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Educação de Florianópolis inicia rematrícula para ensino fundamental e EJA

Como em outros anos, o processo será executado pela internet

A partir desta terça-feira (1º/11), até o dia 16 de novembro, os pais com filhos nas escolas públicas municipais de Florianópolis podem fazer a rematrícula dos alunos para 2012. O processo é simples e feito pela internet. Mediante o preenchimento de um formulário, os responsáveis pelos estudantes farão a operação acessando o portal da prefeitura: www.pmf.sc.gov.br. A sala informatizada de cada escola ficará disponível para as famílias que não tenham acesso à web. Da mesma forma, a rematrícula da Educação de Jovens e Adultos, EJA, também pode ser feita. As novas matrículas começam só no dia 21 de novembro. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones 3251-6127.

Rematrícula

Dentro do sistema on line, o aluno será matriculado automaticamente para o ano ou série posterior, devendo os responsáveis atualizar os dados na nova ficha cadastral. O turno em que a criança ou adolescente irá frequentar no ano de 2012 será definido pela escola, de acordo com as questões pedagógicas e conforme as vagas.

Novas matrículas

As novas inscrições vão ocorrer de 21 de novembro a 2 de março e quem fizer matrícula poderá optar apenas por um estabelecimento de ensino. Neste ano ainda, a validação da inscrição poderá ser feita até o dia 16 de dezembro, pois depois desta data as unidades estarão em recesso escolar. O novo período de validação ocorrerá a partir de 3 de fevereiro. A documentação mínima exigida é a certidão de nascimento da criança ou adolescente e o atestado de frequência ou de aprovação. Para a EJA é preciso certidão de nascimento ou carteira de identidade (RG) e comprovante de residência.

Mais próximo de casa

Como critério de novas inscrições, o pai, mãe ou responsável devem residir no município de Florianópolis, e matricular o aluno, prioritariamente, o mais próximo de sua residência. Caso haja vaga, existe a possibilidade da efetivação de matrícula em uma escola na região próxima do trabalho dos pais ou responsáveis.

Transporte

Os alunos que têm direito ao benefício do transporte escolar gratuito deverão obrigatoriamente fazer seu recadastramento dentro do sistema on line, e posteriormente entregar a documentação comprobatória à unidade educativa. Se esse recadastramento não for feito, quem já recebe o benefício em 2011, terá o vale transporte bloqueado automaticamente em 2012, até que a situação seja regularizada

Fonte: Blog da Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Educação de Florianópolis

Um bilhão de famintos

Walter Belik

8 de outubro de 2011 às 6:52h

Entender conceito de Segurança Alimentar é essencial para saber por que a fome se agrava desde 2008. Aula preparada por Walter Belik para a Carta na Escola Foto: Mustafa Abdi/AFP

A fome existe desde os primórdios da humanidade, mas, desde meados do século XX, as pessoas passaram a se referir às dificuldades decorrentes desse flagelo como um problema de Segurança- Alimentar. A origem do termo remonta ao final da Segunda Guerra Mundial, quando a Europa e o Japão, com seus -territórios destroçados pelo conflito, passaram a ter dificuldade para alimentar as próprias populações. Aos poucos e por meio da ajuda econômica norte-americana, esses países puderam recompor sua agricultura e seu aparelho produtivo de tal forma que em poucos anos passaram a figurar nas listas dos exportadores líquidos de alimentos. Esse resultado foi alcançado por meio de fixação de preços elevados aos produtores locais e barreiras à entrada de alimentos importados.

Nas décadas seguintes, com receio de um novo conflito militar, todos os países do mundo também passaram a adotar estratégias de Segurança Alimentar, elevando os subsídios à produção local, mantendo enormes estoques de segurança e estabelecendo cotas para a importação de alimentos. Na década de 1970, o tema passou a ser discutido no âmbito da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) sob a pressão da alta dos preços do petróleo, que havia também empurrado o custo dos alimentos para cima. Para agravar a situação, o mundo vivia um período de escassez provocada pelos problemas climáticos, por extremo protecionismo e pela Guerra Fria, com os alimentos (ou a falta deles) sendo -utilizados como arma de dissuasão.

Em 1976, sob o enfoque dos Direitos Humanos, aprovou-se no âmbito da ONU o Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, que previa o reconhecimento do direito humano à alimentação e a implementação progressiva de leis que o garantissem em todos os países. Vale recordar que, em 1948, logo após a criação da ONU, foi proclamada a Declaração Universal dos Direitos do Homem, mas esta se referia apenas indiretamente ao tema da alimentação.

Finalmente, em 1996, quando da realização por parte da ONU da Cúpula Mundial da Alimentação, os países chegaram a um acordo sobre a definição de Segurança Alimentar e sobre os mecanismos necessários para viabilizá-la em cada canto do mundo. Em resumo, ela estabelece que, para que um país possa ter Segurança Alimentar, é necessário observar quatro aspectos importantes. O Direito à Alimentação só estaria assegurado se a sociedade e o Estado pudessem garantir que:

a) A população tenha garantia de que haja disponibilidade de alimentos.

b) Todos tenham acesso a esses
alimentos.

c) Deve haver estabilidade (ou continuidade da disponibilidade e acesso).

d) O alimento deve ser bom (inocuidade) para o consumo.

Fome em meio à fartura
Dessa maneira, à luz do marco da Segurança Alimentar, a utilização do termo “fome” deve ser visto em um sentido mais amplo. Ou seja, a insegurança alimentar pode estar presente mesmo em situações em que não há crise alimentar. Por exemplo, países produtores e autossuficientes podem estar em situação de insegurança alimentar, caso a população não tenha acesso aos alimentos. Amartya Sen, indiano ganhador do Prêmio Nobel de Economia, destaca que pode haver fome em meio à fartura. Para exemplificar, destaca que, mesmo nos anos mais difíceis da Grande Fome Irlandesa do século XIX, aquele país não deixou de exportar cereais para a Inglaterra. Outro exemplo crítico foi a Grande Fome de Bengala de 1943 vivida por Sen: não houve escassez de alimentos, e sim dificuldade de acesso devido à guerra e à especulação. Por sinal, essa é a mesma situação que os países do Chifre da África estão vivendo nos dias de hoje.

Sem acesso: mesmo no período da Grande Fome Irlandesa, no século XIX, país continuava exportando cereais

Essas observações se fazem necessárias, pois parece evidente que as políticas de combate à fome devem ser mais abrangentes que as ações emergenciais de doação de alimentos, dinheiro ou a organização de frentes de trabalho, como acontecia frequentemente no Brasil. Como estamos tratando do conceito mais amplo de Segurança Alimentar, não basta empreender ações emergenciais pontuais para estancar uma crise aqui e outra acolá. Em outras palavras, tanto a política pública como a ajuda internacional devem atuar de forma mais estrutural, promovendo o Direito Humano à Alimentação entre a população necessitada.

As cifras da insegurança alimentar são alarmantes no mundo de hoje e estão se elevando desde 2008. Vale lembrar que os países reunidos na Cúpula Mundial da Alimentação de 1996 fecharam um acordo, comprometendo-se com uma redução de 50% no número de pessoas famintas (balizadas pelo indicador de subnutrição da FAO) até o ano 2015. Na ocasião, a meta foi calculada tendo como ano-base 1992, quando havia sido feita a última estatística internacional. Segundo esse compromisso, o mundo deveria reduzir a 400 milhões o total de habitantes subnutridos no ano 2015. No entanto, antecipando-se aos acontecimentos e diante da impossibilidade de se chegar a esse resultado, os países reunidos na Cúpula do Milênio, realizada em 2000, em Seattle, decidiram “arredondar” a meta para uma redução de 50% da proporção de subnutridos em cada país. Ora, como a população tende a crescer, uma redução na proporção pode representar até mesmo mais pessoas em termos absolutos, em comparação com o ano-base. Contudo, verifica-se nos dias de hoje que nem sequer essa meta “arredondada” -estaria próxima de ser atingida.

Piorou: crise financeira e alta de preços agrícolas agravaram o quadro mundial, especialmente em países como a Somália

Na realidade, até 2008, portanto, no antes da “crise dos alimentos”, as políticas de redução do número de famintos então empregadas haviam provocado pouco impacto no quadro geral da fome. Alguns progressos haviam sido alcançados em países como a China, que em uma década conseguiu retirar 200 milhões de pessoas da miséria, e no Brasil – para ficarmos entre os países mais populosos. Entretanto, o contingente de subnutridos continua-va bastante elevado, em torno de 700 milhões. Recentemente, com a crise financeira internacional e a alta dos preços agrícolas, a situação se agravou. O número de famintos, em vez de recuar, aumentou, superando a casa de 1 bilhão em uma população mundial da ordem de 6 bilhões de indivíduos, sendo que três quartas partes estariam domiciliadas nas áreas rurais. Em termos globais, um em cada quatro moradores das áreas rurais passa fome.

Um brasileiro nas Nações Unidas
Não cabe aqui analisar as causas dessa crise, mas é evidente que, quando se miram os níveis da produção mundial de alimentos, observa-se que não há escassez. Mesmo olhando para o futuro, com o crescimento da demanda nos países emergentes, a produção e os rendimentos agrícolas estão aumentando e não há como justificar a alta dos alimentos por um possível desencontro entre oferta e demanda. Não há lugar para o alarmismo e o neomalthusianismo quando observamos as cifras da oferta mundial de alimentos. Outros fatores como a especulação com commodities, estoques mundiais reduzidos e pressões de curto prazo para o uso de biomassas vegetais para a produção de combustíveis podem explicar melhor a crise e demonstram que o mundo já esqueceu os -velhos preceitos da Segurança Alimentar.

Tendo em vista a desaceleração das economias centrais que está ocorrendo neste ano, os preços agrícolas até recuaram um pouco, mas não há perspectivas de alteração de sinal para o futuro. Ademais, com a crise internacional, os países ricos diminuíram seus compromissos de ajuda internacional – inclusive nos repasses em apoio à FAO. Vale mencionar que, pelo Consenso de Monterrey de 2002, os países centrais se comprometeram em gastar 0,7% do PIB em ajuda internacional. Já os países pobres – principalmente aqueles das zonas convulsionadas – estão deixando de investir na produção. Mais do que isso, conflitos políticos – como acontece agora com a Primavera Árabe, conflitos étnicos – como é o caso de Darfur, no Sudão do Sul, e problemas causados pela mudança climática estão causando um enorme retrocesso nos países pobres. Em estudo recente, técnicos da FAO estimaram que uma inversão de, aproximadamente, US$ 30 bilhões anuais nos países pobres seria suficiente para erradicar a fome no mundo em dez anos. Comparados às cifras da ajuda do governo norte-americano aos bancos ou da crise europeia, esses recursos representam muito pouco.

Nesse contexto de crise deverá assumir o novo Diretor-geral da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva, comandando um orçamento de US$ 1,5 bilhão por ano e um contingente de 3,5 mil funcionários. A FAO possui representantes em praticamente cada país do planeta. Nas nações pobres, o representante da FAO é um verdadeiro ministro da Agricultura e os técnicos agrícolas, da pesca, agentes sanitários etc. são todos contratados pela FAO. Essa máquina fabulosa se encontra atualmente bastante emperrada em razão de problemas administrativos e da falta de cooperação dos próprios países beneficiados. O trabalho deve começar desde logo, não há tempo para comemorações ou acertos políticos. Trata-se de um enorme desafio. É a primeira vez que um brasileiro assume um posto tão elevado no sistema das Nações Unidas.

Walter Belik é professor de Economia Agrícola e coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação

Originalmente publicado em Carta Capital – Acesso em 30/10/2011.

O habitante nº 7.000.000.000

as2sfxcvx2As pesquisas (que pesquisas?) apontam que o habitante de número 7 bilhões do planeta Terra (nada de desespero, ainda cabe mais gente) muito provavelmente irá nascer na China ou na Índia que são as duas nações mais populosas do mundo.

é importante aproveitar este número para fazer algumas reflexões sobre a humanidade, o modo de vida, o consumismo exagerado etc. Vamos aproveitar e fazer reflexões rápidas pois no ritmo que as coisas andam logo logo estaremos falando do habitante nº 8.000.000.000.

Nada de ressuscitar teorias malthusianas e nem colocar culpa nos pobres pela quantidade de gente no mundo, como disse, nesta pequena nave ainda cabe mais gente o que não cabe mais é a intolerância, a crueldade, o lucro exagerado, a exploração dos menos favorecidos, a violência e o preconceito.

Para monitorar a evolução do número de habitantes até o dia em que chegarmos aos 7 bilhões, o site 7 Billion and Me tem um contar atualizado a cada segundo. No momento em que publicamos este post, estávamos nos  6.999.602.762

Casan: solicitação de construção de muro contemplada

Já coloquei em meu Blog (ainda no endereço antigo http://professorsantiago.blogspot.com/) alguns post reclamando da situação em que se encontrava o terreno de responsabilidade da CASAN na região Sul da ilha de Santa Catarina.

Cada uma das imagens abaixo registra a situação do terreno em momentos diferentes em períodos de muitos anos de muito trabalho e convivência com o lixo doméstico, resto de construção, pneumático, animais mortos, invasão de água (devido uma vala feita de forma irregular), móveis velhos como sofá, guarda roupa, cadeira fumaça devido ao fogo que era repetidamente colocado no local para queimar o lixo acumulado, etc. enfim, uma situação muito complicada, fora isso a condição constante de mato alto devido à falta de manutenção.

É fato que a a manutenção, no caso a capina do imóvel, cabe ao proprietário do terreno mas nada justifica que o mesmo seja utilizado como depósito de lixos e entulho e quem faz isso claro, não é a Casan.

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Convivendo com uma situação quase que insuportável, sempre procurava a Casan por telefone, internet e pessoalmente buscando uma solução para o problema (que reforço é também causada pela falta de sensibilidade de quem usa o terreno para jogar seu lixo).

Não foi nada fácil, demorou mais do que gostaríamos mas enfim foi feito o cercamento do terreno. A Casan através de sua regional Agência Costa Sul/Leste em Florianópolis finalmente realizou a construção do muro que acreditamos possa contribuir para que as pessoas não continuem jogando lixo no local.

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Bem, o muro está aí, construído! Porém o problema não está resolvido. Tudo só entrará em normalidade se as pessoas que convivem próximos ao terreno pararem de jogar lixo no local. A Casan fez a parte dela e agora cabe aos vizinhos (próximos e distantes) desse terreno fazer a deles. Nossos agradecimentos ao atendimento que recebemos da Agência Costa Sul/Leste nas pessoas do Sr. João Fortkamp e Sr. Julio Cesar da Silva, que apesar das limitações em virtude dos tramites legais estiveram sempre solícitos às nossas reivindicações.

Pegada hídrica: você sabe a quantidade de água que consome todos os dias?

Criado em 2002, o conceito de pegada hídrica serve como um indicador da quantidade de água gasta na fabricação de produtos e consumida pelas pessoas não apenas de forma direta (quando abrimos uma torneira), mas também indireta (quando compramos uma roupa ou tomamos um café).

Depois de preparar arroz para o almoço, é difícil imaginar que para um quilo do alimento estar à mesa, 2.500 litros de água foram gastos. Para a produção de carne, o número é ainda maior: para cada quilo, são 15.400 litros de água. Nestes casos, a “conta” considera o volume de água usado para produzir algo desde a extração da matéria-prima até as mãos do consumidor.

A pegada hídrica também vale para países. Na média anual, os norte-americanos têm uma pegada de 2.482 m3. Já a média global é de 1.243 m3 de do Brasil é de 1.381 m3. Aqui, 5% vêm do consumo doméstico, em atividades cotidianas. A maior parte (95%) corresponde ao consumo de produtos industriais e agrícolas.

No caso da indústria, a pegada traduz a soma das quantias de água necessárias para fabricar um produto, desde o cultivo de matéria-prima até o uso final. Um dos objetivos dessa ferramenta de cálculo é oferecer às empresas um raio-x que pode facilitar o desenvolvimento de processos mais econômicos e corretos, sem desperdícios e poluição. Algumas empresas como Unilever, WWF, PepsiCo e Natura apoiam oficialmente o uso da pegada hídrica.

A pegada hídrica é dividia em três tipos: a verde, que considera o volume de água pluvial evaporada ou incorporada no produto, a azul, sobre o volume de água superficial ou do solo que também foi evaporada ou incorporada no produto, e a cinza, volume de água doce que foi poluída para a produção.

Para descobrir a sua
A pegada hídrica ajuda a criar um novo olhar sobre o consumo, já que mostra informações muitas vezes desconhecidas pelo consumidor final. O site Water Footprint disponibiliza um questionário (em inglês), com perguntas como quantas xícaras de café você bebe e quantos banhos você toma por dia. O sistema considera o país de origem e dá o resultado da pegada hídrica individual em metros cúbicos por ano, além de separar o consumo por categorias – assim você pode ver onde gasta mais.

E você, tem uma pegada hídrica grande ou é mais econômico?

Fonte: Blog da Super Interessante acesso em 07/10/2011

As críticas eu deixo a cargo do professor em sua sala de aula.

Representação Brasileira no Parlasul aprova equivalência até o ensino médio

Parlamentares da Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul) aprovaram na terça-feira (18/10/2011) a tabela de equivalência educativa, para reconhecimento de certificados, títulos e estudos de nível fundamental e médio não-técnico, emitidos em países do Mercosul (MSC 436/10).

A tabela de equivalência visa à mobilidade estudantil e à reforma dos sistemas de educação, permitindo maior integração entre os países-membros (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) e também Bolívia, Chile e Venezuela. O conteúdo da proposta é o mesmo que já foi aprovado pelo Conselho do Mercado Comum, em San Miguel de Tucumán, Argentina, em junho de 2008.

A tabela estabelece, por exemplo, que o 4º ano do Ensino Fundamental brasileiro equivale ao 4º grau da Educação Primária argentina, ao 4º ano primário do Ensino Básico paraguaio, ao 4º ano Primário uruguaio, ao 4º ano do Ensino Primário boliviano, ao 4º ano do Ensino Básico chileno e ao 4º grau da segunda etapa da Educação Básica venezuelana. A tabela apresenta equivalências para todas as séries do Ensino Fundamental e Ensino Médio (não técnico) do Brasil em relação a esses outros seis países.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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