Situação do Caldeirão no Morro das Pedras

Defesa Civil Municipal alerta para ressaca. Moradores confirmam piora da situação e o risco eminente de queda de postes de luz e inter...

NEPEGeo – Núcleo de Estudos e Pesquisas em Ensino de Geografia

O NEPEGeo desenvolve atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão voltadas para processos de formação e atuação de professores no ensino de Geografia, Básico e Superior.

Vale conferir um pouco mais clicando aqui.

Atlas Geográfico das Zonas Costeiras e Oceânicas do Brasil

Recebi a mensagem abaixo em meu endereço eletrônico e aqui socializo.

o Atlas Geográfico das Zonas Costeiras e Oceânicas do Brasil é voltado para a difusão, entre os estudantes e o público em geral, de informações e conhecimentos atualizados sobre o litoral brasileiro, abordando as dimensões histórica, demográfica, econômica, social, cultural e natural.
A publicação lançada em dezembro de 2011, tornou-se realidade a partir de uma ideia concebida pela Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM) e desenvolvida em conjunto com a Coordenação de Geografia da Diretoria de Geociências do IBGE.
O objetivo é incentivar a sociedade a pensar, conhecer e valorizar o uso racional da biodiversidade e dos recursos minerais e energéticos presentes nas águas oceânicas, solo e subsolo marinhos, que constituem parte fundamental do desenvolvimento socioeconômico e da sustentabilidade ambiental do país.

O atlas apresenta ainda a evolução da distribuição da população pelo território e os padrões de ocupação do litoral, tratando de temas socioeconômicos e suas relações com os ambientes costeiros: população, turismo, balneabilidade, recursos pesqueiros, estrutura portuária, logística do petróleo e áreas de preservação e proteção ambiental.

26,6% da população brasileira moram em municípios da zona costeira.

Devido a fatores históricos relacionados à ocupação do território brasileiro e seguindo a tendência mundial da população em ocupar predominantemente áreas próximas ao litoral, o Brasil apresenta 26,6% da população em municípios da zona costeira, o equivalente a 50,7 milhões de habitantes. Parte dessa população está ocupada em atividades, direta ou indiretamente, ligadas ao turismo, produção de petróleo e gás natural, pesca e serviços que atendem à dinâmica econômica gerada por esses municípios e outros próximos.

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9,2% dos domicílios dos municípios da zona costeira são de uso ocasional

Os 463 municípios da zona costeira possuem 17,4 milhões de domicílios, dos quais 9,2% são de uso ocasional (usado para descanso de fins de semana, férias ou outro fim). Esse percentual nos outros municípios é de apenas 4,6%. A proporção é ainda maior em cidades como Balneário Camboriú (SC), onde 30,3% dos domicílios são de uso ocasional.

Ocupação humana causa impactos nos ecossistemas marinhos e costeiros

A ocupação humana da costa do Brasil causa impactos no bioma marinho e na sobrevivência das espécies que o compõem, tornando necessário definir as áreas de maior importância biológica, assim como as áreas prioritárias para conservação. Toda a costa do estado do Rio Grande do Sul e a parte mais ao sul de Santa Catarina, caracterizada por longas linhas de praias e restingas, relativamente pouco impactadas pela ação humana, estão classificadas como de alta importância biológica e áreas prioritárias para conservação. Quanto aos recifes, a região Nordeste é a que apresenta maior área prioritária para conservação. Ressalta-se que mais de 90% das áreas prioritárias de conservação encontram-se fora das áreas abrangidas por unidades de conservação oficiais.

Espécies marinhas exóticas podem causar desequilíbrio ecológico

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, os estados que apresentavam maiores variedades de espécies marinhas exóticas (não naturais da região) em 2009 eram o Rio de Janeiro (36 espécies identificadas) e São Paulo (33). Elas podem causar grande desequilíbrio ecológico nos lugares onde se instalam, situação em que passam a ser consideradas como invasoras. Geralmente as espécies exóticas são introduzidas no Brasil inadvertidamente, transportadas na água de lastro ou mesmo fixadas no casco dos navios oriundos principalmente de portos da Ásia.

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Saldo da balança comercial pesqueira em 2010 é dez vezes menor que em 2006

De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o saldo da balança comercial pesqueira, que abrange peixes, crustáceos, moluscos e outros invertebrados aquáticos, tem se tornado cada vez mais negativo. No ano 2000, as exportações do setor representaram US$ 227,5 milhões, enquanto as importações somaram US$ 274,1 milhões, resultando em um saldo comercial negativo de US$ 46,6 milhões. O saldo viria a se tornar positivo entre os anos 2001 e 2005, mas a situação voltou a se inverter em 2006, quando o saldo ficou negativo em US$ 75,2 milhões. Essa diferença foi aumentando com o passar dos anos até se tornar dez vezes maior em 2010 (? US$ 757,2 milhões), quando as exportações somaram US$ 199,4 milhões e as importações totalizaram US$ 956,5 milhões:

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Segundo o Ministério da Pesca e Aquicultura, a produção nacional da pesca extrativa marinha foi de 484,6 mil toneladas em 2003, subindo gradativamente a cada ano até atingir 585,7 mil toneladas em 2009. Já a produção da aquicultura marinha (cultivo de organismos marinhos) caiu de 101,6 mil toneladas em 2003 para 78,3 mil toneladas em 2009:

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A publicação poderá ser adquirida na Loja Virtual do IBGE:

http://www.ibge.gov.br/lojavirtual/

Por favor, leia esta matéria. Obrigado

Para onde foi o nosso “muito obrigado”? Estamos em uma sociedade que não sabe seus limites e não expressa sentimentos de gratidão e cordialidade ou são outros tempos onde novas expressões vão ocupando o lugar de velhas expressões em uma dinâmica característica dessa sociedade atual?

Por favor, leia esta matéria, e tire suas conclusões.

Obrigado.

"Prefeito que ignora piso do magistério deve ser afastado"

"Prefeito que ignora piso do magistério deve ser afastado"

Cristovam Buarque, autor do projeto que instituiu o piso salarial dos professores em todo o Brasil, afirma ser inadmissível que governantes ignorem a lei e paguem salários baixíssimos aos docentes

Cristovam sugere que professor proteste em obras da Copa para chamar a atenção

Os gestores públicos que não pagarem o piso salarial do magistério deveriam ser afastados de suas funções, defendeu Cristovam Buarque (PDT-DF).
Ele disse que a greve dos professores não deveria paralisar completamente as escolas, para evitar prejuízo aos estudantes. Em contrapartida, sugeriu que as demais categorias de trabalhadores entrassem em greve geral em apoio aos professores.
Atualmente, o piso salarial nacional dos professores é de R$ 1.458 — valor que alguns estados e muitas prefeituras alegam não serem capazes de pagar. Isso gerou no país, segundo o senador, "uma explosão de greves".
A lei que instituiu o piso do magistério tem origem em projeto de lei apresentado por Cristovam (PLS 59/04).
— Não estou satisfeito. É lamentável que a lei ainda não esteja sendo cumprida. Mas também acho lamentável que por causa dessa lei tenhamos crianças sem aula nos dias de hoje. Não consigo deixar de apoiar os professores, mas não consigo ser solidário com greve de aulas — disse o senador, ao informar que vai levar o não cumprimento da lei à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado.
Estádios
Cristovam sugeriu que os trabalhadores das obras de construção de estádios para a Copa do Mundo de 2014 parem suas atividades e que professores ocupem os canteiros onde elas são erguidas.
Dessa forma, disse o senador, o descaso com os docentes brasileiros chamará a atenção do mundo.
— Vamos tentar os caminhos legais, oficiais, sem parar as aulas. É possível, sim, greve de professores com aulas funcionando. Os trabalhadores brasileiros, ao ficarem somente na ideia do contracheque, sem uma preocupação com o boletim, estão condenando seus filhos ao desemprego, ao subemprego, a baixos salários. Está na hora de os trabalhadores se envolverem nessa luta — afirmou Cristovam Buarque.

Link original: http://www.senado.gov.br/noticias/jornal/noticia.asp?codNoticia=115300&dataEdicaoVer=20120319&dataEdicaoAtual=20120319&codEditoria=1507& Acesso em 17/03/2012.

Algumas Orientações

Caros alunos da T71. Você podem participar da construção do Blog também for da sala de aula. Para enviar alguma contribuição ou fazer algum comentário basta acessar o blog e clicar no link “deixar um comentário” que fica logo abaixo do post, ou seja, daquilo que foi publicado: um vídeo, um texto etc.

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Trânsito na UFSC - Esclarecimento e divulgação

Recebido por e-mail:

Favor divulgar entre os segmentos da UFSC.
Att.

Caos no trânsito não é culpa da universidade

Membros do Conselho Universitário da UFSC (CUn) reagiram com
indignação à cobertura dada por parte da imprensa à decisão da
instituição de postergar a votação da cessão de 18 mil metros
quadrados de área do campus da Trindade ao município para a duplicação
da rua Deputado Antônio Edu Vieira, no bairro Pantanal.

Eles alegam que a Universidade não é responsável pelo caos do trânsito
na cidade e que não tem, como afirmam alguns colunistas, a obrigação
de ceder o terreno. No entanto, a instituição está disposta a fazer
isso, desde que a prefeitura apresente um projeto que contemple os
interesses dos moradores do entorno e seja respaldado por estudos de
impacto ambiental e de vizinhança.

Outra observação dos conselheiros é que, ao contrário do que se diz, a
UFSC não é a grande geradora do tráfego na região citada. Esta área da
cidade cresceu muito de 2003 (quando começaram os estudos para a
duplicação) para cá, com a implantação de um grande shopping center e
a autorização para a construção de inúmeros prédios e empreendimentos
comerciais, o que multiplicou o número de veículos em circulação ao
redor da Universidade e nos bairros próximos.

Além disso, a prefeitura não melhorou a qualidade do transporte
público e, em relação à duplicação da via citada, também não
apresentou um projeto específico, atendendo à demanda crescente pelo
uso do transporte coletivo. A única proposta diz respeito à
implantação do sistema BRT, que ainda se encontra no nível de projeto.

Outro argumento é de que não há recursos assegurados para a execução
da obra, o que leva a suspeitar que ela pode ser iniciada, mas
dificilmente será concluída dentro do prazo previsto de 12 meses,
causando transtornos ainda maiores que os atuais nas vias do entorno
da Universidade.

Também é temerário acreditar que apenas a duplicação do trecho de um
quilômetro entre o Centro Tecnológico (CTC) e a Eletrosul eliminará os
engarrafamentos, porque há outros gargalos, como o da entrada no
bairro Pantanal, na altura do Armazém Vieira, não contemplado no
projeto da prefeitura.

Ao evitar que o tema fosse votado diante de tantos temores e
incertezas, o reitor Alvaro Toubes Prata abriu a possibilidade de
novas negociações com a prefeitura, removendo arestas e detalhando
melhor o projeto em questão. A UFSC está disposta a ceder a área, a
partir de elaboração de um novo parecer, no momento em que o projeto
de duplicação contar com o aval técnico do Conselho Universitário e o
apoio das comunidades vizinhas, em vista do impacto social e ambiental
da obra.

O que a Universidade Federal de Santa Catarina deseja, sublinha a
Administração Central, é de mais tempo para estudar o assunto e tomar
uma decisão baseada no equilíbrio e no bom senso.



--

Att.
Agência de Comunicação da UFSC (Agecom)

Como nasceu nosso planeta

Para ilustrar alguns aspectos do que discutimos em sala de aula sobre a origem da Terra, deixo um pequeno filme que pode contribuir para a melhor compreensão do que foi abordado. (santiago).

Assembleia decide pela não greve.

Hoje em assembleia os funcionários da prefeitura de Florianópolis decidiram aceitar a proposta do executivo municipal e votaram dizendo não à greve que estava como possibilidade.

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