Situação do Caldeirão no Morro das Pedras

Defesa Civil Municipal alerta para ressaca. Moradores confirmam piora da situação e o risco eminente de queda de postes de luz e inter...

GABARITO PROVA DE RECUPERAÇÃO 7º ANO - 1º BIMESTRE - 18/04/2013

GABARITO PROVA DE RECUPERAÇÃO 7º ANO - 1º BIMESTRE - 18/04/2013

01 - C

02 - C

03 - A

04 - D

05 - A

06 - D

07 - A

08 - D

09 - C

10 - C

GABARITO PROVA DE RECUPERAÇÃO 7º ANO - 1º BIMESTRE - 18/04/2013

GABARITO PROVA DE RECUPERAÇÃO 7º ANO - 1º BIMESTRE - 18/04/2013

01 - C
02 - C
03 - A
04 - D
05 - A
06 - D
07 - A
08 - D
09 - C
10 - C

Globalização Milton Santos - O mundo global visto do lado de cá.

O mundo global visto do lado de cá, documentário do cineasta brasileiro Sílvio Tendler, discute os problemas da globalização sob a perspectiva das periferias (seja o terceiro mundo, seja comunidades carentes). O filme é conduzido por uma entrevista com o geógrafo e intelectual baiano Milton Santos, gravada quatro meses antes de sua morte.
O cineasta conheceu Milton Santos em 1995, e desde então tinha planos para filmar o geógrafo. Os anos foram passando e, somente em 2001, Tendler realizou o que seria a última entrevista de Milton (que viria a morrer cinco meses depois). Baseado nesse primeiro ponto de partida o documentário procura explicar, ou até mesmo elucidar, essa tal Globalização da qual tanto ouvimos falar.
O documentário percorre algumas trilhas desses caminhos apontados por Milton, vemos movimentos na Bolívia, na França, México e chegamos ao Brasil, na periferia de Brasília. Em Ceilândia, a câmera nos mostra pessoas dispostas a mudar as manchetes dos jornais que só falam da comunidade para retratar a violência local. Adirley Queiroz, ex-jogador de futebol, hoje cineasta, estudou os textos de Milton e procura novos caminhos para fugir do 'sistema' ou do Globaritarismo -- termo criado por Milton Santos para designar a nova ordem mundial.

Programa Brasileiros no Mundo - Brasileiros na África

Esta edição do programa Brasileiros no Mundo, da TV Brasil Internacional, mostra quem são os brasileiros que vivem na África, o que eles fazem e por que o continente africano tem se tornado cada vez mais atrativo para os brasileiros.

Desenvolvimento e Subdesenvolvimento

Breve texto sobre desenvolvimento e subdesenvolvimento enviado por um aluno de 8ª série para ser publicado neste blog.

Nome: Edson Paim Schroeder Júnior
Email: ed***ho@hotmail.***
Cidade: Florianópolis
Estado: SC
Escola: E.B.M.Batista Pereira
Remote Name: 187.55.60.148
Date: 10-04-2013
Time: 12:32

Mensagem

Globalização, Desenvolvimento e Subdesenvolvimento A Globalização e o resultado de desenvolvimento e subdesenvolvimento O mundo é dividido em países desenvolvidos e subdesenvolvidos. Essa nomenclatura é estabelecida através dos indicadores sociais e das diferenças que podem ser constatadas em alguns itens, como taxa de mortalidade, expectativa de vida e taxa de analfabetismo. Outros aspectos estão no campo econômico, como renda per capita. Essa, nos relatórios, é expressa em dólares. No Brasil, a renda per capita é de 5.000 dólares. Dentre os itens avaliados um dos mais importantes é o Índice de Desenvolvimento Humano, pois avalia o nível de desenvolvimento de um país conforme a expectativa de vida de seus habitantes, aquisição de conhecimento e padrão de vida decente. As disparidades entre os países do mundo são extremamente ligadas às origens históricas que deixaram reflexos profundos nos países, como relação de dominação e dependência, exploração das riquezas das colônias, introdução de cultura, formação de classe dominante e oligarquias que defendiam os interesses de suas metrópoles. Em suma, desenvolvimento e subdesenvolvimento são frutos da história. Para entender melhor a divisão dos dois mundos é preciso fazer distinção entre países subdesenvolvidos. Nesses existem graus de diferenças. É bom ressaltar que países desenvolvidos também apresentam problemas sociais. A maioria dos países subdesenvolvidos está na América Latina, África e Ásia.

site onde eu tirei essa informações http://www.mundoeducacao.com.br/geografia/globalizacao-desenvolvimento-subdesenvolvimento.htm

Revolução Industrial

Photograph
Durante a Revolução Industrial, pessoas inventaram teares que funcionavam com vapor …


Hulton Archive/Getty Images
Photograph
Antes da Revolução Industrial, as pessoas fabricavam roupas e outros produtos em …


The Granger Collection, New York
 

A Revolução Industrial foi um período de grandes transformações na maneira como os produtos eram feitos. Ela aconteceu há mais de duzentos anos e afetou profundamente o modo de vida e de trabalho das pessoas. Antes dela tudo era feito à mão por elas. Todos trabalhavam principalmente em suas próprias casas ou em pequenas oficinas. Durante a Revolução Industrial, equipamentos foram inventados e foram erguidas muitas fábricas. Operários começaram a produzir bens em grande quantidade, usando máquinas acionadas por motores. A força do homem foi em grande parte substituída pela força das máquinas.

A Revolução Industrial foi um período de grandes transformações na maneira como os produtos eram feitos. Ela aconteceu há mais de duzentos anos e afetou profundamente o modo de vida e de trabalho das pessoas. Antes dela tudo era feito à mão por elas. Todos trabalhavam principalmente em suas próprias casas ou em pequenas oficinas. Durante a Revolução Industrial, equipamentos foram inventados e foram erguidas muitas fábricas. Operários começaram a produzir bens em grande quantidade, usando máquinas acionadas por motores. A força do homem foi em grande parte substituída pela força das máquinas.

A Inglaterra foi o primeiro país em que essas mudanças se deram, tendo o processo começado no século XVIII. Mas em pouco tempo a Revolução Industrial se alastrou para outros países europeus, os Estados Unidos e o Japão.

Avanços

A Revolução Industrial começou na indústria têxtil. Antes disso, a produção de tecidos era um processo demorado. Depois de colhida a lã, ela tinha que ser fiada, para produzir um fio, e então tecida manualmente para formar o tecido. Em 1733, uma invenção chamada lançadeira volante facilitou o processo de tecelagem. Uma máquina de fiar com fusos múltiplos, inventada em 1770, facilitou o processo de fiação. Em 1793, Eli Whitney inventou uma máquina chamada descaroçador de algodão, que ajudava a limpar o algodão depois de colhido.

Foi também de Whitney a ideia das peças intercambiáveis. Até então, um trabalhador que fosse especializado em fazer um tipo de produto passava muito tempo fazendo um único produto à mão. Whitney descobriu que uma máquina podia produzir muitas cópias das partes individuais de um produto ao mesmo tempo; depois disso, as partes podiam ser montadas por qualquer trabalhador. Isso significava que muitos produtos podiam ser produzidos rapidamente. Em pouco tempo, fábricas passaram a ser erguidas para produzir esses artigos.

As fábricas e as máquinas dentro delas precisavam de fontes de energia. No início do século XVIII, algumas pessoas descobriram como construir motores a vapor. No final do mesmo século, James Watt inventou um motor a vapor capaz de acionar máquinas de fábricas.

Em pouco tempo a Revolução Industrial passou a abarcar todos os tipos de produção. Agricultores, por exemplo, começaram a inventar máquinas novas para arar a terra e semear suas plantações.

Com o aumento da produção, as pessoas não demoraram a sentir necessidade de uma maneira de transportar matérias-primas para a fabricação dos produtos, além de enviar os produtos acabados até os consumidores. Isso levou a avanços nos transportes. Robert Fulton aperfeiçoou o barco a vapor em 1807. Em 1825, George Stephenson pôs um motor a vapor sobre rodas e colocou as rodas sobre trilhos. O resultado foi uma ferrovia.

Impacto sobre a sociedade

No final do século XVIII, muitas pessoas não estavam mais conseguindo ganhar a vida no campo. A maioria delas se mudou de fazendas e vilarejos para cidades maiores, em busca de trabalho. As cidades cresceram, mas com frequência eram sujas, superlotadas e insalubres.

Embora as máquinas tivessem facilitado o trabalho sob certos aspectos, o trabalho nas fábricas criou muitos problemas para os operários. As máquinas aumentaram a produção. A produção de bens se tornou mais barata, e os produtos foram barateados. Os donos de fábricas enriqueceram. Os operários, entretanto, ganhavam pouco, e o trabalho muitas vezes era perigoso. Muitos operários trabalhavam entre 12 e 14 horas por dia. Homens, mulheres e até crianças pequenas trabalhavam nas fábricas.

A condição de vida das pessoas piorou. Os operários buscaram, então, conquistar condições de trabalho e salários melhores, organizando-se em sindicatos. Essas organizações ajudaram a criar leis que protegiam os trabalhadores, limitando o número de horas de trabalho e garantindo que os operários recebessem pagamentos determinados.


  • Fonte:
    Revolução Industrial. In Britannica Escola Online. Enciclopédia Escolar Britannica, 2013. Web,
    2013. Disponível em: <
    http://escola.britannica.com.br/article-481567>. Acesso em:
    07 de abril de 2013
    .

Fan Page no Facebook

A Cidade – Chico Science e Nação Zumbi

A Cidade
Chico Science e Nação Zumbi

O sol nasce e ilumina as pedras evoluídas
Que cresceram com a força de pedreiros suicidas
Cavaleiros circulam vigiando as pessoas
Não importa se são ruins nem importa se são boas

E a cidade se apresenta centro das ambições
Para mendigos ou ricos e outras armações
Coletivos, automóveis, motos e metrôs
Trabalhadores, patrões, policiais, camelôs

A cidade não pára, a cidade só cresce
O de cima sobe e o de baixo desce
A cidade não pára a cidade só cresce
O de cima sobe e o de baixo desce

A cidade se encontra prostituída
Por aqueles que a usaram em busca de uma saída
Ilusora de pessoas de outros lugares,
A cidade e sua fama vai além dos mares

E no meio da esperteza internacional
A cidade até que não está tão mal
E a situação sempre mais ou menos
Sempre uns com mais e outros com menos

A cidade não pára, a cidade só cresce
O de cima sobe e o de baixo desce
A cidade não pára a cidade só cresce
O de cima sobe e o de baixo desce

Eu vou fazer uma embolada, um samba, um maracatu
Tudo bem envenenado, bom pra mim e bom pra tu
Pra gente sair da lama e enfrentar os urubus

Num dia de sol, Recife acordou
Com a mesma fedentina do dia anterior.

Ano letivo de 2013

Senado garante equiparação de direitos entre empregados domésticos e outros trabalhadores

O Senado aprovou, em votação unânime pelo Plenário, a Proposta de Emenda à Constituição que garante mais direitos aos empregados domésticos. Com a promulgação, a agora Emenda Constitucional n° 72 de 2013 garante à classe dos domésticos os mesmos direitos dos demais trabalhadores.

Assista ao pronunciamento do Presidente do Senado, senador Renan Calheiros, clicando aqui.

QUE DIREITOS SÃO ESSES?

Jornada de Trabalho
- A jornada de trabalho diária passa a ser de 8 horas.
- Caso haja hora-extra, somente se pode trabalhar mais duas horas, até o limite de 10 horas diárias de trabalho.
- O valor da hora-extra deve ser pago, no mínimo, com 50% de acréscimo sobre o valor da hora normal de trabalho.
- Por semana, o limite é de 44 horas de trabalho.
- Pelo trabalho noturno o empregado passa a receber 50% a mais sobre o valor do trabalho diurno.

FGTS
- Torna-se obrigatória a contribuição para o FGTS.
- O empregador deve indenizar o trabalhador em 40% do montante de todos os depósitos realizados durante a vigência do contrato de trabalho, caso faça uma demissão sem justa causa.

Salário e benefícios
- O salário mínimo passa a ser a base do salário dos empregados domésticos. Não se pode ganhar menos que o mínimo.
- É crime reter indevidamente o salário do empregado doméstico.
- Direito ao salário-família.
- Direito a receber seguro-desemprego caso seja demitido.
- Direito ao auxílio-creche.

QUAIS DIREITOS PASSAM A VALER IMEDIATAMENTE?

- A jornada de trabalho, que passa a ser de 8 horas, com possibilidade de até mais duas horas-extras; e o pagamento da hora-extra.
- A contribuição ao FGTS e direito a 40% de indenização em casos de demissão sem justa causa.
- Garantia de que o salário não será inferior ao mínimo.

QUE DIREITOS AINDA PRECISAM DA APROVAÇÃO DE LEIS OU DE REGULAMENTAÇÃO PARA PODEREM VALER?

- O recebimento de salário-família, do auxílio-creche e do seguro-desemprego.
- O trabalho noturno.

QUEM SÃO OS EMPREGADOS DOMÉSTICOS?

Trabalhador doméstico, de acordo com a Lei nº 5859, de 1972, em seu artigo 1º, é “aquele que presta serviços de natureza contínua e de finalidade não lucrativa à pessoa, ou à família, no âmbito residencial destas”.

Fontes consultadas:
PEC 66/2012,
Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas,
Caixa Econômica Federal,
Secretaria-Geral da Mesa,
Consultor Legislativo Eduardo Modena (entrevista à Rádio Senado)

Fonte: Senado Federal - Secretaria de Transparência, via email.

Postagens mais visitadas