Situação do Caldeirão no Morro das Pedras

Defesa Civil Municipal alerta para ressaca. Moradores confirmam piora da situação e o risco eminente de queda de postes de luz e inter...

Professor: temos mesmo autonomia?

Nunca acreditei, de fato, que o professor tivesse autonomia. As evidências, no cotidiano escolar, que demonstram o contrário são várias. Encontrei em Contreras (2012) pistas que fortalecem a afirmação de que ao professor falta-lhe autonomia. Basta saber quais interesses daqueles que verborreiam que os professores (especialmente os de escolas públicas) têm autonomia.

Debate: Conjuntura nacional e universidade

O Programa de Pós-Graduação em Geografia promove a mesa-redonda “Conjuntura nacional e universidade” no dia 24 de setembro, às 10h, no miniauditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). O evento conta com a participação do economista José Álvaro Cardoso (DIEESE/SC) e do professor Waldir Rampinelli (departamento de História da UFSC).


Fonte: UFSC

Nossa educação não é teórica

É importante (re)pensar nossas práticas, nossas formas de interagir com o mundo e, sobretudo, como auxiliamos nossos alunos a ler o mundo em que produzem e vivem. Uma educação verdadeiramente libertadora nos desafia a transpor forma e conteúdo para um outro patamar educativo. Sair da palavra oca e buscar na teoria sobre as coisas, suas explicações.

 Nossa educação não é teórica porque lhe falta esse gosto da comprovação, da invenção, da pesquisa. Ela é verbosa. Palavresca. É “sonora”. É “assistencializadora”. Não comunica. Faz comunicados, coisas diferentes. (Freire, 1967, p. 94).

FREIRE, Paulo. Educação como Prática da Liberdade. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1967,

Para discutir: refugiados

Fonte: Jornal do Senado, Brasília, segunda-feira, 14 de setembro de 2015.

Bom Dia!

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Câmara inclui na LDB gasto com feiras de ciências entre os de desenvolvimento do ensino

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (8), em caráter conclusivo, proposta que explicita na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB - 9.394/96) que os valores investidos pelo Estado em atividades complementares para alunos e professores poderão ser classificados como “despesas de manutenção e desenvolvimento do ensino”.

Pela medida, essas atividades curriculares serão realizadas por meio de exposições, feiras ou mostras de ciências, matemática, língua portuguesa ou língua estrangeira, literatura ou cultura.

A versão aprovada enumera, de forma clara, que tipo de atividades podem ser consideradas complementares e amplia as áreas do conhecimento que podem ser abordadas nessas atividades. (Proposta será analisada ainda pelo Senado).

Distribuição de recursos

A LDB considera como despesas de manutenção e desenvolvimento do ensino aquelas realizadas com vistas à consecução dos objetivos básicos das instituições educacionais de todos os níveis.

A Constituição determina que os estados, o Distrito Federal e os municípios apliquem anualmente no mínimo 25% por cento da receita resultante de impostos, inclusive a proveniente de transferências, em projetos de manutenção e desenvolvimento do ensino.

Rejeitado projeto que valoriza professor assíduo

Texto que definia a assiduidade como critério para progressão funcional tinha voto favorável do relator, mas comissão entendeu que cabe às redes de ensino gerenciar problema

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) rejeitou ontem projeto de lei (PLS 95/2013) que pretendia modificar a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para incluir a assiduidade e ouso de práticas pedagógicasinovadoras entre os fatoresconsiderados para progressãofuncional de professores. Na decisão, o colegiado seguiu voto em separado contrário à proposta apresentado pela senadora Marta Suplicy (sem partido-SP).

O relator, senador Telmário Mota (PDT-RR), havia sido favorável ao projeto, de autoria do ex-senador Vital do Rêgo. Ao sugerir a proposta, Vital disse que uma das finalidades era ajudar a reduzir o grande número de faltas dos professores de escolas públicas, o que compromete a qualidade do ensino. A comissão entendeu, contudo, que as soluções defendidas seriam inadequadas como meio de promover a assiduidade dos docentes.

Com a rejeição, o texto agora deve ser arquivado, pois teve decisão final na CE. Porém, se houver recurso, a questão poderá ser decidida em Plenário. Nesse caso, se vier a ser aprovada, a proposta terá chance de seguir para exame na Câmara dos Deputados.

Em seu voto, Marta chegou a dizer que o “absenteísmo docente é terrível”. Porém, lembrou que o próprio autor reconhece, na justificação de sua proposta, que esse seria um “fenômeno complexo”. Assim, avaliou que cabe aos sistemas de ensino a tarefa de gerenciar o problema oferecendo, antes de tudo, condições de trabalho que favoreçam o engajamento dos profissionais, inclusive por meio da criação de oportunidades para a promoção de inovações no campo pedagógico.

— Não acho que lei como a que está sendo proposta vá mudar a assiduidade das pessoas e torná-las mais inovadoras pedagogicamente, mas que se faz necessário toda uma mudança de espírito dentro da carreira profissional — argumentou Marta.

Valorização

A senadora destacou ainda que a LDB já define critérios gerais para a valorização dos professores ao detalhar exigências para a elaboração de estatutos e planos de carreira. Ela observou que a progressão funcional e a avaliação de desempenho constituem uma das facetas desse processo, cuja definição deve ser da competência dos sistemas de ensino, conforme a autonomia que a Constituição confere à União, aos estados e aos municípios para legislar sobre educação.

Ao justificar posição contrária ao projeto, Antonio Anastasia (PSDB-MG) afirmou que o texto entra em detalhes normativos que, a seu ver, não devem constar de legislação federal. Ele diz que a LDB já define a “moldura geral” para que cada estado e município possa complementar os crité- rios de valorização e avaliação de desempenho segundo sua realidade específica:

— Evidente que todos nós defendemos o combate ao absenteísmo e o favorecimento à assiduidade, mas com critérios derivados de cada realidade — argumentou.

Telmário, que assumiu a relatoria do projeto na semana anterior, reforçou durante o debate sua crença de que a proposta poderia contribuir para evitar faltas dos professores às aulas. Para o senador, em comparação com uma lei federal, normas estaduais e municipais não teriam a mesma força para disciplinar a questão.

Simone Tebet (PMDB-MS), que também apoiou o voto de Marta, reforçou a tese de que o projeto não oferece resposta para a complexa questão do absenteísmo do professor. Depois sugeriu que, a partir de agora, a comissão promova audiências públicas para avaliar a questão.

Fonte: Jornal do Senado, Brasília, quarta-feira, 9 de setembro de 2015. 

Comissão barra texto sobre docentes

A Comissão de Educação rejeitou projeto que previa a assiduidade como um dos fatores de progressão funcional para professores. O objetivo do texto era reduzir as faltas dos docentes na rede pública. Mas o colegiado entendeu que o problema deve ser enfrentado com mudanças mais amplas nas condições de trabalho.

Professor assíduo e inovador pode ter vantagens

A inclusão da assiduidade e do uso de práticas pedagógicas inovadoras entre os critérios de avaliação para progressão funcional de professor é o objetivo de projeto em análise na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). O PLS 95/2013 deve ser votado na reunião de amanhã (8), às 11h.

A proposta, do ex-senador Vital do Rêgo, objetiva reduzir o grande número de faltas de professores registrado nas escolas públicas. A medida modifica a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), que hoje prevê critérios como titulação e avaliação de  desempenho. Para Vital do Rêgo, a proposta deve aumentar o poder da comunidade escolar na avaliação dos docentes.

O relator, João Alberto Souza (PMDB-MA), apresentou parecer favorável, mas ponderou que é preciso levar em conta a precarização da carreira docente. “Se o professor não recebe incentivos consistentes para a dedicação exclusiva, não há de se estranhar que ele acabe por estender demasiadamente sua jornada de trabalho, comprometendo sua saúde e, portanto, sua assiduidade. Por sua vez, a ideia de inovação pedagógica traz a necessidade de uma avaliação criteriosa, sob o risco de qualquer procedimento, inclusive o mais rotineiro, ser tido como inovador”, alerta.

O projeto também proíbe que professores da educação básica sejam convocados para prestar serviço durante as eleições, salvo em casos excepcionais. Ele argumenta que os docentes hoje convocados ficam fora da escola não apenas no dia da eleição, mas nos períodos de treinamento e 
nos abonos concedidos após o pleito, o que pode chegar a dispensas de até dez dias.

Após a aprovação na CE, a matéria deve seguir para a Câmara, se não houver recurso para votação pelo Plenário.

Fonte: Jornal do Senado, Brasília, terça-feira, 8 de setembro de 2015.

"Quem precisa mais de você é o seu pior aluno", diz escritor a professores

Autor de best-sellers infanto-juvenis como "A Droga da Obediência" e especialista em letramento e técnicas de leitura, Pedro Bandeira comparou as profissões de professor e médico, em palestra hoje dia cinco (5/9) na 17ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro. A uma plateia cheia de fãs e professores, ele sugeriu que os docentes se atentem às diferenças entre os alunos.

"Cada aluno é diferente do outro. Você tem que ter a habilidade de cuidar de diferentes", disse ele, que comparou: "Quem precisa mais de médico? É quem está mais doente. Quem precisa mais de você? É o seu pior aluno. O seu bom aluno não precisa de você, ele anda sozinho. Mas se você não cuida do seu mau aluno, ele vai embora".

O autor deu dicas a professores que querem estimular a leitura, afirmando que alunos que têm mais dificuldades de ler podem ser incentivados, inicialmente, com trechos menores e textos ritmados. Bandeira criticou os professores que cobram que todos os alunos comecem por livros do mesmo tamanho e entendam de forma igual.

"Não existe isso. É a mesma coisa que o médico receitar o mesmo remédio para todos os pacientes", afirmou ele, que reforçou a necessidade de cuidar dos alunos com dificuldades de aprendizado: "Nossa política sempre foi essa, a de excluir. o mau aluno não interessa, eu expulso da classe. Sempre foi assim. Mas no hospital vou expulsar quem está pior?"

Outro ponto criticado pelo autor foi a preocupação com as notas. Mais uma vez comparando com o universo da medicina, ele disse que as notas são os exames de laboratório que só interessam ao médico, já que o importante é que o paciente saia curado e que o aluno aprenda.

"A nota não é importante. A nota é para você, a prova é para você, assim como o exame de laboratório é para o médico", disse ele, que ironizou: "Se você for procurar um emprego, não vão perguntar qual foi foi sua nota de ciências na 3ª série. O que importa é o que você é hoje".

Fonte: Agência Brasil

A proibição ao pensar verdadeiro

Sobre educação bancária diz Paulo Freire (1980, p. 73)

Nas aulas verbalistas, nos métodos de avaliação dos "conhecimentos", no chamado "controle de leitura", na distância entre o educador e dos educandos, nos critérios de promoção, na indicação bibliográfica, em tudo, há sempre a conotação "digestiva" e a proibição ao pensar verdadeiro.

Pedagogia do Oprimido.

Paralisação de servidores de universidades federais chega a 100 dias sem acordo

Os servidores públicos técnico-administrativos das universidades federais estão em greve há mais de três meses, diminuindo o ritmo de atendimento aos docentes e estudantes e comprometendo o funcionamento de alguns serviços. De acordo com a Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra), servidores de 63 instituições públicas aderiram à paralisação.

Segundo a Fasubra, a greve deste ano é uma continuidade das reivindicações dos trabalhadores em 2014, quando a paralisação dos servidores foi suspensa pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que determinou que o governo deveria negociar com os trabalhadores até o dia 30 de junho daquele ano.


A principal demanda da categoria é a reposição das perdas salariais dos últimos anos. A Federação informou que o governo ainda não apresentou uma proposta oficial para acabar com a greve.

Em nota publicada no dia 21 de agosto, o Ministério da Educação se disse preocupado com a greve, em especial com os alunos sem aulas nas 30 universidades em que os docentes também pararam. O MEC também informou que sempre se colocou à disposição para dialogar com as entidades e instituições federais. “O esforço do governo federal tem sido incansável para garantir o diálogo contínuo e a solução para a greve. O MEC e o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão têm trabalhado em conjunto para reestabelecer a atividade acadêmica.”

Segundo a nota, de fevereiro de 2014 a agosto de 2015 representantes do ministério se reuniram com a entidade 23 vezes para tratar da agenda de reivindicações. Uma nova reunião está marcada para hoje (4).

Além de salário, os grevistas também pedem ajuste nas carreiras, como mudanças na carga horária e maior participação nas decisões das universidades. Outra demanda é por mais recursos para as universidades. De acordo com a Fusabra, várias instituições passam por dificuldades sérias em decorrência de cortes orçamentários que levaram ao contingenciamento de verbas de custeio.

Fonte: Agência Brasil (Editado).

Corte de verba em pós-graduação já afeta pesquisas, dizem universidades

Apesar da crise que afeta a educação, representantes do governo afirmaram que bolsas da Capes e do CNPq não serão cortadas

Apesardeterassegurado o pagamento de todas as bolsas de pós-graduação vigentes, o governo determinou cortes de recursos que já comprometem a continuidade de pesquisas nas universidades públicas, segundo ficou constatado no debate realizado ontem na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT).

De acordo com Henrique Luiz Cukierman, pró-reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o orçamento deste ano para programas de pós-graduação da instituição será 75% menor que o de 2014. O corte, afirmou, afeta desde o custeio de experimentos até a participação de pesquisadores em encontros científicos.

— Entramos numa situação angustiante. Todas as pesquisas de campo estão suspensas, o que é um prejuízo imenso para a produção de conhecimentos. As dificuldades se repetem na Universidade de Brasília (UnB), como relatou Jaime Martins de Santana, decano de Pesquisa e Pós-Graduação da instituição. Ele apontou prejuízos decorrentes de cortes de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

— O FNDCT perdeu 28%. Passamos de R$ 4,5 milhões para R$ 3,2 milhões. Isso tem um impacto extremamente negativo no financiamento da pesquisa que é feita nas universidades e nos institutos de pesquisa — disse.

Marcio de Castro Silva Filho, diretor da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), afirmou que não haverá cortes de repasses aos bolsistas da instituição.

Também estão garantidas as bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), conforme Emília Maria Silva Ribeiro Curi, secretária-executiva do Ministério da Ciência e Tecnologia:

— A prioridade será honrar os projetos contratados e o pagamento dos bolsistas — disse.

Segundo Cristovam Buarque (PDT-DF), Lasier Martins (PDT-RS) e José Medeiros (PPS-MT), não há justificativa aceitável para o corte de recursos. O senador Hélio José (PSD-DF) lembrou a nova dificuldade colocada ao Congresso pelo Executivo por causa do déficit de R$ 30 bilhões no projeto do Orçamento de 2016:

— Com essa possibilidade de ter que cortar, como vamos fazer? Sacrificar o pouco que já se tem de investimento na área científica? Não tem a mínima condição.

Fonte: Jornal do Senado, Brasília, quarta-feira, 2 de setembro de 2015.

Candidatos Reitoria UFSC

A Comissão Eleitoral representativa de entidades da UFSC Andes, APG, DCE e  Sintufsc, criada pelas Entidades e designada através da Portaria nº 001/COMELEUFSC/2015,   tornou pública, por meio do  E D I T A L nº 003/2015 A015, a homologação das chapas inscritas e suas respectivas numerações de acordo com o sorteio realizado dia 31 de agosto.

81 – Reitor: Cláudio José Amante – Vice-Reitor : Rogério Cid Bastos
82 – Reitor: Luis Carlos Cancellier de Olivo – Vice-Reitora: Alacoque Lorenzini Erdmann
83 – Reitora: Roselane Neckel – Vice-Reitora: Lúcia Helena Martins Pacheco
84 – Reitor: Edson Roberto De Pieri – Vice-Reitor: Carlos Alberto Marques
85 – Reitor: Irineu Manoel de Souza – Vice-Reitora: Mônica Aparecida Aguiar dos Santos

Fonte: Notícias da UFSC

Palavra ôca, verbosidade alienada e alienante

Após a reclamação de um aluno de que sua professora nada explica apenas fica falando o que já está escrito nos livros didáticos, lembrei-me de Freire...


Falar da realidade como algo parado, estático, compartimentado e bem comportado, quando não falar ou dissertar sôbre algo completamente alheio à experiência existencial dos educandos vem sendo, realmente, a suprema inquietação desta educação. A sua irrefreiada ânsia. Nela, o educador aparece como seu indiscutível agente, como o seu real sujeito, cuja tarefa indeclinável é "encher" os educandos dos conteúdos de sua narração. Conteúdos que são retalhos da realidade desconectados da totalidade em que se engendram e em cuja visão ganhariam significação. A palavra, nestas dissertações, se esvazia da dimensão concreta que devia ter ou se transforma em palavra ôca, em verbosidade alienada e alienante. Daí que seja mais som que significação e, assim, melhor seria não dizê-la.

FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido, 8ª ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1980. p. 65.

Nada há menos "humanitário" que o pedagogismo conservador


Nada há menos "humanitário" que o pedagogismo conservador que faz da escola a fonte dos "recursos humanos" (para a empresa capitalista) que "humanizarão", isto é, darão vida, aos instrumentos de produção, às máquinas, aos equipamentos, às fábricas, aos bancos (fábricas de juros), aos balcões do comércio (fábricas de lucros de intermediação), às empresas produtoras de serviços, aos computadores, aos sistemas telefônicos, aos complexos hidro-elétricos, aos sistemas de comunicação por satélites, de que nenhum trabalhador afinal é proprietário. Mas de que os capitalistas o são. E dará vida às escolas também, onde cada vez mais o professor é um operador de capitais de que não é proprietário também.
ROSSI, Wagner Gonçalves. Capitalismo e Educação: contribuição ao estudo crítico da economia da educação capitalista. São Paulo. Cortez & Moraes. 1978 (p. 38).

Ranking de escolas por nota do Enem não é um bom serviço ao público, diz Janine

O ministro da Educação, Renato Janine, disse ontem que um ranking feito com as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) pelas escolas não é um bom serviço ao público. “Não levem [o ranking] a ferro e fogo”, aconselhou.

Todos os anos, escolas privadas fazem um ranking baseado na nota que cada instituição teve no Enem. Muitas fazem anúncios publicitários com sua posição na lista, para se colocarem como as melhores do mercado.

Janine disse que algumas escolas pequenas podem ter notas muito altas, mas elas excluem a maioria dos estudantes tanto pelos preços quanto pela seleção de novos alunos.
O ministro também sustentou que as escolas devem ser inclusivas. “Isso é muito importante para que as pessoas tenham a visão de que o mundo é complexo”, argumentou, complementando que escolas muito pequenas tendem a ter pessoas muito parecidas e que isso prejudica a visão de mundo dos estudantes.

Outro destaque feito pelo ministro no programa da TV Brasil é que, neste mês, o Brasil foi campeão na WorldSkills Competition, maior competição de educação profissional do mundo. A delegação brasileira conquistou um total de 27 medalhas (11 de ouro, 10 de prata e seis de bronze), ficando à frente da Coreia do Sul e de Taiwan.

O ministro destacou que, das 27 medalhas brasileiras, 25 tiveram a participação de estudantes com formação pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), incluídos os 11 jovens que ganharam medalha de ouro.

Fonte: Empresa Brasil de Comunicação S/A - EBC (editado pelo Blog).

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