns setores ficaram dizendo que nós somos violentos. E tem gente que prega a violência contra nós 24 horas por dia."

“Eu não vou lá para brigar, eu vou lá para ajudar companheira Dilma a fazer as coisas que ela tem que fazer nesse país, e não vou lá achando que aqueles que não gostam de nós são menos brasileiros que nós, e que nós somos menos brasileiros que eles”.

Golpe Militar

As falas do presidente Lula foram interrompidas diversas vezes durante seu discurso pelos manifestantes que faziam coro com a palavra de ordem “Não vai ter golpe, vai ter luta” e “Lula voltou”. O próprio ex-presidente gritou, algumas vezes, junto com a multidão “Não vai ter golpe”.

Lula lembrou que parte das pessoas presentes no ato da Paulista haviam lutado contra o golpe militar de 1964 e também para reconquistar a democracia. E que, agora, não permitiriam que o resultado das últimas eleições não fossem respeitados.

“Nós precisamos recuperar o humor desse país, a alegria de ser brasileiro, a autoestima de ser brasileiro, isso que está em jogo, não é tentar antecipar as eleições dando um golpe na Dilma. Nós temos que dizer para eles: nós que estamos nessa praça lutamos para derrubar o regime militar, para conquistar a democracia e não vamos aceitar fazerem um golpe nesse país”, disse.

Em determinado momento, Lula pediu aos manifestantes que levantassem o braço para que eles tirassem uma foto para a presidenta Dilma Rousseff. "Para ajudar que ela tenha tranquilidade", afirmou. Lula havia chegado à Paulista por volta das 19h, ao lado do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, do presidente do PT, Rui Falcão, do ministro do Trabalho e Previdência, Miguel Rossetto, e do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel.

Com informações do Portal EBC - originalmente publicado em <http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2016-03/lula-defende-democracia-e-diz-que-e-preciso-restabelecer-paz-no-pais>

Quando tudo acabar


Sobre o que o país está passando neste momento (triste história) aproveito para dizer que quando tudo isso acabar, e um dia isso vai acabar, nós podemos ter dois cenários. 

No primeiro a democracia vence, e os que detém hoje o poder (político, econômico e midiático) verão que o povo sabe exercer sua cidadania. Neste final o Brasil sai gigante, todos ganham quando a democracia vence. 

No outro  cenário todos perdem, mas perdem por etapas, primeiro os que lutaram abertamente em favor da democracia, depois perdem os que lutaram contra a democracia, em favor de um autoritarismo disfarçado de legalista, em favor do grande capital. Estes acordarão, no meio da noite e perceberão que lutaram do lado errado, lutaram do lado do patrão.

A disputa que se instala no Brasil não é polarizada nos que lutam contra a corrupção e os outros. A disputa está no poder, na condução político-econômica da sétima economia mundial. 

A mídia de massa, propositadamente, está descolando os eventos locais (Nacionais) dos eventos Mundiais (Globais). Não há mais guerras no mundo, a África não existe, a China e seus problemas econômicos não tem relevância, nem mesmo a assustadora possibilidade de vitória do Sr. Donald Thump, o que isso têm de relevante na política mundial e claro a brasileira? Nada? Nenhuma relevância? Sobre o Brasil e o contexto mundial sequer há espaço para debates, apenas os fatos narrados por casais de apresentadores que, vestidos de preto, dizem a que veio.

Quem é a favor da corrupção? Sei, caro leitor,  que seus atos (os nossos para ser bem justo) te condenam, viver eticamente só é possível dentro do espiritismo que traz a possibilidade da evolução pelas vidas vividas e serão necessárias várias vidas para tirar o vício das ações anti-éticas presentes em várias de nossas ações.

Não sou a favor da corrupção, não sou a favor da fome, não sou a favor da concentração de riqueza, não sou a favor da injustiça, não sou a favor de nenhuma atitude antidemocrática.

Sou a favor do povo, eu sou o povo, nós somos povo. Sou a favor de um projeto de Brasil que lute para combater as injustiças, os privilégios a fome entre outras mazelas que insiste em contaminar o povo brasileiro. Isso só será possível se o projeto considerar que o Brasil é um país de todos.

Youtuber fala sobre protestos

Dino e os áudios: vazamento ilegal

Governador do Maranhão, Flavio Dino questiona legalidade do grampo da conversa entre o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff, no Planalto, divulgado pelo juiz Sérgio Moro, da Lava Jato; comissão do impeachment diz que vai pedir as gravações; “Não pode. Prova ilícita. Está na Constituição e na Lei 9296/96”, afirmou Dino, pelo Twitter; ‘Direito não é "ciência exata". Mas também não comporta qualquer interpretação para sustentar teses jurídicas estranhas, por mera luta política’, acrescentou; em entrevista recente ao 247, o governador, que passou em primeiro lugar no mesmo concurso para juiz federal prestado por Moro, afirma que o ambiente de ódio fez com que o gênio do fascismo saísse da garrafa – “e agora não conseguem colocá-lo de volta”  Fonte: Brasil 247

Na educação pode encontrar-se alguma segurança

Apesar do centro da discussão que Sacristán se propões a fazer no texto que estou acompanhando, creio que seja possível compreender tantos atritos e tamanha polarização em função de interesses tão distantes entre o povo brasileiro, interesses esses que estão disfarçados em vigilância contra a corrupção ou algo do gênero.

Cito o autor para sua própria reflexão.

Poderemos viver juntos em um mundo que, ao promover a aproximação e o encontro de culturas, dá lugar a misturas desiguais? Se os conflitos têm parte de suas causas nas crenças e na cultura, ou se articulam em torno delas, isso significa que algumas de suas raízes estão em nossas mentes, posto que as culturas não são agentes dotados de vontade e de capacidade de iniciativa para se enfrentarem. Somo nós, os sujeitos que as possuímos, que empreendemos ações. Se em nossas mentes encontra-se a chave de alguns desses conflitos e da convivência, na educação pode encontrar-se alguma segurança de poder resolver os primeiros e consolidar a segunda. pp 49-50
Referência: SACRISTÁN, José Gimeno. O significado e a função da educação na sociedade e na cultura globalizadas. In: GARCIA, Regina Leite; MOREIRA, Antonio Flavio Barbosa. Currículo na contemporaneidade: incertezas e desafios. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2008 318p.

Pela Democracia

Ex-chefes de estado e de governo de diversos países publicam declaração ...

Rede Globo mente e censura defesa de Lula

A VERDADE: A reportagem do Jornal Nacional NÃO PROCUROU  a assessoria do Instituto Lula, na quinta-feira (10 de março) para comentar  a denúncia dos procuradores do MP de São Paulo contra o ex-presidente LULA.
A MENTIRA:  A mensagem de e-mail exibida no Jornal Nacional deste sábado é de um repórter da GloboNews, e não do JN ou de qualquer outra redação da REDE GLOBO. 
A PROVA DA MENTIRA:

Ao reproduzir parcialmente o e-mail deste jornalista, a REDE GLOBO apagou deliberadamente o logotipo da GLOBONEWS, para enganar o público.

Os contatos entre a assessoria de Imprensa do Instituto Lula e a redação do Jornal Nacional sempre foram feitos diretamente. 
É degradante que a REDE GLOBO utilize o nome de um profissional da Globo News para montar a farsa que foi ao ar no JN deste sábado.
O mesmo vale para as mensagens enviadas à assessoria de imprensa dos advogados de Lula, e que não mencionavam reportagem no Jornal Nacional sobre a denúncia do MP. 
O que o Jornal Nacional tentou fazer na edição deste sábado foi lançar uma cortina de fumaça sobre as mentiras e gravíssimos erros cometidos na edição de quinta-feira.
2) Os advogados do ex-presidente Lula preparam as medidas judiciais cabíveis diante da recusa da REDE GLOBO  em atender ao Direito de Resposta e para reparar as novas ofensas dirigidas neste sábado ao ex-presidente Lula.
3) A solicitação de Direito de Resposta do ex-presidente Lula foi feita nos termos da lei, tempestivamente, como se pode confirmar na carta dos advogados, que está anexada a esta nota.
A reportagem de quinta-feira é parcial e caluniosa porque, ao longo de 9 minutos de reportagem, o ex-presidente Lula foi acusado 18 vezes (sem fundamento e sem resposta) pela prática de 10 diferentes crimes, foi alvo de 9 ofensas e 2 calúnias, a mais grave e desrespeitosa, quando o repórter comparou Lula a um traficante de drogas, calúnia que extrapola até mesmo as leviandades contidas nos autos da denúncia.
4) O texto de resposta do ex-presidente Lula à Rede Globo não tem ironias nem se alonga em comentários críticos ao jornalismo da Rede Globo, como alegou a emissora para censurá-lo. 
O texto tem 950 palavras. Na reportagem de 10 de março, o apresentador Willian Bonner, o repórter José Roberto Burnier e os promotores José Carlos Blat e Cássio Conserino utilizaram 1.085 palavras para -- sem provas e sem defesa – ofender, difamar e caluniar o ex-presidente, sem qualquer respeito ao equilíbrio jornalístico.
 O que Lula aponta na resposta censurada é a parcialidade do Jornal Nacional – veiculado por uma concessionária de serviço público – que não respeitou nem seus direitos nem o direito do público à informação correta.
O que a Rede Globo chamou neste sábado de “ironias” são as duras verdades que a emissora se recusa a ouvir.
5) A truculenta reação da REDE GLOBO a uma solicitação de Direito de Resposta, apresentada nos termos da Lei, expõe mais uma vez a extrema dificuldade desta emissora em lidar com os princípios democráticos que norteiam a liberdade de imprensa, e que deveriam ser observados com rigor numa CONCESSIONÁRIA DE SERVIÇO PÚBLICO.
Entre estes princípios estão o equilíbrio editorial,  o respeito ao contraditório, o rigor na apuração, o juízo imparcial da notícia e a serena humildade diante dos fatos.
Na parte de sua resposta que foi censurada, Lula recorda que a REDE GLOBO levou 30 anos para pedir desculpas ao povo brasileiro por ter apoiado o golpe 64, praticando um jornalismo de um lado só ao longo de duas décadas.
O jornalismo arrogante, de um lado só, voltou às telas do Jornal Nacional neste sábado, por meio de um dos porta-vozes daqueles tempos sombrios. Esta é uma noite para lembrar que as ditaduras, sejam as políticas, sejam as midiáticas, cedo ou tarde chegam ao fim.

LEIA AQUI A RESPOSTA DO EX-PRESIDENTE LULA AO JORNAL NACIONAL:

“Eu, Luiz Inácio Lula da Silva, e minha mulher, Marisa Letícia, não somos e nunca fomos donos de nenhum apartamento tríplex no Guarujá nem em qualquer outro lugar do litoral brasileiro.
Meu patrimônio imobiliário hoje é exatamente o mesmo que eu tinha ao assumir a presidência da República, em janeiro de 2003: 
O apartamento onde moro com Marisa, e onde já morávamos antes do governo,  e o rancho “Los Fubangos”, um pesqueiro na represa Billings. 
Ambos adquiridos a prestações. Também temos dois apartamentos de 70 metros quadrados que Marisa recebeu em permuta por um lote que ela herdou da mãe.
Tudo em São Bernardo do Campo. Tudo registrado em nosso nome no cartório e na declaração anual de bens. 
Esta é a verdade dos fatos, em sua simplicidade: entrei e saí da Presidência da República com os mesmos imóveis que adquiri ao longo da vida, trabalhando desde criança, como sabem os brasileiros.
Não comprei nem ganhei apartamento, mansão, sítio, fazenda, casa de praia, no Brasil ou no exterior. 
Jamais ocultei patrimônio nem registrei propriedade particular em nome de outras pessoas. 
Nunca registrei nada em nome de empresas fictícias com sede em paraísos fiscais, artifício utilizado por algumas das mais ricas famílias deste País para fugir ao pagamento de impostos.
As informações sobre o patrimônio do Lula – verdadeiras, fidedignas, documentadas – sempre estiveram à disposição do Ministério Público e da imprensa, inclusive da Rede Globo.
Estas informações foram deliberadamente ocultadas do público na reportagem do Jornal Nacional que apresentou as acusações do Ministério Público de São Paulo.
Eu não fui procurado pela Globo para apresentar meu ponto de vista. Ninguém da minha assessoria foi procurado. O direito ao contraditório foi sonegado. 
Alguém se apropriou indevidamente do meu direito de defesa.
Não é a primeira vez que isso acontece e certamente não será a última.
Mas eu fiquei indignado ao ver minha mulher e meu filho sendo retratados na televisão como se fossem criminosos.
Mesmo na mais acirrada disputa política – e o jornalismo não está acima dessas disputas – nada justifica envolver a família, a mulher, os filhos, como ocorreu nesse caso.
Fiquei indignado porque, ao longo de 9 minutos, o apresentador William Bonner e o repórter José Roberto Burnier me acusaram 18 vezes de ter cometido 10 crimes diferentes; sem nenhuma prova, endossando as leviandades de três membros do Ministério Púbico de São Paulo. 
Reproduziram ofensas, muitas ofensas, a partir de uma denúncia que sequer foi aceita pela juíza. E ainda por cima, denúncia de um promotor que já foi advertido pelo Conselho Nacional do Ministério Público, porque atuou fora da lei neste caso.
A Rede Globo me conhece o suficiente para fazer uma avaliação equilibrada das acusações lançadas por aquele promotor, antes de reproduzi-las integralmente pelas vozes de William Bonner e Roberto Burnier. 
A Rede Globo recebeu, desde 31 de janeiro, todas as informações referentes ao tríplex, com documentos que comprovam que nem eu nem Marisa nem nosso filho Fabio somos donos daquilo. É uma longa e detalhada nota, chamada “Os documentos do Guarujá: desmontando a farsa”. 
Cheguei a abrir mão do meu sigilo fiscal e anexei a esta nota parte de minha declaração de bens.
Quando divulgamos este documento esclarecedor, o Jornal Nacional fez uma série de matérias tentando desqualificar o que estava dito lá. Duvidaram de cada detalhe, procuraram contradições, chegaram a distorcer uma entrevista do meu advogado.
Quanta diferença...
Na reportagem sobre a denúncia do procurador, nada foi questionado. Tudo foi endossado e ratificado como se fosse absoluta verdade.
A Rede Globo sempre poderá dizer que estava apenas “retratando os fatos”, “prestando informações à sociedade”,  “cumprindo seu dever jornalístico”.
Só não vai conseguir explicar ao povo brasileiro a diferença gritante de tratamento: quando acusam o Lula, é tudo verdade; quando o Lula se defende, é tudo suspeito.
Em 40 anos de vida política, aprendi a lidar com o preconceito, com a inveja e até com o ódio político. 
Mas não me conformo, como ex-presidente desse imenso país chamado Brasil, não posso me conformar de ser comparado a um traficante de drogas, como aconteceu no final da reportagem.
Essa comparação ofensiva, injuriosa, caluniosa, não está nos autos da denúncia do Ministério Público. 
Não sei quem decidiu incluir isso na reportagem, mas posso avaliar seu caráter.
Se esta mensagem está sendo lida hoje na Rede Globo é por uma decisão da Justiça, com base na Lei do Direito de Resposta, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pela presidenta Dilma Rousseff no final do ano passado.
Esta lei garante que a Liberdade de Imprensa seja realmente um direito de todos e não um privilégio daqueles que detém os meios de comunicação.
É ela que nos permite enfrentar a ocultação de informações, a sonegação do contraditório, a falsidade informativa, a lavagem da notícia.
Estes vícios foram sistematicamente praticados pelos grandes veículos de comunicação do Brasil durante a ditadura e fizeram tão mal ao País quanto a censura, que abolimos na Constituição de 1988.
A Rede Globo levou mais de 30 anos para pedir desculpas ao País por ter apoiado a ditadura, praticando um jornalismo de um lado só. Graças à lei do Direito de Resposta, não tenho de esperar tanto tempo para responder às ofensas dirigidas a mim e a minha família no Jornal Nacional.
Eu não estou usando este direito de resposta para me defender apenas, e a minha família. É para defender a democracia, o estado de direito e a própria liberdade de imprensa, que só é verdadeira quando admite o contraditório e respeita a verdade dos fatos. 
Quando estes princípios são ignorados, em reportagens como aquela do Jornal Nacional, o maior prejudicado não é o Lula, é cada cidadão e a sociedade, é a democracia”.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA


O JN reagiu aos advogados de Lula, que solicitaram direito de resposta. Esta manifestação foi feita em vídeo no site do grupo da Rede Globo. Como não há possibilidade de incorporar o vídeo neste site (o site da Globo não disponibiliza/permite embed) deixo o link da matéria por lá divulgado 
Acesso em 13/03/2016.

Vem pra rua!

A manchete de um portal de notícias passa uma ideia equivocada. Não são, a rigor, as chuvas que causam morte. Uma reflexão mais atenta nos permite constatar que a desigualdade social e a concentração de riqueza que faz com que muitos, sem outra opção, passem a morar em locais de risco é, de fato, o que realmente anda causando essas e muitas outras mortes por esse Brasil a dentro. 

E amanhã?

Amanhã (13) a classe média vai às ruas lutar pelo direitos dos mais pobres, por um Brasil mais justo e igualitário. Vai às ruas lutar contra os privilégios de poucos (inclusive os da própria classe média, num paradoxo jamais visto neste país), em nome de uma sociedade mais justa e igualitária. Infelizmente, como dizem os mais jovem SQN (Só Que Não).

A manifestação é política, no sentido mais perverso da palavra, pois é promovida pela direita brasileira na articulação de caminhos tortuosos para se chegar ao poder de um país que desde 2003, optou pelo viés democrático do voto por trilhar o caminho do combate à miséria, à fome, ao domínio estrangeiro e, principalmente, trilhar um caminho onde o Brasil pudesse ser verdadeiramente um País de Todos.

Em física é possível falar na teoria do "Buraco de Minhoca" a qual é, em essência, um "atalho" através do espaço e do tempo. Na política, o buraco é mais em baixo e a minhoca dá lugar ao verme e o "Buraco de Verme" é a tentativa de se chegar ao poder pegando um "atalho" nem que para isso tenha que destruir a democracia pela qual tanta gente morreu neste país.

Impeachment: PMDB desistiu da Dilma

PHA analisa os amigos dos EUA

História do Imposto de Renda

Reprodução/EBC
O Imposto de Renda é um tributo em que cada contribuinte, pessoa física ou pessoa jurídica, é obrigado a pagar uma porcentagem de sua renda para o governo. No Brasil, o imposto sobre rendimentos foi instituído em 1922, com a proposta de financiar a saúde, educação e o desenvolvimento urbano, com taxas variando entre 8 e 20% para quem ganhasse mais dinheiro, pagasse mais, e quem ganhasse menos, pagasse menos.

Vereador Lela fala sobre Greve em Florianópolis

Vereador Vanderlei farias fala, na tribuna da câmara de vereadores, sobre a greve dos servidores da prefeitura municipal de Florianópolis/SC. Acompanhe no vídeo abaixo:

Jessé: PiG e UDN (PSDB) se articulam no Golpe




Na segunda da parte da entrevista à TV Afiada, o presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Aplicada), Jessé Souza, faz uma conexão entre os grandes pensadores brasileiros Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda com a Operação Lava Jato e a mídia. O objetivo é explicar a construção do discurso do liberalismo brasileiro em que o mal está sempre no Estado.

Para ele, o que há hoje é a extensão da luta que vem desde Vargas entre um Brasil moderno e inclusivo ou exclusivo.

“O Brasil moderno foi criado em 1930 com o Getúlio Vargas e, desde lá, temos duas opções para o Brasil: uma sociedade moderna inclusiva, nas soluções de Getúlio, ou exclusiva. A gente tem uma luta nisso. Tivemos um revés em 1954, com o suicídio de Vargas, quando havia todos os elementos de todos os Golpe. Você tem a mídia articulada com o discurso de que o mal e a corrupção estão sempre no Estado, e sempre um partido: lá atrás a UDN, hoje o PSDB.Para o Golpe, precisa criar um interesse geral a partir da manipulação”, define.


Fonte: TV Afiada.

Florianópolis: aniversário da cidade terá ônibus de graça

Capital comemora 343 anos com diversas atrações

Prefeito apresentou a programação oficial na manhã desta quarta-feira
foto/divulgação: Petra Mafalda
Mais de 90 eventos comemorativos, 30 dias de atividades, 17 secretarias envolvidas e ônibus de graça no dia 23 de março. Assim será o aniversário de 343 anos de Florianópolis. Uma programação repleta de atrações, realizada em parceria com a iniciativa privada.

São três grandes novidades este ano. A primeira é o ônibus gratuito no dia 23 de março, uma quarta-feira, feriado municipal. A gratuidade no transporte vale para todas as linhas do sistema, durante todo dia, com exceção apenas para os ônibus executivos.

A segunda é o baixo custo aos cofres públicos. Um mês inteiro de atividades com investimento de apenas R$ 20 mil: o restante é resultado da parceria público-privada, uma nova cultura de eventos estabelecida pela Prefeitura desde as festas de fim de ano.

A última grande novidade é a nova idade da cidade, que, em vez de completar 290 anos, irá fazer 343. A alteração é resultado da aprovação de uma lei, em setembro do ano passado, pela Câmara de Vereadores.

“Pensamos em uma festa bonita, com atrações para toda a família. Um mês de atividades com baixíssimo custo e ainda com a novidade de todo o transporte coletivo gratuito, assim ninguém deixará de aproveitar o dia”, disse o prefeito Cesar Souza Junior.

Inaugurações de reformas e mutirões pela cidade

A programação (completa no link) conta com assinaturas de convênios como o Motofrete, no dia 12, que irá regularizar a atividade no município, Feirão de Empregos em 17 e 18 de março no Centro, inauguração da praça Getúlio Vargas (dos Bombeiros) no dia 17, mutirão de limpeza em Santo Antônio de Lisboa no dia 21, e entrega de casas modulares no dia 22.

Neste ano, o corte do bolo irá ocorrer na avenida Beira-mar Norte, em um dia de muito esporte e atrações culturais, das 10 às 22 horas. No mesmo dia, haverá atividades para as crianças no Parque de Coqueiros, no Continente. No dia 29, há ainda a inauguração da nova sede do Ipuf, às 16 horas, em frente à praça Getúlio Vargas, no Centro.

Fonte: PMF - This work is licensed under a Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International License

Uma luta do Campeche, do Sul da Ilha e de toda Florianópolis!

"Uma luta do Campeche, do Sul da Ilha e de toda Florianópolis!!!
Mais de 400 pessoas reunidas na praia do Campeche no último sábado(05), protestando sobre as condições da balneabilidade e falta de saneamento básico.
Nosso gabinete esteve presente, mostrando que apesar dos atuais momentos da política, jamais iremos nos esconder ou nos calar diante das responsabilidades e estaremos sempre buscando auxiliar no que for possível. Infelizmente faltou a presença dos diversos órgãos responsáveis e dos demais 22 vereadores...
É somente através desta política de mobilização e a união da comunidade que iremos alcançar os objetivos, não somente para questões ligadas ao saneamento, e sim para todos os outros problemas.
Está sendo marcada a AUDIÊNCIA PÚBLICA solicitada por nosso gabinete, em breve iremos anunciar a data e iremos precisar de toda essa força da comunidade para mudarmos este cenário.

Parabéns à todos os organizadores do movimento!"

Fonte: Texto e foto extraídos do perfil do Facebook do vereador Vanderlei Farias (PDT).

XVIII ENG

O XVIII ENG 2016 será realizado em São Luís – MA, de 24 a 30 de Julho de 2016, e terá como tema “A construção do Brasil: geografia, ação política e democracia”.



A construção do Brasil é um tema de extrema relevância para a compreensão da disputa pelo exercício do poder que se dá de forma profundamente desigual entre os mais diversos grupos sociais. Ao mesmo tempo esse processo condiciona as ações sociais presentes e a efetivação de projetos emancipatórios. Tal construção marca o país com profundas disparidades sociais e regionais e, até o presente momento histórico, não permite a realização de uma democracia plena, tampouco possibilita afirmar uma realidade concreta que garanta a reprodução social dos sujeitos. Em decorrência disso, a cidade e o campo são concebidos e projetados para interditar as coexistências. Em uma conjuntura na qual os poucos avanços sociais e territoriais conquistados historicamente são colocados em causa, a AGB objetiva problematizar os nexos entre a ciência geográfica, a ação política transformadora e o exercício democrático e conclama todas(os) as(os) geógrafas(os) a pensar o Brasil que queremos.
Fonte: site XVIII ENG

Orientação pelos astros

Palestra cyberbullying contra professores

O professor Antônio Álvaro Soares Zuin (UFSCar) realiza  a palestra “Cyberbullying contra professores: desafios da autoridade pedagógica na era digital”, na próxima sexta-feira, 4 de março, às 10 h, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). Um dos pioneiros a investigar as representações dos professores por seus alunos nas redes sociais, Zuin é autor, entre outros, do livro “Adoro odiar meu professor. O aluno entre a ironia e o sarcasmo pedagógico” (Autores Associados). A palestra é uma promoção do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFSC e do grupo de pesquisa Trabalho e Conhecimento na Educação Superior (TRACES). O evento é gratuito e aberto à comunidade.

Greve na PMF

Foto/reprodução WhatsApp
Nesta tarde (01) os funcionários da prefeitura municipal de Florianópolis decidiram, em assembleia, pela greve por tempo indeterminada.
Em breve mais informações.

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