Filas invisíveis




Pensando em algumas postagens feitas por amigos em uma rede social falando das insuportáveis filas de carros nas ruas, avenidas e rodovias que cortam Florianópolis não posso deixar de lembrar das outras filas que, no verão insular, apresentam-se como fragmentos da incompreensão humana.

Há fila nos restaurantes, nos estacionamentos próximos ou não das praias, filas nos centros de compras da cidade, nos cinemas e antes disso, para comprar pipoca, fila nos bancos, fila para sonhar (coitado) ser milionário da mega, fila para entrar no ônibus… é fila para (quase) tudo.

As pessoas, com seus aparelhos móveis, ao esperar uma conexão que não caia e que possibilite um mínimo de “navegabilidade” na rede internet formam uma espécie de fila invisível onde o péssimo serviço e o desrespeito com o cliente é quase regra. Fila invisível onde se paga para irritar.

Esperança, (ou não, dependendo do ponto de vista), nas bibliotecas não há filas.




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