Pesquisando pelo Cerrado

Estudando o território brasileiro e suas regiões os alunos de 7º ano (em Santa Catarina) foram estimulados a escreverem um relato imaginando uma viagem pelo Cerrado brasileiro. Abaixo uma das produções realizadas.

Olá prof º Santiago, sou a Emily Lima Carvalho da turma 71 da Escola Batista Pereira, segue abaixo meu registro que fiz sobre o cerrado.

Minha vida aqui em São Paulo é bem tranquila, mas, isso está prestes a mudar; minha melhor amiga convidou-me para fazer uma viagem ao cerrado, que se localiza na região Centro-Oeste, ela está fazendo uma pesquisa sobre isso pra faculdade.

Nunca ouvi falar sobre isso, a Larissa me disse que lá chove bastante (sic) e é para eu levar roupas bem quentinhas leves (porque vamos em Dezembro a época mais fria quente em Brasília que é onde a tia mora).

Chegamos a Brasília exatamente as 10 horas da manhã, a tia dela veio nos receber com presentes de boas vindas, saímos do aeroporto pegamos um táxi e fomos para a casa dela. Acomodamos-nos e ficamos bem à vontade com o local! Passamos alguns dias na capital do país, mais logo começamos a nossa aventura: alugamos um carro e fomos pra Goiânia.

Chegando lá, conhecemos um parque temático e um monitor que nos deu as melhores dicas do que deveríamos ver e ouvir, e também o que fazer caso nos perdêssemos: deu-nos um apito e um mapa do domínio morfoclimático do cerrado.    

Eu e a Larissa, entramos na floresta e ela logo começou anotar o que via e ouvia, tudo era novidade para nós, ela fazia uma expressão de surpresa anotava, sorria e continuava andando. A Lari me disse que no cerrado a vegetação é formada principalmente por pequenas árvores e arbustos com troncos e galhos, além de gramíneas e plantas rasteiras que cobrem extensas áreas de solo. Isso não é demais? Perguntou-me ela, eu, sem compreender exatamente muito bem o significado de todas aquelas palavras, acenei positivamente com a cabeça.

Lá pelas tantas horas da tarde eu senti uma baita fome e o pior ainda estava por vir: a Larissa estava sem rumo e muito empolgada, se perdera nas indicações do mapa! Eu estava até então, somente seguindo-a e fotografando tudo o que ela me pedia, e como não havia pegado um mapa para mim e queira logo sair dali para saciar minha fome e sede, usei o meu apito. 

Apitei como se a minha vida dependesse daquilo, eu já estava desesperada! Com fome, cansada, e ainda por cima a Larissa não estava nem se importando. Isso foi me dando uma agonia profunda, eu não sabia se apitava, gritava, corria ou chorava, quando de repente... Ufa que alivio, o monitor vinha em nossa direção.

Nosso passeio chegou ao fim, mas a nossa fome não, por isso fomos tomar um lanche numa cafeteria. 

Precisávamos retornar a Brasília, o quanto antes, pois a mãe da Lari nos avisou via torpedo que a faculdade havia entrado em contato avisando que a data de apresentação do trabalho fora antecipada.

De volta a Brasília, devolvemos o carro, agradecemos a gentileza da tia da Larissa e retornamos no mesmo dia a São Paulo. 

         O prazo era curto e havia muito que fazer, minha vida voltou a sua rotina de sempre, porém agora, estava auxiliando a minha amiga a organizar todo o material que ela havia recolhido em nossa viagem. Foram dias ótimos, de muita aprendizagem e significado.

Neste relato a aluna fala que recebeu “um mapa do domínio morfoclimático do cerrado”. Você sabe o que é um domínio morfoclimático? Deixe sua resposta clicando em comentário.

Um comentário:

  1. É referente ás formas do relevo e os tipos de clima !

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