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REGIONALIZAÇÃO

Os países podem ser agrupados e, esses grupos, individualizados com base em diferentes critérios de regionalização. Nesse sentido, quando envolve e abrange grandes áreas, regionalizar significa identificar características comuns entre os espaços, podendo ser de ordem geológica, natural, econômica, social, histórica etc.

Observe uma forma de regionalização no mapa a seguir:

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      No mapa visualizamos os continentes América, África, Ásia, Oceania e Antártida, que são as grandes porções de terras emersas, somando aproximadamente 29% da superfície da Terra. É nesse conjunto de terras emersas que nós vivemos. É nítida a desproporção de oceanos e continentes no planeta. Os oceanos Pacífico, Atlântico, Índico e Glacial Ártico ocupam cerca de 71% da superfície da Terra – preenchem as terras imersas.

  • Continentes: correspondem a uma grande massa de terra emersa, diferenciando-se das ilhas em razão de suas extensões.
  • Terras emersas: conjunto de terras que se encontram acima do nível dos oceanos e mares. Constituem os continentes.
  • Terras imersas: terras que se encontram abaixo dos oceanos e mares, ou seja, o assoalho oceânico.

Observe essa representação na linguagem gráfica.

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        Os continentes são porções de terras identificadas no mapa-múndi, com uma separação espacial fácil de visualizar. As exceções são Europa e Ásia, que formam um mesmo bloco de terras, também conhecido como Eurásia.

Os continentes não possuem a mesma área, da mesma forma que os oceanos não possuem o mesmo tamanho.

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Num primeiro momento podemos imaginar que os continentes são totalmente diferentes entre si quando fazemos referência às paisagens, à cultura e ao modo de vida de seus habitantes. Mas a divisão em continentes não deve ser tomada como uma verdade absoluta. Há países de continentes diferentes com muitas semelhanças e países de um mesmo continente com grandes diferenças.

Os Estados Unidos e o México, por exemplo, embora pertençam ao mesmo continente, apresentam grandes diferenças naturais, econômicas e sociais. O mesmo acontece com o Japão e o Vietnã, que estão no continente asiático.

Tanto os continentes como os oceanos são muito importantes para nossas vidas. Nos continentes estão os países, que foram se formando ao longo da história. Neles, os seres humanos constroem suas cidades e realizam as atividades necessárias à sua sobrevivência. Dos oceanos exploramos muitos recursos e também os utilizamos como vias de transporte.

Mas os continentes e oceanos, tal como conhecemos hoje, apresentaram disposições muito diferentes no passado.

Deriva dos continentes

Há 400 milhões de anos, as terras do planeta estavam reunidas em um único continente, o Pangéia (do grego pan, toda; gea, terra). Esse continente começa a rachar no sentido leste-oeste há 225 milhões de anos, formando dois subcontinentes: Laurásia, ao norte, e Gondwana, ao sul. A atual conformação e posição dos continentes têm cerca de 60 milhões de anos, mas eles continuam em constante transformação. A América do Sul e a África, por exemplo, afastam-se um do outro a uma velocidade de 7 cm por ano, ampliando a área ocupada pelo oceano Atlântico. O mar Vermelho também está se alargando e o continente africano migra em direção ao continente europeu.

Placas tectônicas – A crosta terrestre não é contínua, mas dividida em vários blocos chamados placas tectônicas. Elas são separadas por grandes fendas vulcânicas em permanente atividade no fundo do mar. Através dessas fendas, o magma sobe do manto para a superfície, adicionando novos materiais à crosta. Isso expande o fundo do mar e movimenta os blocos que formam a superfície em diferentes direções.

Dorsais oceânicas – A solidificação do magma que extravasa ao longo das fendas vulcânicas forma grandes cordilheiras kdorsais oceânicas. A Dorsal Meso-Oceânica, por exemplo, é uma cadeia de montanhas com 73 mil km de extensão e com picos de até 3.800 m de altura.

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