Situação do Caldeirão no Morro das Pedras

Defesa Civil Municipal alerta para ressaca. Moradores confirmam piora da situação e o risco eminente de queda de postes de luz e inter...

Rosa dos Ventos

Que tal um jogo para aprender um pouco mais sobre a Rosa dos Ventos?

Clique no link  Rosa dos Ventos e baixe o arquivo em Power Point.

Para não dizer que não falei das flores

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Foto: Santiago Siqueira / www.santiago.pro.br

Pedalar sim, contra-fluxo não.

Uma coisa está me chamando a atenção pelas ruas por onde passo. E está relacionado com as pessoas que fazem da bicicleta seu veículo de transporte.

Seja criança ou adulto homem ou mulher a esmagadora maioria não anda conforme o previsto no Código Brasileiro de Trânsito.

Bicicleta assim como moto ou carro deve seguir o fluxo do trânsito e não seguir no contra-fluxo.

Umas das maiores dificuldades para quem dirige carro é desviar das bicicletas que insistem em trafegar nas vias pelo contra-fluxo. Quando um ciclista está na mesma mão que o carro e seguindo conforme orientação da legislação, o fluxo do trânsito, para o motorista basta acionar o freio do carro e seguir atrás do ciclista até o melhor momento para ultrapassá-lo.

Quando o motorista se depara com um ciclista que, erradamente vem no contra-fluxo, e na mesma pista, o desvio é imposto e muitas vezes força o carro a se jogar para a pista contrária o que pode provocar um sério acidente caso em sentido contrário venha outro veículo.

Caso o carro se mantenha em sua mão, o choque com a bicicleta que está vindo em sentido contrário, porém na mesma pista, é quase que inevitável.

Por isso digo para observarem isso meus amigos ciclistas, andem sempre na mesma mão que os carros, seguindo o fluxo do trânsito. Evitem acidentes.

Fonte da Imagem: <http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/619/464/img.terra.com.br/i/2011/03/05/1805645-1842-atm14.jpg>. Acesso em 30/05/2013.

Dia do Geógrafo

A palavra Geografia é resultante da junção dos radicais gregos "geo" e "graphos", significando, respectivamente, “Terra” e “escrever”. Geografia é, portanto, o estudo científico da superfície da Terra, com o objetivo de descrever e analisar a variação espacial de fenômenos físicos, biológicos e humanos.

O trabalho desenvolvido pelo geógrafo requer um conhecimento sólido da natureza, por meio do estudo dos aspectos que influem de forma direta no dia a dia das sociedades e em sua organização espacial, suas inter-relações, bem como um conhecimento apurado dos aspectos estruturais da sociedade e de como ela se apropria da natureza.

No dia 29 de maio também se comemora o aniversário de fundação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Fonte: <http://7a12.ibge.gov.br/voce-sabia/calendario-7a12/event/30-dia-do-geografo> Acesso em 29/05/2013. Adaptado.

Dia do Geógrafo

A palavra Geografia é resultante da junção dos radicais gregos "geo" e "graphos", significando, respectivamente, “Terra” e “escrever”. Geografia é, portanto, o estudo científico da superfície da Terra, com o objetivo de descrever e analisar a variação espacial de fenômenos físicos, biológicos e humanos.

O trabalho desenvolvido pelo geógrafo requer um conhecimento sólido da natureza, por meio do estudo dos aspectos que influem de forma direta no dia a dia das sociedades e em sua organização espacial, suas inter-relações, bem como um conhecimento apurado dos aspectos estruturais da sociedade e de como ela se apropria da natureza.

No dia 29 de maio também se comemora o aniversário de fundação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Fonte: <http://7a12.ibge.gov.br/voce-sabia/calendario-7a12/event/30-dia-do-geografo> Acesso em 29/05/2013. Adaptado.

Dia do Geógrafo

A palavra Geografia é resultante da junção dos radicais gregos "geo" e "graphos", significando, respectivamente, “Terra” e “escrever”. Geografia é, portanto, o estudo científico da superfície da Terra, com o objetivo de descrever e analisar a variação espacial de fenômenos físicos, biológicos e humanos.

O trabalho desenvolvido pelo geógrafo requer um conhecimento sólido da natureza, por meio do estudo dos aspectos que influem de forma direta no dia a dia das sociedades e em sua organização espacial, suas inter-relações, bem como um conhecimento apurado dos aspectos estruturais da sociedade e de como ela se apropria da natureza.

No dia 29 de maio também se comemora o aniversário de fundação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Fonte: <http://7a12.ibge.gov.br/voce-sabia/calendario-7a12/event/30-dia-do-geografo> Acesso em 29/05/2013. Adaptado.

Reciclar é Show!

Apresentação do projeto Reciclar é Show, realizada na escola básica municipal Batista Pereira em 28/05/2013.

Reciclar é Show!

DSCN3348Apresentação do projeto Reciclar é Show, realizada na escola básica municipal Batista Pereira em 28/05/2013.

Reciclar é Show

Apresentação musical do grupo Reciclar é Show na escola básica municipal Batista Pereira. Florianópolis-SC. 28/05/2013. Em breve filme completo.

Sua escola é pública?

Quando a escola (que deveria sempre ser) pública começa a ser privatizada "pelas bordas" qualquer um fica assustado, mas quando a privatização (nem um pouco) escamoteada da escola pública é bancada por quem deveria defende-la pública como princípio fundamental, aí fica difícil.

Ciclo da Água

O que é relevo?

A superfície da Terra é muito irregular. Existem terrenos inclinados, montanhas, serras, vales, escarpas, chapadas, depressões, planícies, planaltos... ou seja, existem diferenças, variações.

Ao conjunto de todas as variações que existem na superfície terrestre damos o nome de relevo.

Se pudéssemos olhar a superfície de um outro jeito, fazendo um “corte” transversal na Terra, por exemplo, veríamos com maior clareza algumas variações que compõem o relevo de uma determinada região. Observe nos desenhos:

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Altitude e altura

A gente diz: “aquele prédio tem 30 metros de altura”. Mas dizemos: “aquela montanha tem 3.000 metros de altitude”.

A altura é medida a partir do chão do próprio lugar. A altitude é medida a partir do nível do mar.

Assim: quando dizemos que um prédio tem 30 metros de altura, isso quer dizer que o topo do prédio está a 30 metros do chão. E quando dizemos que uma montanha tem 3.000 metros de altitude, isso quer dizer que o topo da montanha está a 3.000 metros do nível do mar.

O instrumento que mede a altitude chama-se altímetro.

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www.santiago.pro.br

Entrega de avaliações

Hoje na escola Batista Pereira foi dia de entrega de avaliações. Consegui falar com vários pais, muito conhecidos e outros que tive o prazer de conhecer este ano. Foi um bate-papo interessante e necessário.

Obrigado pelo carinho e atenção de todos!

Respostas das atividades da Turam 71 em 23/05/2013

1. Faça, no mapa abaixo, a divisão regional do Brasil segundo IBGE, inclua a Legenda. (1,0).

regiões brasileiras ibge

1. Complete o mapa abaixo (1,0)

respostaatividadesturma71

a) Pinte de vermelho o estado de
   Santa Catarina.


b) Pinte de amarelo o estado cuja

   sigla é AM.

c) Pinte de verde o estado cuja
   capital é Salvador.


d) Pinte de Laranja o estado da
   região Sul que faz divisa com
   São Paulo.


e) Pinte de roxo o estado cuja
   capital é Rio Branco.

SINTRASEM: POSIÇÃO POLÍTICA E ENCAMINHAMENTOS SOBRE AS POLÍTICAS EDUCACIONAIS DA SME/PMF

A CATEGORIA APROVOU NA ASSEMBLEIA GERAL PMF, DIA 9 DE MAIO DE 2013, REALIZADA NO AUDITÓRIO DO SINTESPE, POSIÇÃO POLÍTICA E ENCAMINHAMENTOS SOBRE AS POLÍTICAS EDUCACIONAIS DA SME/PMF. CONFIRA:

Entendemos que as diferentes culturas, os conhecimentos mais avançados da ciência e das artes devem ser preservadas, valorizadas e transmitidas às gerações. A escola pública é uma conquista dos trabalhadores e deve ser uma ferramenta para elevação do nível cultural da classe trabalhadora. A defesa da educação pública, gratuita e de qualidade remete-nos a uma defesa da escola pública que queremos para a esta classe.
Os governos têm compreendido a educação apenas enquanto um processo de gerenciamento de pessoas e saberes, onde se acredita que os problemas deste campo são necessariamente problemas de gestão. Encobrem com isso a necessidade de mais e maiores investimentos na educação pública, gratuita e de qualidade, mantida e administrada diretamente pelo próprio Poder Público. Esta concepção perpassa todo o Plano Nacional de Educação (PNE), imposto pelo MEC, desrespeitando o texto construído na Conferência Nacional da Educação (CONAE). Este é um dos motivos dos trabalhadores da PMF decidirem no Congresso do Sintrasem pela não participação em instâncias tripartites, (onde se reúnem patrão, Estado e trabalhadores), pois as mesmas se travestem como democráticas, mas são utilizadas apenas para esfriar a mobilização dos trabalhadores, desviando o foco das reivindicações.
Neste sentido, o campo de debate/disputa para os trabalhadores, com os governos federal, estadual e municipal e a iniciativa privada (voluntários, ONGs, cooperativas, empresas prestadoras de serviço, etc.), inclui: currículo, avaliação, financiamento e carreira dos trabalhadores em educação.
Em relação ao currículo, a Secretaria Municipal de Educação de Florianópolis (SME) ignorou a proposta curricular construída coletivamente pelos trabalhadores da Rede Municipal de Ensino (RME) em conjunto com a própria SME no ano de 2008, desprezando o programa de livro didático financiado pelo MEC, para comprar um sistema de ensino pronto, da iniciativa privada desrespeitando, inclusive, os PPPs das unidades e restringindo a participação e autoria dos professores no processo educacional.
Quanto à avaliação, o Conselho Municipal de Educação (CME) elaborou a Resolução 02/2011 do CME que, entre outros problemas, rebaixa a nota de aprovação dos alunos de seis para cinco e cria o dispositivo de aprovar com restrições todos que não atingirem a média mínima ao final do ano (nota cinco). Isso implicou num rebaixamento das exigências mínimas de apreensão de conteúdos para os alunos, além de criar um ambiente entre estes nas escolas de que “não precisamos estudar pra passar, pois serei aprovado assim mesmo”. Não somos a favor da “cultura da reprovação”, mas entendemos que “não há direitos sem deveres e não há deveres sem direitos”. Portanto, a nota de corte serve de parâmetro para o aluno empenhar-se em seus deveres escolares. Além disso, a aprovação automática criou uma distorção no índice que a SME e o MEC utilizam para “medir a qualidade do ensino”, o IDEB. Como o IDEB é composto pelas médias entre as notas de matemática, português da Prova Brasil e taxa de aprovação de alunos, a aprovação automática “empurra” o IDEB das escolas de RME para cima.
Não estamos defendo a aplicação IDEB. Muito pelo contrário. Já temos posição histórica de sermos contrários à aplicação dos testes de avaliação em massa, pois os mesmos não medem qualidade alguma, sendo utilizado como argumento para justificar a responsabilização dos professores pelo fracasso do processo ensino-aprendizagem, tirando do foco a responsabilidade do poder público com maiores investimentos na educação pública, gratuita e de qualidade.
Quanto ao financiamento, o Estado deve investir muito mais do que investe para que possamos ter a estrutura necessária a uma educação pública, gratuita e de qualidade para todos em todos os níveis (educação básica e educação superior). A SME não investe todos os recursos que chegam até os cofres da PMF no serviço público. Investe boa parte destes recursos na iniciativa privada, através de repasses a ONGs, voluntários e empresas privadas que prestam serviços como limpeza, merenda escolar, material didático e pedagógico.
Quanto à carreira, a SME ainda não aplica a Lei Nacional do Piso do Magistério em nossas carreiras, pois a mesma diz que o valor do salário mínimo nacional para professores com nível médio é R$ 1.567,00. Ou seja, a SME aplica este valor na tabela de graduação, deixando de repassar o percentual de 15% entre os níveis. Além disso, surgem outros fatores: bolsas pagas por produtividade aos professores de séries iniciais, bolsas pagas a voluntários e contratação de “colaboradores” através de ONGs, desrespeitando nossa carreira, que a exige que a SME faça concurso público para o cargo de professor, além da melhoria de nossos salários e condições de trabalho.
Diante do exposto à cima, aprovamos duas resoluções e vários encaminhamentos importantes que devemos debater em nossas reuniões pedagógicas, cursos de formação, nos momentos de planejamento e avaliação, buscando conscientizar todos aqueles que vivenciam no cotidiano escolar os problemas apresentados.
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RESOLUÇÃO SOBRE O PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA (PNAIC)

O PNAIC é um programa instituído pelo Governo Federal, através do MEC, cujo objetivo é incentivar a alfabetização de crianças de no máximo oito anos, ao final do terceiro ano de ensino fundamental; institui um programa de formação permanente, vinculado a uma Instituição de Ensino Superior; focaliza no ensino de português e matemática; objetiva avaliar os alunos através da Prova Brasil; objetiva aumentar o IDEB; prevê o pagamento de bolsas com valores distintos aos profissionais da educação participantes da formação continuada de professor de português e matemática.
O Sintrasem se posiciona contrário ao PNAIC, pela sua concepção pedagógica que enfatiza apenas o ensino de matemática e língua portuguesa; pela ênfase nos testes exteriores que promovem o ranqueamento e não medem a qualidade do ensino; porque promove a meritocracia quando propõe aos trabalhadores a assinarem um termo que prevê o comprometimento em alfabetizar todas as crianças da turma e melhorar o IDEB, como requisitos para receberam uma bolsa de R$ 200,00.
Temos por nossa própria carreira o compromisso de melhorar a qualidade do ensino, com condições de trabalho que assim possibilitem. Em vez de prêmios ou bolsas, queremos a aplicação dos índices de reajuste salarial previstos na Lei do Piso Nacional do Magistério aplicados em nossa carreira.

DIANTE DO EXPOSTO, ORIENTAMOS AS PROFESSORAS E PROFESSORES DAS SÉRIES INICIAIS A NÃO ASSINAREM O TERMO DE COMPROMISSO ENVIADO PELA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE FLORIANÓPOLIS, RECUSANDO-SE A ADERIREM AO PNAIC.

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O PROGRAMA "MAIS EDUCAÇÃO" “ PRECARIZA AS CONDIÇÕES DE TRABALHO NAS ESCOLAS 

Um dos principais aspectos em disputa na escola pública está na questão da ampliação dos tempos e espaços escolares. Esses são elementos necessários para que possamos garantir a maior possibilidade de apropriação dos conhecimentos, técnicas, saberes, informações.
Uma das estratégias dos governos para tal é o Programa Mais Educação. No documento intitulado “Roteiro Para Adesão de Escolas no Programa Mais Educação”, da Diretoria de Currículos e Educação Integral da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação, estão estabelecidos os princípios que norteiam a implementação do PME.

O Programa Mais Educação é operacionalizado pela Secretaria de Educação Básica (SEB), por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), para as escolas dos territórios prioritários. Trata-se de uma ação estratégia do Governo Federal para induzir a efetivação da Educação Integral enquanto política pública. Assim, por meio do repasse voluntário de recursos, garante a ampliação de tempos, espaços e oportunidades educativas. Conseqüentemente, busca contribuir para a melhoria da aprendizagem de crianças, adolescentes e jovens, bem como para fomentar debates em torno de novas metodologias de trabalho, novos olhares aos currículos e à prática pedagógica.

A implementação do Programa Mais Educação na Rede Municipal de Ensino de Florianópolis, dá-se como uma política pública articulada entre os governos e a iniciativa privada, sob a bandeira de “ampliar os tempos e espaços da educação básica”. Contudo, o que se configura é a terceirização do trabalho docente, através da contratação de voluntários e ONGs, aprofundando a precarização no atendimento às crianças e adolescentes e nas condições de trabalho/remuneração dos trabalhadores envolvidos no Programa Mais Educação.
O Programa Mais Educação (PME) foi elaborado por setores do Governo e da Iniciativa Privada através do “Compromisso Todos Pela Educação”, tendo como uma de suas estratégias principais a “participação comunitária” no processo educacional, através de “parcerias” entre o poder público e a iniciativa privada (voluntários e ONGs). O PME configura-se como um programa de “educação complementar”, oferecido no contra turno escolar. Os atores principais na implantação do PME são o “Professor Comunitário”, com a função de coordenar a parte pedagógica do Programa, e “os voluntários e monitores”, na função de professores. Neste processo cabe à SME a contratação do “Professor Comunitário” e ao Diretor (a) Escolar e às APPs as seguintes funções: “Realizar a gestão das atividades na escola, “contratar” os monitores/ voluntários; realizar prestação de contas ao FNDE/PDDE e Elaborar, em gestão compartilhada com o comitê local e gestão escolar, o Plano de Atividades do PME”.
Em Florianópolis, a SME implantou na RME o PME desde o início da gestão Dário Berger EM 2005, seguindo os mesmos parâmetros sugeridos pelo MEC. Como os trabalhadores das escolas básicas da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis esboçaram reação ao Programa Mais Educação, discordando de sua implantação nos moldes descritos a cima, a Secretaria Municipal de Educação colocou em prática algumas estratégias para que as escolas “aceitassem participar voluntariamente” do Programa Mais Educação. A principal foi: impedir a realização de projetos extracurriculares às Unidades Educativas que se recusarem aderir ao PME. Desse modo a maioria das escolas foi coagida a participar do PME.

DESTA FORMA, REIVINDICAMOS QUE A SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO ACATE NOSSAS REIVINDICAÇÕES QUANTO À IMPLANTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE EDUCAÇÃO INTEGRAL QUE RESPEITE A CARREIRA DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE FLORIANÓPOLIS, DANDO CONDIÇÕES MATERIAIS PARA SUA REALIZAÇÃO, DENTRO DOS PRINCÍPIOS PEDAGÓGICOS DA RME E DOS PPPS DAS UES.

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ALÉM DAS DUAS RESOLUÇÕES EXPOSTAS, QUE DEVEM SER SEGUIDAS COMO ENCAMINHAMENTOS POR TODA A CATEGORIA, APRESENTAMOS OUTRAS POSIÇÕES POLÍTICAS E REIVINDICAÇÕES APROVADAS:

• O Sintrasem promoverá um Seminário sobre Educação Integral no segundo semestre de 2013 para discutirmos e propormos princípios para construção de uma proposta pra RME;
• Somos contra o Programa Mais Educação, nos termos impostos pelo Governo Federal e como o mesmo vem sendo implantado na RME;
• Defesa de um processo de alfabetização que inclua a apropriação da leitura e da escrita a partir da contribuição de diferentes disciplinas e áreas de conhecimentos, não o reduzindo a critérios de idade e ao cumprimento de metas para atingir índices;
• Contra a precarização nas condições de trabalho nas Unidades Educativas, com a exigência de construção de escolas que comportem o atendimento do Programa Educação Integral, permitindo que a criança ou adolescente tenha condições objetivas de permanecer o dia todo na U.E.;
• Contra a terceirização do trabalho docente, em defesa do Programa Educação Integral, com contratação imediata de professores efetivos concursados para assumirem a função docente;
• Que o Programa Educação Integral seja discutido e construído por toda a RME, garantindo servidores públicos, estrutura física e pedagógica necessária para a sua execução e êxito, mantida diretamente pela PMF;
• U.E.s com condições de atender às necessidades dos processos educativos, dos alunos e que sejam locais de trabalho salubres para os trabalhadores que lá exercem sua força de trabalho;
• Valorização da carreira docente aplicando na carreira a Lei do Piso Nacional do Magistério (hoje a PMF não cumpre essa Lei);
• Contratação de trabalhadores para todos os setores das U.E.s através de concurso público;
• Defesa da aplicação imediata de 10% do PIB na educação pública.

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Fonte: https://www.facebook.com/sintrasem/posts/161238017383625 Acesso em 22/05/2013.

Enquanto isso na Finlândia…

Um grande esforço para a reforma educacional na Finlândia se deu com a capacitação dos professores. Há exigência do título de mestre para todas as etapas do ensino médio e do ensino fundamental. Os professores são muito valorizados e os postos de trabalho são bastante disputados, com cerca de dez candidatos por vaga. A remuneração ­corresponde à média dos valores pagos na Comunidade Europeia: de 3.400 euros mensais, para início de carreira, a 3.700 euros, no ensino médio.

Na Finlândia os professores dão quatro horas de aula por dia e depois eles têm uma carga horária para preparação da próxima aula. Para os alunos, no tempo restante há atividades opcionais, culturais e esportivas.

O bom desempenho, na questão da educação, seria resultado de metodologia e ambiente estimulante, além da ­qualificação dos professores.

A Finlândia tem 5,4 milhões de habitantes distribuídos em 338 mil quilômetros quadrados. Além do finlandês, o país adota o sueco como segunda língua oficial.

Jornal do Senado (com adaptações)<http://www12.senado.gov.br/noticias/jornal/edicoes/2013/05/22/capacitacao-de-professores-foi-um-dos-pontos-de-partida> Acesso em 22/05/2013.

Resposta da atividade T 75 em 22/05/2013

Ano: 7º – Turma 75 Data: 22/05/2013

1. Faça, no mapa abaixo, a divisão regional do Brasil segundo IBGE, inclua a Legenda. (1,0).

regiões brasileiras ibge

 

2) Faça o que se pede:

a) Pinte de vermelho o estado de
   Santa Catarina.


b) Pinte de amarelo o estado cuja

   sigla é AM.

c) Pinte de verde o estado cuja
   capital é Salvador.


d) Pinte de Laranja o estado da
   região Sul que faz divisa com
   São Paulo.


e) Pinte de roxo o estado cuja
   capital é Rio Branco.

resposta T75

Dia da Liberdade do Lucro

Um amigo me liga para avisar que hoje 22 de maio alguns postos de combustíveis de Santa Catarina iriam vender o precioso líquido ao preço de 1,76 e que este valor seria o preço da gasolina sem os impostos.

Como acontece todos os anos, alguns postos vendem gasolina mais barata no chamado Dia da Liberdade de Impostos.

Em Florianópolis, um posto na área continental, segundo esse meu amigo, vai vender dois mil litros do combustível por R$ 1,76 nesta quarta-feira.

O preço reflete a ausência de todos os impostos e taxas que incidem sobre o combustível.

O preço com desconto valerá apenas para os primeiros dois mil litros de gasolina, e cada motorista poderá comprar até 15 litros.
A ideia da iniciativa é combater os altos preços e mostrar aos consumidores o peso que têm os impostos sobre o valor dos produtos.

Essa é uma prática que já se repete há alguns anos, não vejo novidade nem vantagem nisso, pelo menos não para os consumidores. O que percebo?

1. É uma grande jogada de marketing para o posto que ganha notoriedade em jornais, no rádio, internet e na televisão. Se ele tivesse que pagar por uma propaganda de seu posto nessas mídias provavelmente o valor dos impostos de 2 mil litros de gasolina não seriam suficientes.

2. Percebo também que para mim, e para muitos outros motoristas, sair de casa, queimar combustível, enfrentar o trânsito, e poluir o ambiente para repor apenas 15 litros de gasolina, isso se eu tiver a sorte encontra-la na bomba não é vantagem nem para mim nem para a cidade.

3. Outra coisa que muito me deixa na dúvida sobre as reais intenções dessas campanhas contra os impostos são o fato de que nunca aparece outro indicador que também onera os consumidores que é o lucro. Porque somente os impostos são tratados como vilões dos preços altos? Bem ou mau, sei onde os impostos são investidos, a corrupção que dilapida parte desse bem público deve ser combatida e não usada como justificativa para ações que reforçam essa corrupção. O que realmente não sei é o que é lucro do valor que pago pelo combustível que utilizo. O dia que tiver uma campanha com o valor da gasolina sem o lucro do proprietário talvez eu comece a acreditar na preocupação dos capitalistas com o nosso país, eu disse talvez.

Agenda T 71, T 74 e T 75

Lembrete:

Amanhã 22/05/2013 teremos avaliação de recuperação para os alunos da Turma 75.
Na quinta-feira 23/05/2013 será a vez das turmas 71 e 74 realizar a avaliação de recuperação.
Conteúdos: Divisão regional do Brasil, segundo IBGE; estados brasileiros.

Atenção! Você irá precisar das seguintes cores para as atividades:

Vermelho – Amarelo – Verde – Laranja – Roxo


Esteja com eles (lápis de cor) no dia da atividade.

Viver em um mundo de nações -Território, Nação, Estado.

Assistam ao filme e deixem aqui seus comentários.

Plano Nacional de Educação destina 10% do PIB para políticas de ensino

Plano Nacional de Educação destina 10% do PIB para políticas de ensino


Metade das escolas públicas em todo o Brasil vão oferecer educação em horário integral caso o projeto seja aprovado (Foto: Quim Drummond/SECOM Sete Lagoas)

Projeto que será votado hoje tem como meta erradicar o analfabetismo e oferecer horário integral em 50% das escolas públicas de ensino básico

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) volta a analisar hoje o Plano Nacional de Educação (PNE). A votação estava marcada para o último dia 14, mas foi adiada após senadores pedirem mais tempo para avaliar a proposta.

Previsto no Projeto de Lei da Câmara (PLC) 103/2012, o PNE destina ao menos 10% do produto interno bruto (PIB) para políticas educacionais e estabelece obrigações para os próximos dez anos.

Entre as 20 metas estabelecidas, estão: alfabetizar todas as crianças até os 8 anos de idade, erradicar o analfabetismo, reduzir o analfabetismo funcional, oferecer educação em tempo integral em 50% das escolas públicas de ensino básico e aumentar o número de professores da educação básica com pós-graduação.

O relator na CAE é José Pimentel (PT-CE), que tentou resolver a falta de adequação financeira para aplicar 10% do PIB na educação incorporando ao PNE parte das disposições do Projeto de Lei 5.500/2013, em tramitação na Câmara dos Deputados, que destina 100% dos royalties do petróleo para a educação e mais 50% do Fundo Social do petróleo extraído da camada pré-sal. Pimentel quer vincular à educação todos os royalties do petróleo dos novos contratos de exploração celebrados a partir de 3 de dezembro do ano passado.

O relator afirma que “ao adotar a decisão pelos 10% do PIB para a educação pública, a Câmara transferiu a esta Casa [Senado] o ônus da descoberta das fontes de novos recursos. A ampliação da meta representa um aumento considerável já que, em 2011, o gasto foi de 6,1%”.

Agência Senado
Fonte: http://www12.senado.gov.br/noticias/jornal/edicoes/2013/05/21/plano-nacional-de-educacao-destina-10-do-pib-para-politicas-de-ensino Acesso em 21/05/2013.

Qual a importância dos mapas nos dias atuais?

Hoje começamos a discutir sobre cartografia em sala de aula. Estamos iniciando nossa conversa sobre mapas. Gostaria de saber dos meus alunos – Qual a importância dos mapas nos dias atuais?

Deixem suas respostas nos comentários.

Comercio e Consumo.

 Dia 9 de maio de 2013, nós da turma 62, fizemos uma avaliação de Geografia sobre o Comercio e o Consumo. Também fizemos um desenho sobre esse tema.

Esse desenho fala sobre a: Produção, a Circulação e o Consumo.

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Gabarito da avaliação da Turma 74 de 15/05/2013

1. D
2. Veja mapa do Brasil no final de seu livro didático.
3. D
4. D
5. C
6. C
7. C
8. C

A Forma da Terra

O que é o Geóide?

geoideEm 1828, C.F. Gauss introduziu um modelo aperfeiçoado da figura da Terra, mas o termo geoide foi criado em 1873 por J.F. Listing. O geoide é limitado por uma superfície equipotencial do campo de gravidade da Terra que coincide com o nível médio não perturbado dos mares. Em cada ponto o vetor gravidade será perpendicular à superfície. Pode-se imaginar a superfície geoidal prolongada através dos continentes. Ela tem um formato ondulatório levemente irregular que acompanha as variações da estrutura de distribuição de massa da Terra. Essa ondulação é suave e fica em torno ±30 m, sendo o valor máximo de ±100m, em relação ao elipsóide de referência.

Porque os modelos de ondulações geoidais são necessários?

A altitude determinada utilizando um receptor GNSS não está relacionada ao nível médio do mar, mas a um elipsóide de referência com dimensões específicas. Portanto, torna-se necessário conhecer a ondulação geoidal (diferença entre as superfícies do geóide e elipsóide) para que a altitude acima do nível médio do mar possa ser obtida.

(Fonte: IBGE)

 

Veja outras imagens. (clique para ampliar)

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Fonte: http://www.ibge.gov.br/seminario_referencial_geocentrico/portugues/arquivos/Lobianco_30nov2004_Geoide_II_Seminario.pdf (Acesso em 31/01/2013).

Alunos nota 10 – 1º Bimestre de 2013

Alunos da Turma 83 que foram com média dez no final do 1º bimestre de 2013.

ANA LARA LAURENTINO FERNANDES
JOÃO VITOR REZENDE CUNHA

Alunos da Turma 84 que foram com média dez no final do 1º bimestre de 2013.

GABRIELA SILVA DA SILVEIRA
JULIA PEREIRA DE SOUZA

Espero mais alunos nesta lista no final do 2º bimestre.

REGIONALIZAÇÃO - Divisão pelo domínio climático

REGIONALIZAÇÃO
Divisão pelo domínio climático
Outra forma de regionalizar o mundo é considerar os aspectos naturais que formam a paisagem: o relevo[1], o clima, a vegetação, o solo e a hidrografia[2]. Esses elementos interagem e formam paisagens diferenciadas.
Nessa regionalização, um dos elementos naturais mais importantes é o clima, pois ele interfere nos tipos de vegetação e de solo, na forma de relevo, no regime dos rios e na forma de ocupação humana, influenciando inclusive algumas atividades econômicas.

Essa divisão é baseada, sobretudo, nas zonas climáticas da Terra, como podemos observar a seguir.


Dividir o mundo pelos domínios da natureza, no caso o climático, é muito relativo. O que percebemos é que os aspectos naturais não são estáticos e imutáveis. Não podemos afirmar, por exemplo, que há desertos apenas nas áreas tropicais, quando também os encontramos em áreas de zona temperada. Nem tampouco podemos afirmar que em toda a região tropical fará calor o ano todo.
 
Também temos que considerar que a ação do homem no meio ambiente tem provocado alterações climáticas no planeta, contribuindo para a relatividade na classificação por domínios naturais. As estações do ano já não são regulares; podemos ter geadas em áreas até então consideradas livres desse fenômeno, calor exagerado em áreas temperadas, ciclones, furacões e tornados com maiores frequências, além de outras mudanças.
Outro exemplo em que percebemos essa alteração é o que ocorre no continente africano. A derrubada das matas às margens dos desertos africanos, provocada pela expansão da pecuária. E o crescimento populacional vem aumentando as áreas desérticas.



Foto Reprodução: navios encalhados no Mar de Aral.

No continente asiático, o mar Aral, localizado entre as Repúblicas do Uzbequistão e do Cazaquistão, é um dos maiores exemplos da degradação que o homem provoca no meio ambiente. Esse mar é um lago salgado que está secando.
Tempos atrás o governo da antiga União Soviética implantou um sistema de irrigação da lavoura de algodão no país, utilizando dois rios que o alimentavam: o Syr-Daria e Amu-Daria. O resultado foi um grande impacto ambiental, pois o lago, com menor alimentação das águas desses rios, diminuiu seu tamanho, tendo diminuído também as espécies animais que habitam a região. 

Verificando a Aprendizagem
Folha de exercícios
Disciplina de Geografia
Professor Santiago Alves de Siqueira
Estudante:___________________________ Turma ___   Data ____/____/_____.
(responder utilizando caneta cor azul ou preta)
  1. Cite e localize as zonas climáticas da Terra.
  1. De que maneira a ação humana tem provocado alterações no meio ambiente? Cite um exemplo e explique-o.
  1. No mapa abaixo pinte as Zonas Térmicas identificando-as na legenda.


[1] Relevo: diversidade de aspectos da superfície da crosta terrestre, ou seja, o conjunto dos desnivelamentos da superfície do globo.
[2] Hidrografia: estudo das águas continentais e oceânicas do globo terrestre.









REGIONALIZAÇÃO

Os países podem ser agrupados e, esses grupos, individualizados com base em diferentes critérios de regionalização. Nesse sentido, quando envolve e abrange grandes áreas, regionalizar significa identificar características comuns entre os espaços, podendo ser de ordem geológica, natural, econômica, social, histórica etc.

Observe uma forma de regionalização no mapa a seguir:

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No mapa visualizamos os continentes América, África, Ásia, Oceania e Antártida, que são as grandes porções de terras emersas, somando aproximadamente 29% da superfície da Terra. É nesse conjunto de terras emersas que nós vivemos. É nítida a desproporção de oceanos e continentes no planeta. Os oceanos Pacífico, Atlântico, Índico e Glacial Ártico ocupam cerca de 71% da superfície da Terra – preenchem as terras imersas.

  • Continentes: correspondem a uma grande massa de terra emersa, diferenciando-se das ilhas em razão de suas extensões.
  • Terras emersas: conjunto de terras que se encontram acima do nível dos oceanos e mares. Constituem os continentes.
  • Terras imersas: terras que se encontram abaixo dos oceanos e mares, ou seja, o assoalho oceânico.

Observe essa representação na linguagem gráfica.

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Os continentes são porções de terras identificadas no mapa-múndi, com uma separação espacial fácil de visualizar. As exceções são Europa e Ásia, que formam um mesmo bloco de terras, também conhecido como Eurásia.

Os continentes não possuem a mesma área, da mesma forma que os oceanos não possuem o mesmo tamanho.

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Num primeiro momento podemos imaginar que os continentes são totalmente diferentes entre si quando fazemos referência às paisagens, à cultura e ao modo de vida de seus habitantes. Mas a divisão em continentes não deve ser tomada como uma verdade absoluta. Há países de continentes diferentes com muitas semelhanças e países de um mesmo continente com grandes diferenças.

Os Estados Unidos e o México, por exemplo, embora pertençam ao mesmo continente, apresentam grandes diferenças naturais, econômicas e sociais. O mesmo acontece com o Japão e o Vietnã, que estão no continente asiático.

Tanto os continentes como os oceanos são muito importantes para nossas vidas. Nos continentes estão os países, que foram se formando ao longo da história. Neles, os seres humanos constroem suas cidades e realizam as atividades necessárias à sua sobrevivência. Dos oceanos exploramos muitos recursos e também os utilizamos como vias de transporte.

Mas os continentes e oceanos, tal como conhecemos hoje, apresentaram disposições muito diferentes no passado.

Deriva dos continentes

Há 400 milhões de anos, as terras do planeta estavam reunidas em um único continente, o Pangéia (do grego pan, toda; gea, terra). Esse continente começa a rachar no sentido leste-oeste há 225 milhões de anos, formando dois subcontinentes: Laurásia, ao norte, e Gondwana, ao sul. A atual conformação e posição dos continentes têm cerca de 60 milhões de anos, mas eles continuam em constante transformação. A América do Sul e a África, por exemplo, afastam-se um do outro a uma velocidade de 7 cm por ano, ampliando a área ocupada pelo oceano Atlântico. O mar Vermelho também está se alargando e o continente africano migra em direção ao continente europeu.

Placas tectônicas – A crosta terrestre não é contínua, mas dividida em vários blocos chamados placas tectônicas. Elas são separadas por grandes fendas vulcânicas em permanente atividade no fundo do mar. Através dessas fendas, o magma sobe do manto para a superfície, adicionando novos materiais à crosta. Isso expande o fundo do mar e movimenta os blocos que formam a superfície em diferentes direções.

Dorsais oceânicas – A solidificação do magma que extravasa ao longo das fendas vulcânicas forma grandes cordilheiras kdorsais oceânicas. A Dorsal Meso-Oceânica, por exemplo, é uma cadeia de montanhas com 73 mil km de extensão e com picos de até 3.800 m de altura.

Climograma

acge0406
Campo Grande – Temperatura e
precipitação pluviométrica, 1984

2c. Climograma
É um tipo de gráfico, também chamado pluviotérmico, que permite estabelecer a relação existente entre a evolução mensal das temperaturas e das chuvas de um lugar concreto do planeta. Com isso, é possível caracterizar o tipo de clima desse lugar, encontrar a temperatura média e estabelecer o período de estiagem.

Brasil: O Território


O Território
por Milton Santos com a colaboração de
Adriana Bernardes
O Brasil é o quinto país do mundo em superfície, com uma área total de 8.547.403,5 km2 e 175 milhões de habitantes. Com um Produto Interno Bruto (PIB) da ordem de R$ 1,32 trilhão, em 2002, é a nona economia mundial. É considerado um país continente pelo seu tamanho e diversidade do meio natural, à qual se somou, ao longo da história, uma diversidade étnica e cultural, devida aos aportes de outros continentes.
As atuais diferenças regionais do território brasileiro têm ainda um forte componente de dados naturais mas, nas últimas décadas, o elemento central da diferenciação é dado pelo crescente acréscimo de ciência e tecnologia ao território.
Durante séculos, o Brasil pôde ser comparado a um arquipélago. As áreas economicamente mais ativas e mais densamente povoadas estavam isoladas umas das outras, comunicando-se apenas por via marítima. O povoamento se concentrava no litoral e ao longo dos rios. Nas áreas mais distantes da costa - o sertão - uma população dispersa se ocupava da criação extensiva de gado e culturas de subsistência. Até meados do século XX, o estímulo para a ocupação econômica vinha, sobretudo, da demanda de produtos para o comércio exterior.
A primeira capital, Salvador, foi escolhida em 1549 por sua posição geográfica no "coração" de um país desarticulado. Seu desenvolvimento se deveu à primeira atividade agrícola de peso, a cana-de-açúcar, no Recôncavo Baiano e também na Zona da Mata do Nordeste.
Com a exploração do ouro e das pedras preciosas, a partir do século XVIII, novas regiões foram incorporadas à fronteira econômica: os atuais estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. As necessidades de escoamento e de fiscalização da produção mineral deram ao Rio de Janeiro - que se tornou a segunda capital da colônia, em 1763 - as condições de desenvolvimento, ampliadas com a chegada da família real portuguesa, em 1808.
O século XIX marca uma nova inflexão no processo de valorização do território, com o desenvolvimento, no Sudeste, da economia cafeeira. Associados a novas condições de transportes e comunicações, como a estrada de ferro, o telégrafo e o cabo submarino, emergem setores comerciais e bancários. Já no início do século XX, há uma relativa integração em torno do Rio de Janeiro e de São Paulo, mas suas relações com as demais regiões do país ainda não são muito frequentes nem significativas.
Com o desenvolvimento da indústria em São Paulo e seus arredores, esta cidade passa a ter um papel central na vida econômica do País, ampliado com o esforço empreendido, desde os anos 50, para equipar o espaço nacional e com a construção de Brasília, a nova capital do País desde 1960. Brasília é um marco no processo de interiorização, que agora se expande em direção do Centro-oeste e da Amazônia. A configuração territorial resultante vai novamente beneficiar São Paulo e a capital do estado firma-se como a metrópole econômica do País.
A partir dos anos 70, o território brasileiro passa por novas e significativas transformações. As principais bacias hidrográficas são aproveitadas para a produção de eletricidade. Modernizam-se os portos. Constroem-se algumas estradas de ferro orientadas para produtos especializados. A rede rodoviária se desenvolve com duas grandes marcas: de um lado, a construção de autopistas nos principais eixos de circulação e, de outro, estradas vicinais, sobretudo nas áreas de maior densidade econômica. Instala-se uma rede de telecomunicações, que alcança todos os municípios e, ao mesmo tempo, liga o País ao resto do mundo.
As condições estavam criadas para um processo sustentado de desenvolvimento econômico. A indústria conhece uma grande diversificação e inicia sua desconcentração. A agricultura se moderniza no Sul e no Sudeste e, em outras regiões, onde se destacam os estados do Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Bahia. A difusão da irrigação vai permitir ao Nordeste o aproveitamento agrícola intensivo de parte de suas terras.
Essas transformações são a base de uma nova fase da organização do espaço e da urbanização, fundada numa vida de relações mais extensa e mais intensa. Nos primeiros 450 anos de história européia do Brasil, o povoamento e a urbanização foram praticamente litorâneos. Hoje o Brasil é um país urbanizado, com uma taxa de urbanização superior a 75% e diversos níveis e tipos de cidades. Com a difusão do fenômeno urbano em todas as regiões, pode-se falar, desde os anos 70, em urbanização do território. Multiplica-se o número de cidades locais, onde a população encontra resposta às suas demandas primárias de consumo material e imaterial, como educação, saúde, informação e lazer. Criam-se numerosas cidades médias em todos os estados, interiorizando seletivamente elementos mais sofisticados da vida contemporânea.
Ao mesmo tempo, o processo de metropolização não é mais limitado ao Sudeste. Se o ritmo de crescimento urbano das cidades com mais de 1 milhão de habitantes diminui, o que pode ser associado à ideia de desmetropolização, ao mesmo tempo há o surgimento de novas grandes cidades. O processo migratório se intensifica, incluindo não apenas um movimento do campo para a cidade, mas também um êxodo urbano cada vez mais acentuado.
A região concentrada, formada pelos estados do Sul e do Sudeste e por parcelas do Centro-oeste, reúne o essencial da atividade econômica do país, mesmo que em todo o território, em maior ou menor proporção, se encontrem sinais de modernização. São Paulo mantém o seu papel de metrópole nacional, baseado em sua condição de centro informacional e não mais como centro industrial.
Fonte: http://www.mre.gov.br/cdbrasil/itamaraty/web/port/consnac/ocupa/apresent/index.htm - acesso em : 23/05/2008 19:01













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